Trilhões de insetos são mortos por carros a cada ano

Há alguns meses atrás, o biólogo holandês Arnold van Vliet decidiu realizar uma pesquisa para avaliar a quantidade de insetos que são mortos por carros, e agora, seis semanas depois a pesquisa está pronta e revelou números astronômicos.

Para chegar ao resultado van Vliet contou com a ajuda de 250 motoristas, que listaram o número de insetos mortos por distância percorrida. Depois de alguns cálculos, o biólogo chegou ao resultado de aproximadamente 2 insetos a cada 10 km percorridos, o que totaliza 3 milhões de insetos mortos a cada 6 meses, apenas na Holanda.

Uma pesquisa similar conduzida no Reino Unido chegou a um resultado similar de insetos mortos por distância percorrida, induzindo que este número pode ser o mesmo em todos os lugares. Assumindo isso como verdade o autor brincou com os npumeros e calculou o número aproximado de insetos mortos nos Estados Unidos, que seria nada menos do que 32.5 trilhões a cada ano.

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Quais serão os Impactos Socioambientais da Usina Belo Monte?

Enquanto o governo afirma que a construção da Belo Monte é essencial para garantir o fornecimento de energia para o país, ambientalistas denunciam enormes impactos socioambientais.

Abaixo, estão alguns fatos sobre a Usina, publicados pelo Planeta Sustentável. Os principais argumentos contra a sua construção são o desmatamento da Amazônia e o desalojamento de mais de 20 mil pessoas, mas quando estiver pronta  (estima-se que em 2015), será a terceira maior hidrelétrica do mundo, só perdendo para a chinesa Três Gargantas e para a brasileiro-paraguaia Itaipu.

Protesto Indígena contra a Usina de Belo Monte

PANDORA AMAZÔNICA
Os protestos contra a construção de Belo Monte contam com o apoio de James Cameron (Titanic e Avatar), que disse ter intenção de filmar um documentário sobre a usina

O projeto da usina: em obras
Com cinco pontos de construção, a usina terá um reservatório principal, um canal de derivação, um vertedouro complementar e uma casa de força. Com as obras, serão criados cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos

Impacto: sem floresta
Além da destruição da floresta associada à construção da usina, ecologistas temem que a ocupação desordenada das áreas do entorno de Belo Monte, incentivada pela chegada de migrantes e pela construção de vilas, intensifique ainda mais o desmatamento

O projeto da usina: reservatórios
A hidrelétrica terá dois lagos: os reservatórios do Xingu e dos Canais. Com a construção da barragem principal, a calha do rio será alargada. A partir do bloqueio, as águas serão desviadas para um canal
Impactos: efeito inverso
A barragem do rio Xingu causará a inundação constante dos igarapés de Altamira – e não sazonal, como de costume. Com o bloqueio do rio, um trecho de 100 km terá a vazão reduzida e pode até secar

O projeto da usina: canal de derivação
Com 130 m de largura, 20 km de extensão e 27 m de profundidade, o canal vai alterar o leito original do rio. Sua função é levar a água para a casa de força principal, onde ficam as turbinas da usina

Impactos: tchau, árvores
Segundo a ONG Conservação Internacional, nas escavações para a construção do canal serão removidos 100 milhões de m3 de material – que encheriam 40 mil piscinas olímpicas

O projeto da usina: Força total
Com 130 m de largura, 20 km de extensão e 27 m de profundidade, o canal vai alterar o leito original do rio. Sua função é levar a água para a casa de força principal, onde ficam as turbinas da usina O coração da usina irá gerar 11 mil MW – suficiente para abastecer duas cidades como São Paulo todos os dias. Uma casa de força complementar, no reservatório do Xingu, terá potência de 233 MW

Impactos: Baixa eficiência
A usina não poderá operar a todo vapor durante o ano. No período de estiagem (seis meses), ela deverá gerar, em média, 4.428 MW – contra os 11.233 MW do projeto original

• Em torno de 13 mil índios de 24 grupos étnicos que vivem às margens do Xingu terão a pesca e a navegação prejudicadas
• Enfileiradas, as piscinas atingiriam o comprimento de 2 mil km – distância equivalente a ir e voltar de São Paulo a Porto Alegre
• Em capacidade, a hidrelétrica só perderá para Itaipu, que tem 14 mil MW

Fonte: Planeta Sustentável

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Alemanha utiliza Google Earth para incentivar o uso de energia solar

Quem é que poderia imaginar que o Google Earth algum dia poderia ajudar a incentivar o uso de energia solar?  Pois na cidade de Berlim isso já está acontecendo, por meio de um aplicativo desenvolvido para o programa, o Solar Atlas Berlin.

O software, baseado em critérios de inclinação, incidência de raios solares e período diário em que o telhado fica na sombra, aponta telhados com melhores condições para instalação de placas solares.

Já são mais de 500 mil telhados mapeados e cerca de 60 instalações incentivadas pelo sistema. Com isso Berlin avança na sua meta de reduzir 40% de suas emissões de CO2, em relação aos níveis de 1990, até 2020.

E o mais interessante de tudo é que o aplicativo não foi por nenhuma ONG, ou grupo de moradores, e sim pelo Senado da cidade.

Para ver o Solar Atlas Berlin, você precisa ter o Google Earth mais novo instalado e baixar o aplicativo aqui. Se preferir, existe uma versão simples on line.

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Ciclistas se reúnem para reivindicar mais espaço nas ruas de Curitiba.

Neste domingo (12), ciclistas e simpatizantes da bicicleta como meio de transporte se reuniram em Curitiba para solicitar a inclusão das bikes no planejamento do transporte público da capital paranaense. No encontro no Museu Oscar Niemeyer, também foi lançada a segunda etapa da campanha de coleta de assinaturas do movimento VotoLivre.org.

A iniciativa, inédita no país, estimula o exercício da democracia direta através da internet, com a coleta de assinaturas para apresentação de um projeto de iniciativa popular na Câmara dos Vereadores da capital.

Formada exclusivamente por representantes da sociedade civil local, o VotoLivre.org busca reunir apoio de eleitores aprovar a “Lei da Bicicleta”. A proposta prevê a destinação de 5% da malha viária local para a construção de ciclovias e ciclofaixas no modelo funcional – hoje as ciclovias da cidade são voltadas exclusivamente ao lazer –, a criação de um sistema público de aluguel de bicicletas além de campanhas de sensibilização para cultura do uso da bicicleta como meio de transporte.O advogado Henrique Ressel, um dos idealizadores do VotoLivre.org, explica que um dos diferenciais da nova versão é a conectividade com as redes sociais além da simplificação do cadastro, que contará com certificação digital para validação dos votos. “Isso vai ampliar o alcance da iniciativa, que nada mais é que a democracia exercida de forma livre e direta. Está na hora de votar em idéias e não em pessoas”, complementa.

Para apresentar o projeto de lei, serão necessárias 65 mil votos, o equivalente a 5% do eleitorado curitibano. Atualmente, a iniciativa conta com 4,8 mil votos. “O número parece baixo mas, para efeito de comparação, nas eleições municipais de 2008 nove vereadores foram eleitos para a Câmara Municipal de Curitiba com 4,8 mil votos ou menos”, compara o empresário Marcos Juliano Ofenbock, que também coordena o projeto.

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Em vez de madeira esses lápis são feitos de jornais velhos

Desmatamento e produção de lixo, dois grandes problemas ambientais da atualidade. Pensando em minimizá-los uma empresa americana decidiu criar lápis, a partir de jornais velhos em uma técnica que não leva nenhum poluente.

Fonte: TreeSmart

A primeira parte da produção do lápis da TreeSmart é recolher os jornais velhos, que depois são cortados e misturados com uma solução não tóxica para posteriormente serem enrolados com o grafite, no processo muitas árvores são poupadas e folhas de jornais impedidas de ir para o lixo.

Fonte: TreeSmart

Infelizmente não há nenhuma loja ainda no Brasil, mas o produto pode ser comprado  online no site da empresa em diversas embalagens e preços, o pacote com 24 lápis, por exemplo, custa US$8,00.

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Congresso Ambiental em Foz do Iguaçu destaca temas da realidade do setor

Durante os dias 31 de maio a 02 de junho, aconteceu em Foz do Iguaçu, no Paraná, o III congresso Ambiental, realizado pela União Dinâmica de Faculdades Cataratas (UDC), que abordou assuntos atuais relacionados ao meio ambiente  e direcionados não só aos profissionais dá área, como também aos estudantes e à comunidade em geral. As palestras e minicursos reuniram profissionais com experiência em diferentes áreas, possibilitando uma discussão ampla.

Da esq. p/Dir.: Engenheira Giovanna de Christo, Coordenador do Curso da UDC, Prof. Martin Engler, e o Engenheiro Renato Muzzollon Junior / Fonte: UDC

Para iniciar o congresso o engenheiro Ambiental Renato Muzzollon Junior, também presidente da Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais (APEAM ) ministrou uma palestra sobre o “Mercado de Trabalho e a APEAM”, que é uma entidade associativa e que tem como principal objetivo o desenvolvimento profissional no Estado do Paraná e no Brasil.

A instituição atua como referência na solução dos problemas ambientais, movimentando o conhecimento. Renato também destacou as atividades, deveres e áreas de atuação do profissional.

Outro assunto que ganhou destaque foi “Créditos de Carbono”. A engenheira ambiental Giovanna Lunkmoss de Christo, que tem experiência nesta área, explicou sobre os certificados, que autorizam o direito de poluir e os princípios de proteção ambiental. Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no país e a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas emissões. As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades.

A construção sustentável também foi um tema abordado pelos engenheiros Edmar Vasconcelos e João Vitor Gallo. Segundo eles, as atividades de construção devem ser repensadas, a fim de minimizar os impactos no meio ambiente.

Imagem de Amostra do You Tube

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Milhares de australianos vão às ruas para exigir soluções climáticas

Há alguns dias atrás dezenas de milhares de australianos foram às ruas das principais cidades do país, pedindo por uma ação imediata contra o aquecimento global. (veja o vídeo abaixo, em inglês)

Inspirada na manifestação a ONG 350.org  está convidando todos a criarem um tipo de mobilização por todo o planeta no dia 24 de setembro deste ano, quando acontecerá o Moving Planet, manifestação mundial contra combustíveis fósseis e mudanças climáticas.  Você reuniria a sua turma ou participaria de algum movimento para exigir soluções climáticas?

Imagem de Amostra do You Tube

*mais informações sobre o moving planet no site: http://www.moving-planet.org/pt

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Considerações sobre o C40 SP Summit

Terminou na última sexta feira, em São Paulo, o encontro bianual do C40, entidade que reúne os prefeitos de algumas das maiores cidades do mundo para discutir soluções de sustentabilidade urbana. Além de São Paulo, mais duas cidades brasileiras fazem parte do grupo: Rio de Janeiro e Curitiba. Estiveram presentes, entre outros, o prefeito de Nova Iorque Michael Bloomberg e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton.

A ideia geral do C40 é que os governos dos países acabam perdidos em discussões sem fim sobre possíveis ações que possam beneficiar o meio ambiente, enquanto cidades têm mais flexibilidade para tomar tais medidas. No encontro, foram debatidas diversas formas de tornar as cidades mais sustentáveis, como a promoção de cidades compactas, construções sustentáveis, uso de energia renovável e adaptação a mudanças climáticas.

Para o advogado ambiental Luis Fernando de Freitas Penteado, O C40 mostra a preocupação dos prefeitos das maiores cidades do mundo com a preservação do Meio Ambiente. Discussões como essa são fundamentais para aumentar a qualidade de vida das pessoas, já que essas cidades são responsáveis por cerca de 20% da emissão de gases do efeito estufa do planeta.

Ainda de acordo com Penteado a criação de um fundo para a redução da emissão desses gases, que investirá em projetos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas causadas pela poluição, é uma medida necessária para beneficiar ações em eficiência energética, infraestrutura e saúde pública, entre outras áreas.

O advogado diz que para que o C40 traga resultados efetivos, é importante que os prefeitos que participaram desse encontro se espelhem nos exemplos de sucesso apresentados e desenvolvam estratégias de contenção da poluição e campanhas voltadas às empresas e à população de preservação do meio ambiente.

Ele ainda aponta como ações imprescindíveis para se reduzir os problemas relacionados ao efeito estufa: a renovação das frotas públicas e a utilização de tecnologias mais limpas, tais como o biodiesel, a realização de campanhas de incentivo ao uso do transporte público, a criação de ciclovias, etc.

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Para Refletir

Fala-se muito em deixar um planeta melhor para nossos filhos, e nisso eu até concordo, mas acredito também que devemos  deixar filhos melhores para o nosso planeta.

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive.

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Qual é a sua opinião?

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Etanol também dá em árvore

É possível gerar etanol a partir da casca do eucalipto. Este é o resultado de uma pesquisa inédita no mundo, realizada por um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). A ideia é utilizar mais de sete milhões do resíduo que sobra da madeira utilizada na indústria de papel e celulose. Se tudo der certo, a previsão é que o novo etanol chegue ao mercado em no máximo em 10 anos.


No Brasil, existem mais de 4,5milhões de hectares de eucalipto. Cada 30 milhões de toneladas de madeira geram sete milhões de toneladas de casca de eucaliptos. De acordo com pesquisadores, uma tonelada pode produzir 200 mil litros de etanol. A quantidade é muito parecida com a cana, até mesmo o de segunda geração, e isso pode dar um incremento no biocombustível.

Cada hectare de eucalipto produz 2,6  mil litros de etanol. Um hectare de cana produz seis mil litros de etanol. O etanol de casca de eucalipto é mais uma fonte de energia alternativa, mas não concorre com o etanol da cana, já consolidado no mercado.

Este é um dos temas que serão debatidos na sexta edição do Congresso Internacional de Bioenergia, evento que acontece de 16 a 19 de agosto de 2011, no Centro de Eventos da FIEP, em Curitiba.

O eventos, promoção da Federação das Industrias do Estado do Paraná,  SENAI e Remade, contará com importantes palestrantes do Brasil e do exterior que darão uma visão real  do estágio atual e perspectivas das energias renováveis em nosso País, bem como a introdução de novas tecnologias.

Paralelamente ao Congresso acontecem  quatro eventos: Seminário de Atualização no Uso de Biomassa para Energia; Workshop Cadeia Produtiva do Biodiesel; Workshop Biocombustíveis e a Agricultura  e  a quarta edição da BioTech Fair, feira que reúne serviços e tecnologia voltada a produção e controle de energias renováveis. Maiores detalhes estão no site www.bioenergia.net.br

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