Nos EUA, as temperaturas do inverno estão subindo muito mais do que o as do verão

A agência climática dos Estados Unidos acaba de revelar novos mapas, que mostram que a temperatura nos Estados Unidos está mudando, e isso tem ocorridos nas ultimas décadas. A imagem acima mostra o quanto as temperaturas mínimas de janeiro (correspondente ao inverno nos EUA) têm mudado, de 1971 a 2000 e 1981 a 2010, enquanto a figura abaixo mostra a alteração nas temperaturas máximas de julho (correspondente ao verão no hemisfério norte). A cor laranja indica aumento de temperatura, enquanto a azul queda de temperatura.

Como pode se notar, a situação no país não é nada uniforme.

O mais notável é que as temperaturas mínimas, com exceção da Flórida e partes no sul, estão subindo até cerca de 2ºC em alguns lugares.

As temperaturas máximas de julho não mostram um aumento tão grande, chegando a ter algumas quedas de temperatura em Nova York e algumas regiões do centro-leste. Grande parte do estado de Oregon mostrou temperaturas máximas cerca de 1ºC maiores do que costumavam ser.

Em geral, cada um dos estados do país notou aumento na temperatura média nos últimos 3 anos. Então, enquanto alguns lugares estão tendo invernos mais frios e outros vivenciando verões mais brandos, a tendência geral é para temperaturas médias maiores.

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Tecnologias limpas podem sim ajudar a economia

Acabo de voltar de viagem da Finlândia, um país muito avançado nos quesitos educação e tecnologia e pelo jeito eu não fui a única, aparentemente a repórter Margarida Telles do blog do planeta também esteve por lá há pouco tempo e ao ver um de seus posts, não poderia deixar de citá-lo aqui.

Costumamos pensar que tecnologias limpas são atitudes de generosidade, usando as palavras de Telles, que elas são caras e não geram grande retorno, mas a jornalista em sua viagem teve a oportunidade de conhecer muitos exemplos de tecnologias limpas que lucram cada vez mais e ao mesmo tempo contribuem com o meio ambiente.

“Neste mês, tive a oportunidade de conhecer bons exemplos de tecnologias limpas que geram lucro na Finlândia. O país é um dos mais fortes no setor, que cresceu 5,6% no ano passado com o faturamento de 17,9 bilhões de euros. Esperam que no futuro o dinheiro movimentado pelas tecnologias limpas ultrapasse o setor de serviços – e a gigante Nokia”, diz Margarida Telles.

A maior parte de todo esse sucesso vem de uma organização chamada Cleantech Finland que concentra aproximadamente 2 mil empresas de diferentes tamanhos que que trabalham em diferentes áreas relacionadas às tecnologias limpas. A geração de energia renovável e o tratamento de água e lixo, são apenas algumas delas. Centralizando todos os serviços fica muito mais fácil para as empresas terem acesso aos diferentes produtos e a Cleantech Finland ainda fornece consultoria pois cada empresa, tem um perfil variado.

“Eficiência energética é o campo que oferece maior potencial para desenvolver novos negócios”, afirma Santtu Hulkkonen, diretor executivo da Cleantech Finland. O país tem bastante experiência na área, e exporta até mesmo tecnologias que não são empregadas em grande escala por lá, como no caso das turbinas de energia eólica, exportadas em abundância mas pouco usadas na Finlândia, devido ao clima. As previsões de crescimento para o setor são altas, e acredita-se que as metas serão cumpridas sem dificuldade se este cenário continuar.

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O primeiro aspirador feito a partir de sua própria caixa de papelão

Uma das maiores marcas britânicas de “cuidados com o piso” acaba de revelar sua mais nova criação ecológica (feita por um estudante), o Vax ev, aspirador de papelão que utiliza a sua própria em seu entorno.

O aspirador é vendido em uma caixa, na qual o cliente pode separar em partes que se encaixam ao redor do motor, sem necessidade de usar cola ou qualquer outro material. O papelão tem uma camada de composto retardador de chamas e de acordo com a Vax, se necessário, as peças podem ser facilmente substituídas e custam 10 vezes menos do que uma peça plástica equivalente custaria.

Os componentes que não puderam ser feitos de papelão praticamente, foram produzidos de plástico reciclável feito de nylon puro por meio de um processo diferenciado garantindo que o aspirador seja produzido localmente, sem necessidade de  ferramentas de moldes que costumam ser caras e também evitando distribuições de longas distâncias.

Fonte: Vax

O estudante da Universidade de Loughborough, Jake Tyler, foi o inventor da idéia com apoio da equipe de desenvolvimento de novos produtos da empresa. Agora a Vax está explorando a produção de uma linha limitada do aspirador para comercializar.

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Trilhões de insetos são mortos por carros a cada ano

Há alguns meses atrás, o biólogo holandês Arnold van Vliet decidiu realizar uma pesquisa para avaliar a quantidade de insetos que são mortos por carros, e agora, seis semanas depois a pesquisa está pronta e revelou números astronômicos.

Para chegar ao resultado van Vliet contou com a ajuda de 250 motoristas, que listaram o número de insetos mortos por distância percorrida. Depois de alguns cálculos, o biólogo chegou ao resultado de aproximadamente 2 insetos a cada 10 km percorridos, o que totaliza 3 milhões de insetos mortos a cada 6 meses, apenas na Holanda.

Uma pesquisa similar conduzida no Reino Unido chegou a um resultado similar de insetos mortos por distância percorrida, induzindo que este número pode ser o mesmo em todos os lugares. Assumindo isso como verdade o autor brincou com os npumeros e calculou o número aproximado de insetos mortos nos Estados Unidos, que seria nada menos do que 32.5 trilhões a cada ano.

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Quais serão os Impactos Socioambientais da Usina Belo Monte?

Enquanto o governo afirma que a construção da Belo Monte é essencial para garantir o fornecimento de energia para o país, ambientalistas denunciam enormes impactos socioambientais.

Abaixo, estão alguns fatos sobre a Usina, publicados pelo Planeta Sustentável. Os principais argumentos contra a sua construção são o desmatamento da Amazônia e o desalojamento de mais de 20 mil pessoas, mas quando estiver pronta  (estima-se que em 2015), será a terceira maior hidrelétrica do mundo, só perdendo para a chinesa Três Gargantas e para a brasileiro-paraguaia Itaipu.

Protesto Indígena contra a Usina de Belo Monte

PANDORA AMAZÔNICA
Os protestos contra a construção de Belo Monte contam com o apoio de James Cameron (Titanic e Avatar), que disse ter intenção de filmar um documentário sobre a usina

O projeto da usina: em obras
Com cinco pontos de construção, a usina terá um reservatório principal, um canal de derivação, um vertedouro complementar e uma casa de força. Com as obras, serão criados cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos

Impacto: sem floresta
Além da destruição da floresta associada à construção da usina, ecologistas temem que a ocupação desordenada das áreas do entorno de Belo Monte, incentivada pela chegada de migrantes e pela construção de vilas, intensifique ainda mais o desmatamento

O projeto da usina: reservatórios
A hidrelétrica terá dois lagos: os reservatórios do Xingu e dos Canais. Com a construção da barragem principal, a calha do rio será alargada. A partir do bloqueio, as águas serão desviadas para um canal
Impactos: efeito inverso
A barragem do rio Xingu causará a inundação constante dos igarapés de Altamira – e não sazonal, como de costume. Com o bloqueio do rio, um trecho de 100 km terá a vazão reduzida e pode até secar

O projeto da usina: canal de derivação
Com 130 m de largura, 20 km de extensão e 27 m de profundidade, o canal vai alterar o leito original do rio. Sua função é levar a água para a casa de força principal, onde ficam as turbinas da usina

Impactos: tchau, árvores
Segundo a ONG Conservação Internacional, nas escavações para a construção do canal serão removidos 100 milhões de m3 de material – que encheriam 40 mil piscinas olímpicas

O projeto da usina: Força total
Com 130 m de largura, 20 km de extensão e 27 m de profundidade, o canal vai alterar o leito original do rio. Sua função é levar a água para a casa de força principal, onde ficam as turbinas da usina O coração da usina irá gerar 11 mil MW – suficiente para abastecer duas cidades como São Paulo todos os dias. Uma casa de força complementar, no reservatório do Xingu, terá potência de 233 MW

Impactos: Baixa eficiência
A usina não poderá operar a todo vapor durante o ano. No período de estiagem (seis meses), ela deverá gerar, em média, 4.428 MW – contra os 11.233 MW do projeto original

• Em torno de 13 mil índios de 24 grupos étnicos que vivem às margens do Xingu terão a pesca e a navegação prejudicadas
• Enfileiradas, as piscinas atingiriam o comprimento de 2 mil km – distância equivalente a ir e voltar de São Paulo a Porto Alegre
• Em capacidade, a hidrelétrica só perderá para Itaipu, que tem 14 mil MW

Fonte: Planeta Sustentável

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Alemanha utiliza Google Earth para incentivar o uso de energia solar

Quem é que poderia imaginar que o Google Earth algum dia poderia ajudar a incentivar o uso de energia solar?  Pois na cidade de Berlim isso já está acontecendo, por meio de um aplicativo desenvolvido para o programa, o Solar Atlas Berlin.

O software, baseado em critérios de inclinação, incidência de raios solares e período diário em que o telhado fica na sombra, aponta telhados com melhores condições para instalação de placas solares.

Já são mais de 500 mil telhados mapeados e cerca de 60 instalações incentivadas pelo sistema. Com isso Berlin avança na sua meta de reduzir 40% de suas emissões de CO2, em relação aos níveis de 1990, até 2020.

E o mais interessante de tudo é que o aplicativo não foi por nenhuma ONG, ou grupo de moradores, e sim pelo Senado da cidade.

Para ver o Solar Atlas Berlin, você precisa ter o Google Earth mais novo instalado e baixar o aplicativo aqui. Se preferir, existe uma versão simples on line.

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Ciclistas se reúnem para reivindicar mais espaço nas ruas de Curitiba.

Neste domingo (12), ciclistas e simpatizantes da bicicleta como meio de transporte se reuniram em Curitiba para solicitar a inclusão das bikes no planejamento do transporte público da capital paranaense. No encontro no Museu Oscar Niemeyer, também foi lançada a segunda etapa da campanha de coleta de assinaturas do movimento VotoLivre.org.

A iniciativa, inédita no país, estimula o exercício da democracia direta através da internet, com a coleta de assinaturas para apresentação de um projeto de iniciativa popular na Câmara dos Vereadores da capital.

Formada exclusivamente por representantes da sociedade civil local, o VotoLivre.org busca reunir apoio de eleitores aprovar a “Lei da Bicicleta”. A proposta prevê a destinação de 5% da malha viária local para a construção de ciclovias e ciclofaixas no modelo funcional – hoje as ciclovias da cidade são voltadas exclusivamente ao lazer –, a criação de um sistema público de aluguel de bicicletas além de campanhas de sensibilização para cultura do uso da bicicleta como meio de transporte.O advogado Henrique Ressel, um dos idealizadores do VotoLivre.org, explica que um dos diferenciais da nova versão é a conectividade com as redes sociais além da simplificação do cadastro, que contará com certificação digital para validação dos votos. “Isso vai ampliar o alcance da iniciativa, que nada mais é que a democracia exercida de forma livre e direta. Está na hora de votar em idéias e não em pessoas”, complementa.

Para apresentar o projeto de lei, serão necessárias 65 mil votos, o equivalente a 5% do eleitorado curitibano. Atualmente, a iniciativa conta com 4,8 mil votos. “O número parece baixo mas, para efeito de comparação, nas eleições municipais de 2008 nove vereadores foram eleitos para a Câmara Municipal de Curitiba com 4,8 mil votos ou menos”, compara o empresário Marcos Juliano Ofenbock, que também coordena o projeto.

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Em vez de madeira esses lápis são feitos de jornais velhos

Desmatamento e produção de lixo, dois grandes problemas ambientais da atualidade. Pensando em minimizá-los uma empresa americana decidiu criar lápis, a partir de jornais velhos em uma técnica que não leva nenhum poluente.

Fonte: TreeSmart

A primeira parte da produção do lápis da TreeSmart é recolher os jornais velhos, que depois são cortados e misturados com uma solução não tóxica para posteriormente serem enrolados com o grafite, no processo muitas árvores são poupadas e folhas de jornais impedidas de ir para o lixo.

Fonte: TreeSmart

Infelizmente não há nenhuma loja ainda no Brasil, mas o produto pode ser comprado  online no site da empresa em diversas embalagens e preços, o pacote com 24 lápis, por exemplo, custa US$8,00.

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Congresso Ambiental em Foz do Iguaçu destaca temas da realidade do setor

Durante os dias 31 de maio a 02 de junho, aconteceu em Foz do Iguaçu, no Paraná, o III congresso Ambiental, realizado pela União Dinâmica de Faculdades Cataratas (UDC), que abordou assuntos atuais relacionados ao meio ambiente  e direcionados não só aos profissionais dá área, como também aos estudantes e à comunidade em geral. As palestras e minicursos reuniram profissionais com experiência em diferentes áreas, possibilitando uma discussão ampla.

Da esq. p/Dir.: Engenheira Giovanna de Christo, Coordenador do Curso da UDC, Prof. Martin Engler, e o Engenheiro Renato Muzzollon Junior / Fonte: UDC

Para iniciar o congresso o engenheiro Ambiental Renato Muzzollon Junior, também presidente da Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais (APEAM ) ministrou uma palestra sobre o “Mercado de Trabalho e a APEAM”, que é uma entidade associativa e que tem como principal objetivo o desenvolvimento profissional no Estado do Paraná e no Brasil.

A instituição atua como referência na solução dos problemas ambientais, movimentando o conhecimento. Renato também destacou as atividades, deveres e áreas de atuação do profissional.

Outro assunto que ganhou destaque foi “Créditos de Carbono”. A engenheira ambiental Giovanna Lunkmoss de Christo, que tem experiência nesta área, explicou sobre os certificados, que autorizam o direito de poluir e os princípios de proteção ambiental. Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no país e a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas emissões. As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades.

A construção sustentável também foi um tema abordado pelos engenheiros Edmar Vasconcelos e João Vitor Gallo. Segundo eles, as atividades de construção devem ser repensadas, a fim de minimizar os impactos no meio ambiente.

Imagem de Amostra do You Tube

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Milhares de australianos vão às ruas para exigir soluções climáticas

Há alguns dias atrás dezenas de milhares de australianos foram às ruas das principais cidades do país, pedindo por uma ação imediata contra o aquecimento global. (veja o vídeo abaixo, em inglês)

Inspirada na manifestação a ONG 350.org  está convidando todos a criarem um tipo de mobilização por todo o planeta no dia 24 de setembro deste ano, quando acontecerá o Moving Planet, manifestação mundial contra combustíveis fósseis e mudanças climáticas.  Você reuniria a sua turma ou participaria de algum movimento para exigir soluções climáticas?

Imagem de Amostra do You Tube

*mais informações sobre o moving planet no site: http://www.moving-planet.org/pt

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