As lâmpadas consomem muita energia e muitas ruas são iluminadas.Isso poderia mudar se cada lâmpada passa-se a ter a fluorescência obtida das folhas das árvores. Os cientistas conseguiram estabelecer nanopartículas de ouro brilhante dentro das folhas de uma planta.Estes diodos emissores de luz bio (LEDs biológicos) que absorvem CO2 da atmosfera durante durante 24h por dia!
Na Universidade Nacional de Cheng Kung na Tailândia, o Dr. Yen-Hsun Su descobriu que era possível induzir uma planta a emitir luz através da adição de nanopartículas de ouro às folhas de uma Bacopa caroliniana. O efeito produzido por este experimento revelou-se através de uma emissão avermelhada da clorofila.
Apesar de a experiência ter sido realizada em plantas Bacopa caroliniana (encontrada abundantemente na zona sul do EUA), é possível obter reacções idênticas a partir de outras plantas e até mesmo árvores.
Essas nanopartículas tornam-se um material de absorção e emissão de luz introduzidos em plantas é atingida pela projeção de luz a brilhar no mundo.Portanto LEDs orgânicos podem ser usados para iluminação pública ou re-emitting lados de estradas para melhorar a visibilidade de condução evitando possíveis acidentes.Este sistema além de economizar energia e evitar emissões, absorve dióxido de carbono porque a bio luminescência do LED permite que o cloroplasto da planta realize fotossíntese de forma constante.
A clorofila nas folhas da a cor verde e tem capacidade de absorver certos comprimentos de onda da luz. No entanto, após a exposição à luz violeta, a clorofila também pode produzir sua própria luz. Quando exposto à luz com comprimentos de onda de 400 nanômetros, a clorofila é iluminada em vermelho.
Como a luz violeta é difícil de encontrar pode- se utilizar nanopartículas de ouro, que pode ser encontrado em água muito salgada e ácida.Quando os comprimentos de onda curta da luz, invisível ao olho humano, entra em contato com nanopartículas de ouro, violeta é produzido.
É uma tecnologia sustentável e ambientalmente amigável!Com estas plantas brilhantes, reduzir-se-ia tanto o consumo de energia, como poluição luminosa, enquanto as estas efectuavam o seu habitual trabalho de absorção de CO2. A integração destas nanopartículas poderá potenciar a plantação de mais árvores e plantas nas cidades, o que por si só seria outro ganho.
Imagine que seria como viver em Pandora, o fantástico mundo da ficção (cheio de luz), incrivelmente representado no filme Avatar… ou pelo menos ligeiramente parecido…
FONTE: Natureza Ecológica.











Bactéria converte açúcar em biodiesel
A bactéria E. coli é conhecida por fazer parte da chamada “flora intestinal” do ser humano. Ela também é a vilã em muitos casos de intoxicação alimentar. Em breve, porém, ela pode ficar ainda mais famosa, mas por conta de seu potencial para o meio ambiente.
Já é sabido que a bactéria é capaz de converter açúcar em biodiesel (ou, para ser mais exato, em derivados similares à gasolina), mas o custo dessa transformação é alto demais. Cientistas da universidade norte americana de Stanford, porém, decidiram investigar se há uma maneira de transformar a conversão que a E. coli faz em um processo mais produtivo.
Os estudos indicaram que a bactéria possui um potencial de conversão grande e rentável. O mecanismo que transforma açúcar no precursor do biodiesel é poderoso, mas rigorosamente controlado pela célula. Isso significa que os comandos que teriam de ser enviados para a E. coli para que ela comece o processo em larga escala são muito específicos.
O conhecimento que se tem hoje sobre a bactéria não é suficiente para que os cientistas consigam entender como se daria o processo, mas os pesquisadores de Stanford foram capazes de isolar todas as partes que trabalham na conversão. Dessa maneira, o estudo do processo se torna mas eficaz – e evita que as próprias bactérias sejam danificadas.
O produto final do processo feito pela E. coli não é a gasolina ou o biodiesel que vai nos carros, mas é um antecessor desse combustível – e sem os conhecidos problemas que os combustíveis fósseis apresentam. Se os cientistas conseguirem manipular a produção a ponto de diminuir seu custo, o positivo impacto ambiental seria enorme.
FONTE: Planeta Sustentavel.