Como ser uma consumista sustentável?

Quer encher o guarda-roupa, ler os livros da sua wishlist e aprender a se maquiar sem gastar um centavo? Com o consumo colaborativo, você faz tudo isso (e muito mais!) e ainda ajuda o planeta.

Aqui estão algumas dicas:

ESCAMBO 2.0

Alguns sites, como o Mercado Livre, fazem o meio de campo para você vender o que não quer mais. Poste uma foto com a descrição de um objeto que tem, dizendo quanto quer por ele. Aí, é só esperar os e-mails dos interessados.

TROCA-TROCA

Transforme aquela blusa que nunca usa em um vestido lindo. Como? Organizando um bazar com as amigas. Cada uma deve levar pelo menos três peças de roupa para trocar por outras. No fim, todo mundo ganha um novo look sem gastar nadinha!

O QUE É MEU É SEU

Sua colega que manja tudo de maquiagem precisa de ajuda em uma matéria que você domina? Combine de ensiná-la em troca de um curso de make. Assim, vocês dividem conhecimentos e não gastam dinheiro pagando aulas particulares.

POSSE TEMPORÁRIA

Você adora videogame, mas não a ponto de querer comprar um? Em vez de pedir o aparelho emprestado para o irmão da sua amiga, alugue-o em sites como o www.descolaai.com. Com cerca de R$ 10 por dia, você joga quanto quiser – e do seu sofá!

CARONA BEM-VINDA

Combine um esquema de rodízio com seus vizinhos para ir à escola ou ao clube. Não tem jeito melhor para economizar tempo e ainda tem companhia para encarar o trânsito.

CULTURA CIRCULANTE

Já pensou em trocar um livro que já leu pela série completa de Gossip Girl? Faça um arquivo no Google Docs, monte um catálogo de livros, CDs e DVDs e compartilhe com a sua turma. Assim, vocês saberão o que cada um tem para poder pedir emprestado.

Fonte: Planeta sustentável.

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Novo lote de e-mails de cientistas do clima vaza na internet

A poucos dias da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 17), em Durban, na África do Sul, novos e-mails de pesquisadores do clima foram vazados na internet, a exemplo do que aconteceu antes da edição de 2009 da reunião, em  Copenhague, aparentemente numa tentativa de desacreditar o processo científico que sustenta as negociações climáticas internacionais

A polícia britânica está examinando esse lote de trocas de emails entre cientistas do clima que veio à tona nesta terça-feira (23). As mensagens têm origem em computadores da Universidade de East Anglia, considerada uma das principais nas pesquisas climáticas, de onde também vieram os e-mails tornados públicos em 2009. A instituição avisou que não tem como dizer se os e-mails são todos verdadeiros.

A partir de próxima segunda-feira, negociadores de quase 200 países se reúnem em Durban com o propósito de avançar rumo a um acordo global de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa. As expectativas para a conferência já eram modestas, e agora o vazamento de e-mails pode representar um novo golpe para o processo.

O pacote de 5 mil mensagens foi postado num servidor russo por um grupo ou indivíduo autodenominado “FOIA”. Em 2009, uma série de e-mails escritos por especialistas em clima da universidade foram roubados por hackers e espalhados na rede, no episódio que ficou conhecido como “Climategate”, pouco antes da cúpula do clima da ONU em Copenhague.

Na época, céticos em relação às mudanças climáticas causadas pelo homem afirmaram que a correspondência mostrava que dados de pesquisas estavam sendo manipulados. Representantes da Universidade de East Anglia disseram que os e-mails aparentemente foram selecionados para expor a “discussão franca” entre os cientistas. “Esta parece ser uma tentativa cuidadosamente programada para reacender a polêmica sobre a ciência por trás das alterações climáticas”, afirmou a instituição em comunicado.

Fonte: G1.

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Comissão do Senado aprova texto-base do novo Código Florestal

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado aprovou nesta quarta-feira (23) o texto-base do projeto do novo Código Florestal após o relator da proposta, senador Jorge Viana (PT-AC), acatar modificações sugeridas por parlamentares da bancada ruralista.

Os destaques (mudanças) serão apreciados na próxima sessão da comissão. Após votação de destaques, o  texto seguirá para o plenário do Senado e, se aprovado, retornará à Câmara.

Foram apresentadas mais de 200 emendas ao relatório. Para viabilizar a aprovação, Viana acolheu várias emendas individuais e uma emenda coletiva que modifica pontos do texto que desagradavam aos ruralistas, tais como a conversão de multa apenas para pequenos agricultores e donos de terras com até quatro módulos fiscais autuados por desmatamento até julho de 2008.

Com a nova redação, os benefícios passam a valer para grandes propriedades rurais que desmataram sem autorização ou licenciamento até julho de 2008. “Estamos possibilitando tirar a multa para todos os produtores. Crime é crime, se praticou crime ambiental e o pequeno pode recuperar, porque o grande não?”, disse a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (PSD-TO).

Viana também concordou em fazer ajustes no ponto do relatório que trata da recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs) – locais como margens de rios, topos de morros e encostas, considerados frágeis, que devem ter a vegetação original protegida.

O texto-base do projeto de reforma do Código Florestal já foi aprovado pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Ciência e Tecnologia (CCT) e Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado.

Leia mais em :  http://g1.globo.com.

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Papel de fibra de cana de açúcar promete reduzir impactos na natureza

Economizar papel é uma das primeiras bandeiras levantadas por empresas quando querem se dizer “verdes”. Faz sentido já que é bastante fácil colocar em prática e ainda reduz custos para a empresa, como aliás costuma acontecer com muitas iniciativas de foco ambiental embora poucos percebam isso.

A produção do papel, segundo alguns especialistas, contribui para desfigurar a paisagem natural, além de ser grande emissora de gases do efeito estufa e poluidora de rios e lagos. A empresa GCE Papéis, propôs mudar esse cenário, a partir da fabricação de papel feito de bagaço da cana de açúcar, o que segundo ela trará menos impactos ao meio ambiente.

A ideia foi pensada a partir de recentes estudos que comprovaram a existência de fibras de qualidade no bagaço da cana para a criação de papéis diversos com características de pureza, biodegradabilidade e reciclagem 100%.

As vantagens da produção de papel de fibras de cana de açúcar, também foram comprovadas. Uma delas é a quantidade reduzida de produtos químicos utilizados no processo de transformação, assim como na sua forma de branqueamento por meio da utilização do dióxido de cloro (ou ECF), que é menos poluente e já está sendo utilizado por muitas indústrias papeleiras do mundo.

O fato de a matéria-prima ser de grande abundância, oriunda das usinas de açúcar e álcool, torna a produção de papel mais sustentável e com redução de dejetos sólidos agrícolas despejados na natureza.

Ao contrário da madeira de reflorestamento, que necessita de muitos anos para ser utilizada na fabricação de papel, o bagaço da cana de açúcar é abundante praticamente o ano todo, com ciclo médio de 18 meses, o que permite menores gastos no manejo e retorno mais rápido.

De acordo com a GCE, que é a primeira empresa do Brasil a trabalhar com papel sulfite produzido de bagaço de cana de açúcar, o papel feito da fibra pode ser utilizado na produção de revistas, livros, materiais de escritório, folhas para impressão, papéis para desenho, embalagens e cadernos.

Fonte: Eco Desenvolvimento.

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O universo luminoso dos fungos bioluminescentes

A bioluminescência é um fenômeno natural bastante conhecido em alguns grupos de animais, como vaga-lumes, pirilampos, mosquitos, peixes e moluscos. Ela ocorre também em dezenas de espécies de fungos, embora poucas pessoas já tenham presenciado esse fenômeno. Até recentemente, o conhecimento sobre as espécies de fungos bioluminescentes estava concentrado, sobretudo, em regiões temperadas do hemisfério norte e na Australásia. Mas pesquisas recentes, na Mata Atlântica e na Amazônia, descobriram muitas espécies novas e novos registros de bioluminescência, evidenciando que pouco se conhece sobre a biodiversidade de fungos no Brasil.

Em geral, as espécies de fungos bioluminescentes ocorrem em ambientes florestais úmidos, pois dependem da umidade para se alimentar, crescer e reproduzir. Entretanto, mesmo quem visita com frequência a floresta não consegue observar facilmente essa intrigante característica de alguns fungos, principalmente porque a intensidade da emissão é fraca e os cogumelos são efêmeros e sazonais. Uma boa estratégia para tentar localiza-los é visitar a floresta à noite, especialmente no período de lua nova, crescente ou minguante, quando a mata está mais escura. Ainda assim, como geralmente se caminha na mata com lanternas, é necessário fazer paradas sem iluminação por alguns minutos, observando o solo, até que os olhos se habituem à escuridão, e a luz dos fungos possa ser identificada.

Todas as emissões de luz em fungos são esverdeadas, com comprimento de onda em torno de 530 nanometros. Mas existe uma variação de quais partes do fungo emitem luz entre as diferentes espécies. Basicamente, seu corpo é formado por dois tipos de estruturas: o micélio (corpo vegetativo), responsável pelo forrageio, obtenção de alimento e crescimento, e os corpos de frutifi cação (cogumelos) que asseguram a reprodução sexuada e a dispersão dos esporos. Muitas das espécies de fungos bioluminescentes emitem luz apenas do micélio, enquanto outras exibem a bioluminescência restrita ao cogumelo; raramente as duas estruturas emitem luz na mesma espécie.

A maioria dos fungos bioluminescentes é saprófita, ou seja, alimenta-se de matéria orgânica morta de origem vegetal, como folhas, gravetos e troncos. Eles têm uma enorme importância para o funcionamento dos ecossistemas terrestres em todo o planeta, atuando na ciclagem de nutrientes e na nutrição das plantas. Análises filogenéticas moleculares evidenciaram que os fungos bioluminescentes são polifiléticos, isto é, representados por algumas linhagens que, em certos casos, evoluíram de forma independente em relação à emissão de luz. Os fungos bioluminescentes estão distribuídos em três linhagens (mas possivelmente são quatro), confirmando a ideia de que a bioluminescência, algumas vezes, evoluiu independentemente nos fungos.

Por que os fungos emitem luz?

Entre os organismos bioluminescentes, os fungos são os menos conhecidos: não se sabe muito sobre o mecanismo das reações químicas associadas a esse processo, nem por que ele ocorre. A bioluminescência em fungos é decorrente de uma reação química que leva à emissão constante de luz e depende sempre da presença de oxigênio para se manifestar. Algumas hipóteses foram levantadas para explicar o fenômeno, tanto ecológicas quanto fisiológicas.

Bioluminescentes  na Amazônia

Embora sejam conhecidas dezenas de espécies de fungos bioluminescentes no mundo, apenas uma é conhecida na Amazônia. As recentes descobertas de espécies tropicais na Mata Atlântica são oriundas do esforço dos pesquisadores que, após serem informados por moradores locais, se dispuseram a investigar a existência dessa biodiversidade e se surpreenderam com as muitas espécies que ocorrem no Petar.

Como na Amazônia o conhecimento sobre a diversidade de fungos ainda é incipiente, e depende da presença dos especialistas, é provável que novas espécies existam e corram risco de extinção antes mesmo de serem descritas e catalogadas. Caboclos e ribeirinhos, que andam na floresta durante a noite para caçar, já repararam que muitas vezes folhas e galhos no chão brilham. O que eles não sabem é que essas espécies relativamente comuns são fungos não descritos e, portanto, desconhecidas para a ciência.

O biólogo João de Godoy foi o primeiro pesquisador a recolher o cogumelo luminoso e perceber que ali estava uma variedade nova. “Estamos perto de uma lista de quase dez espécies novas de cogumelos bioluminescentes em plena Mata Atlântica.”

Eles tiveram que se embrenhar na escuridão para encontrar algumas amostras. “A reação que acontece, do ponto de vista químico, é similar ao que acontece com o vaga-lume”, explica Cassius.

Veja mais em:http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/o_universo_luminoso_dos_fungos_bioluminescentes_imprimir.html

e Globo Repórter.

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Lixo eletrônico vira terra-rara

Agência FAPESP – Uma pesquisa realizada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) sobre o reprocessamento de ímãs de neodímio-ferro-boro (NdFeB) abre caminho para o descarte sustentável dos ímãs contidos nos discos rígidos de computadores fora de uso e para o desenvolvimento de tecnologias da cadeia produtiva de terras-raras.

Terras-raras compõem um grupo de 17 elementos químicos – entre os quais cério, praseodímio, térbio e neodímio – com aplicações diversas, como na produção de supercondutores, catalisadores e componentes para carros híbridos.

Realizada com bolsa da FAPESP durante o projeto, a pesquisa de Elio Alberto Périgo empregou uma série de ímãs sinterizados disponíveis comercialmente no mercado.

Segundo ele, a categoria de ímãs é a mais adequada para aplicações que demandem propriedades mais restritivas, como o uso em produtos tecnológicos de alto desempenho, e de maior valor agregado em relação aos ímãs aglomerados, que combinam material particulado e resina e têm propriedades magnéticas menores.

Périgo buscou comprovar a possibilidade de reprocessar o neodímio-ferro-boro e alcançar propriedades superiores às das ferrites, usadas atualmente para a produção dos tipos mais simples de ímãs.

“É o material de menor custo disponível no mercado, mas suas propriedades são relativamente baixas. A aplicação ocorre quando as propriedades magnéticas não são restritivas, como pequenos motores elétricos e alto-falantes”, disse.

Para avançar na tentativa de reciclar compostos sinterizados de NdFeB para fabricar novos ímãs e manter as características originais, o pesquisador realizou o estudo por meio do processo HDDR. A técnica combina as etapas de hidrogenação, desproporção (transformação da fase magneticamente dura em outras fases), dessorção (retirada de hidrogênio da estrutura cristalina do composto previamente hidrogenado) e recombinação (obtenção da fase magneticamente dura com tamanho de grão inferior ao inicial) em ligas à base de neodímio-ferro-boro.

A pesquisa indicou a possibilidade do emprego do material reprocessado em aplicações nas quais é preciso elevada resistência à desmagnetização. E resultou no depósito de uma patente, tendo como titulares Périgo, o IPT, a FAPESP e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), no qual o pesquisador realizou seu doutorado, também com Bolsa da FAPESP.

De acordo com o IPT, embora o material empregado nos ensaios fosse proveniente de ímãs comerciais, o estudo mostrou a viabilidade de extrapolar os dados obtidos para o reaproveitamento dos ímãs contidos em discos rígidos.

Segundo Périgo, os compostos de neodímio-ferro-boro encontrados nos dois produtos têm vários pontos em comum, como não poderem ser expostos ao ar para evitar a oxidação e a perda de propriedades ou pequenas variações de composição, que implicariam poucas alterações nas condições de temperatura e pressão para o processamento.

Para o pesquisador, o aproveitamento dos materiais magnéticos é uma alternativa para fomentar o mercado nacional de reciclagem do lixo eletrônico. Em cada disco rígido, são encontrados cerca de 30 gramas de material magnético, o que configura uma grande oportunidade para a destinação sustentável de computadores antigos.

“Quando o consumidor troca o computador, ele descarta o equipamento porque busca uma maior capacidade de processamento, por exemplo, e não porque o ímã parou de funcionar”, explicou. “O material magnético continua operante e nas mesmas condições da época em que o computador foi comprado.”

A fabricação de ímãs permanentes de alto desempenho é possível somente com o emprego das terras-raras, o grupo no qual está presente o neodímio. O mercado é atualmente dominado pela China, mas as recentes reduções nas quantidades de materiais que o país pode exportar aumentaram as dúvidas pela continuidade do abastecimento e impulsionaram projetos de desenvolvimento de empreendimentos de mineração em todo o mundo, principalmente no Canadá e na Austrália.

“Recentemente, o preço desses elementos subiu de forma abrupta, e no Brasil quem utiliza ímãs em compressores, motores e a indústria eletroeletrônica precisam importar esses materiais, já que não existem substitutos nacionais”, disse Périgo.

FONTE: Agência FAPESP.

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Relator da Comissão de Meio Ambiente do Senado adia leitura de parecer sobre Código Florestal

Jorge Viana pediu mais tempo para analisar sugestões apresentadas pelos senadores. Ele pretende apresentar relatório na próxima segunda

A Comissão de Meio Ambiente do Senado adiou para a próxima semana a leitura do relatório sobre o novo Código Florestal. O relator da proposta, Jorge Viana (PT-AC), alegou que precisava de mais tempo para analisar o grande número de emendas apresentadas. Algumas delas foram entregues apenas ontem no final da tarde. O relatório deve ser lido na próxima segunda-feira, em reunião extraordinária, e votado na quarta.

Viana disse que tem de discutir com os demais senadores a inclusão ou não das novas sugestões ao texto. Um dos itens mais polêmicos em discussão é a recomposição das matas ciliares.

A bancada ruralista quer isenção total de reposição para as matas ciliares desmatadas até 22 de julho de 2008 na beira de rios de até de dez metros de largura. Pelo texto em análise, os produtores precisam recompor o equivalente a metade dessas áreas.

Fonte: Congresso em foco.

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Vazamento da Chevron diminui, mas mancha cresce

Volume de óleo que sai de poço da Chevron se reduz, porém petróleo se espalha mais, afirma diretor da ANP. Agência diz que multa a petroleira ‘será alta’ e que houve falha na operação; delegado aponta crime ambiental

Imagens submarinas feitas pela Chevron ontem indicaram que o fluxo de óleo que há dez dias sai de um poço da empresa no pós-sal da bacia de Campos está diminuindo, mas o volume de petróleo que já foi liberado para o mar é bem maior do que o informado inicialmente.

De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo), o vazamento ocorreu por problemas de operação da petroleira, e não por falhas geológicas. Segundo Haroldo Lima, diretor-geral da ANP, o relatórios da equipe do órgão que acompanha na Chevron as operações para interromper o vazamento iniciado no dia 7 informa que ele é residual. Vazaram 2.300 barris.

Ele admitiu, no entanto, que a mancha cresceu nos últimos dias, já que a tendência do óleo é se espalhar. Segundo Lima, a mancha estaria seguindo para o sudeste e já estaria bem diluída.

“O primeiro estágio de cimentação do poço foi concluído hoje com sucesso. Com o fechamento do poço, a mancha vai deixar de ser alimentada.” O escapamento do petróleo para a superfície ocorreu a 150 metros do poço, informou Lima.

Ao todo serão cinco etapas para o fechamento do poço, e a previsão é que o trabalho seja concluído no sábado. Lima disse ainda que a multa à Chevron “será alta”, mas não soube informar o valor. “Temos que avaliar as causas. No princípio eles argumentaram que o acidente foi por causas naturais, mas não aceitamos, vamos investigar”, disse o diretor.

Para o delegado Fábio Scliar, da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, da PF, no Rio, não há dúvida de que houve crime ambiental. “O crime de poluição já está configurado”, afirmou.

Os funcionários da empresa que estão na plataforma serão chamados a depor no inquérito aberto pela PF a partir na próxima semana.

Sinal vermelho
O secretário de Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, quer impor o máximo de punições à empresa. “É um sinal vermelho para o pré-sal que vem aí, por isso apoiamos a ação criminal da PF, não pode ficar barato.”

Segundo o oceanógrafo David Zee, que foi nomeado pela PF como perito técnico para avaliar o caso, o óleo que vaza leva de oito a nove horas para atingir a superfície.

“O óleo continua vazando, não houve estancamento. A mancha tem aumentado, o que não quer dizer que o vazamento não tenha diminuído. O mar e vento podem estar espalhando mais a mancha”, comentou. A Marinha confirmou essa informação.

Como ocorreu o acidente?
A empresa suspeita de que uma fratura provocada por procedimentos de estabilização do poço de avaliação, que estava sendo perfurado, tenha liberado o petróleo que vazou por uma falha geológica.

O que dizem especialistas?
Alguns questionam se não houve erro de avaliação. Há suspeitas de que a perfuração tenha sido mais profunda que o planejado.

Qual o volume total de óleo espalhado no mar?
Ainda não há consenso. Segundo a ANP, a concessionária informou que, no dia 11.nov, o vazamento era de até 330 barris de petróleo por dia. Especialistas dizem que o volume pode ser muito maior.

FONTE: Folha de São Paulo.

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Bactéria converte açúcar em biodiesel

A bactéria E. coli é conhecida por fazer parte da chamada “flora intestinal” do ser humano. Ela também é a vilã em muitos casos de intoxicação alimentar. Em breve, porém, ela pode ficar ainda mais famosa, mas por conta de seu potencial para o meio ambiente.

Já é sabido que a bactéria é capaz de converter açúcar em biodiesel (ou, para ser mais exato, em derivados similares à gasolina), mas o custo dessa transformação é alto demais. Cientistas da universidade norte americana de Stanford, porém, decidiram investigar se há uma maneira de transformar a conversão que a E. coli faz em um processo mais produtivo.

Os estudos indicaram que a bactéria possui um potencial de conversão grande e rentável. O mecanismo que transforma açúcar no precursor do biodiesel é poderoso, mas rigorosamente controlado pela célula. Isso significa que os comandos que teriam de ser enviados para a E. coli para que ela comece o processo em larga escala são muito específicos.

O conhecimento que se tem hoje sobre a bactéria não é suficiente para que os cientistas consigam entender como se daria o processo, mas os pesquisadores de Stanford foram capazes de isolar todas as partes que trabalham na conversão. Dessa maneira, o estudo do processo se torna mas eficaz – e evita que as próprias bactérias sejam danificadas.

O produto final do processo feito pela E. coli não é a gasolina ou o biodiesel que vai nos carros, mas é um antecessor desse combustível – e sem os conhecidos problemas que os combustíveis fósseis apresentam. Se os cientistas conseguirem manipular a produção a ponto de diminuir seu custo, o positivo impacto ambiental seria enorme.

FONTE: Planeta Sustentavel.

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Árvores com nanopartículas de ouro brilhante.

As lâmpadas consomem muita energia e muitas ruas são iluminadas.Isso poderia mudar se cada lâmpada passa-se a ter a fluorescência obtida das folhas das árvores. Os cientistas conseguiram estabelecer nanopartículas de ouro brilhante dentro das folhas de uma planta.Estes diodos emissores de luz bio (LEDs biológicos) que absorvem CO2 da atmosfera durante durante 24h por dia!
Na Universidade Nacional de Cheng Kung na Tailândia, o Dr. Yen-Hsun Su descobriu que era possível induzir uma planta a emitir luz através da adição de nanopartículas de ouro às folhas de uma Bacopa caroliniana. O efeito produzido por este experimento revelou-se através de uma emissão avermelhada da clorofila.
Apesar de a experiência ter sido realizada em plantas Bacopa caroliniana (encontrada abundantemente na zona sul do EUA), é possível obter reacções idênticas a partir de outras plantas e até mesmo árvores.
Essas nanopartículas tornam-se um material de absorção e emissão de luz introduzidos em plantas é atingida pela projeção de luz a brilhar no mundo.Portanto LEDs orgânicos podem ser usados para iluminação pública ou re-emitting lados de estradas para melhorar a visibilidade de condução evitando possíveis acidentes.Este sistema além de economizar energia e evitar emissões, absorve dióxido de carbono porque a bio luminescência do LED permite que o cloroplasto da planta realize fotossíntese de forma constante.
A clorofila nas folhas da a cor verde e tem capacidade de absorver certos comprimentos de onda da luz. No entanto, após a exposição à luz violeta, a clorofila também pode produzir sua própria luz. Quando exposto à luz com comprimentos de onda de 400 nanômetros, a clorofila é iluminada em vermelho.
Como a luz violeta é difícil de encontrar pode- se utilizar nanopartículas de ouro, que pode ser encontrado em água muito salgada e ácida.Quando os comprimentos de onda curta da luz, invisível ao olho humano, entra em contato com nanopartículas de ouro, violeta é produzido.
É uma tecnologia sustentável e ambientalmente amigável!Com estas plantas brilhantes, reduzir-se-ia tanto o consumo de energia, como poluição luminosa, enquanto as estas efectuavam o seu habitual trabalho de absorção de CO2. A integração destas nanopartículas poderá potenciar a plantação de mais árvores e plantas nas cidades, o que por si só seria outro ganho.

Imagine que seria como viver em Pandora, o fantástico mundo da ficção (cheio de luz), incrivelmente representado no filme Avatar… ou pelo menos ligeiramente parecido…

FONTE: Natureza Ecológica.

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