8 dicas para um Natal mais sustentável

O site planeta em perigo publicou algumas dicas para deixar o Natal mais sustentável!!

Para muitos, Natal é uma época de esbanjar: ceia farta e presentes para todos. Que tal repensar um pouco o modelo e ter alguns cuidados para evitar o desperdício? Veja as oito dicas a seguir:

1. Cuide com excessos na ceia

Calcule a quantidade de alimentos feitos para a ceia de Natal e evite o desperdício. Distribua o que sobrar para os convidados da festa ou congele para comer em outra ocasião. Opte por alimentos orgânicos sempre que possível. O site Love food,Hate Waste pode ajudar no cálculo da quantidade de alimentos.

2. Reutilize os papéis de presente

Reutilize papéis de presente que você já tem em casa e guarde os que ganhar nesse Natal para reutilizar. Outra ideia para economizar nos pacotes é embalar os presentes apenas com um laço ou um pequeno enfeite, sem gastar papel para isso. Além disso, opte por presentes de natal mais sustentáveis.

3. Desligue o pisca-pisca

Enfeitou a árvore e a casa com luzes pisca-pisca? Não as deixe ligadas por muito tempo, principalmente quando ninguém estiver no cômodo em que elas estão. Deixe-as ligadas somente nos momentos especiais e economize energia!

4. Não utilize louças descartáveis

Opte por pratos, copos e talheres não descartáveis, evitando o desperdício de plástico. Assim, a mesa da Ceia fica também mais bonita.

5. Incentive o desenvolvimento local

Já deve ter acontecido com você: abrir uma embalagem de papelão, encontrar outra de plástico, outra de papel e só então o produto realmente comprado. O excesso de embalagens é frequente principalmente em alimentos, e nessa época pode ser visto principalmente em panetones e bolachas. Que tal procurar alimentos menos industrializados? Panificadoras e cozinheiros locais podem ter opções de alimentos com menos conservantes e embalagens.

6. Reutilize a decoração

Opte por objetos de decoração reaproveitáveis e os armazene com cuidado para usar no ano seguinte. Outra ideia é decorar com vasos de plantas da estação.

7. Utilize velas para iluminar a festa

Que tal dar um charme ainda maior para a festa e economizar energia elétrica? Uma ideia é iluminar a ceia com velas. Se elas forem feitas à base de soja, mais sustentável ainda.

8. Troque os cartões de Natal por uma ligação

Ao invés de mandar cartões de Natal, que tal ligar para as pessoas ou falar com elas pessoalmente? Assim, evita-se o desperdício de papel e os recursos usados para o envio.


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África do Sul sediará primeiro observatório de mudanças climáticas do mundo

O primeiro observatório de mudanças climáticas do mundo está sendo construído na Cidade do Cabo, África do Sul, pela International Polar Foundation (IPF). O observatório terá como foco fornecer informações científicas sobre o planeta e as suas mudanças ao aquecimento global.

O Observatório Polaris de Mudanças Climáticas será construído no Victoria & Albert Waterfront da Cidade do Cabo. O projeto pretende servir como um caminho para sustentabilidade, oferecendo a visitantes de todas as idades exposições permanentes e temporárias, atividades educacionais e de conscientização, novas formas de apresentar fatos e números sobre o clima, novidades da ciência e inovações do setor.

Leia mais em: Africa 21 digital.

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Árvore de designer coleta chuva e seca roupas

A designer norte-americana Christina Bertea criou uma árvore ecológica. Durante os meses de chuva, ela usa material reciclável (como banners que iriam para o lixo) para coletar a água e, através de canos PVC, transferir para barris de estoque.

Quando os meses de chuva passam, o design de Bertea contempla a possibilidade de utilizar a árvore como um varal para secar suas roupas. A instalação une bem funcionalidade com beleza e funciona de maneira excepcionalmente complementar: com função para quando chove ou quando faz sol.

A estrutura foi feita usando uma base de guarda-chuva quebrada, madeira, fio de varal e o banner que Christina salvou do lixo após uma convenção em sua cidade. O objetivo da designer era de criar uma instalação que tivesse o máximo de funções possível e, simultaneamente, fosse uma espécie de escultura, algo bonito para seu quintal. A “árvore da chuva” é tudo isso – além de ser ecologicamente correta por coletar água da chuva e poupar energia ao substituir máquinas de secar.

O design é criativo, mas para quem tem alguma habilidade para construir coisas, criar uma versão da árvore em casa não é tão difícil. E pode ser bastante útil.

Fonte: INFO Abril.

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A máquina que come lâmpadas e pilhas

A empresa britânica reVend Recycling (assim mesmo, com minúscula) desenvolveu uma máquina que engole lâmpadas e pilhas usadas. Além de separar os produtos para reciclagem, ela também oferece bônus para a pessoa trocar por descontos em compras. Os primeiros exemplares foram instalados em lojas algumas lojas da rede de móveis e decoração Ikea, em Londres. Nessas lojas, quem deposita suas lâmpadas e pilhas ganha vales que podem virar doações para ONGs ambientais ou de defesa das crianças.

As máquinas aceitam lâmpadas incandescentes, fluorescentes e até as modernas LEDs. E pilhas de qualquer formato. O mecanismo pode identificar as lâmpadas e pilhas por tipo e fabricante. E encaminhar cada um para seu centro de reciclagem. A reVend Recycling diz que tem acordos para instalar as máquinas em todo Reino Unido, Alemanha e Dinamarca. E que planeja chegar a outros países da Europa e aos Estados Unidos em breve.

As máquinas funcionam como as versões anteriores, que engolem garrafas, e são populares na Europa e nos EUA. Há alguns meses, dois brasileiros criaram a empresa Susten Trading, que distribuíu 7 máquinas em supermercados em Jundiaí, no interior de São Paulo. Elas engolem embalagens com formato cilíndrico (como garrafas e latinhas) de plástico, vidro ou alumínio. Mas faltava uma solução para outros produtos.

Descartar lâmpadas incandescentes é usadas é um tremendo problema. Tomara que essas máquinas prosperem.

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“Eco-poste” de luz usa energia solar e eólica

Uma empresa americana, a Savwatt, especializada em lâmpadas LED, está produzindo um poste de luz sustentável que utiliza energia eólica e solar para iluminação eficiente e ecologicamente correta.

O poste usa apenas recursos naturais – vento e sol – para carregar a bateria que irá alimentar a lâmpada LED (também um tipo de lâmpada mais sustentável e eficiente). Há uma turbina de vento, silenciosa e que não machuca os pássaros que voem próximos a ela, e um painel solar de alta eficiência e com uma bateria de 36 horas para guardar a energia, para garantir uma iluminação que dure e não precise de manutenção. Segundo o site da empresa, o poste pode passar por 50 mil horas de funcionamento antes de precisar de algum reparo.

O eco-poste é bastante resistente (produzido com materiais resistentes à água, sujeiras, sal e elementos corrosivos), versátil e fácil de ser instalado. Ele já está disponível para instalação nos Estados Unidos. Em um primeiro momento, o público alvo é a população em geral, o próprio site da empresa oferece venda em varejo, mas essa seria uma tecnologia interessante para governos que queiram reduzir sua pegada de carbono.

Fonte: Info online.

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Canadá abandona Protocolo de Kyoto

O Canadá se tornou, nesta segunda-feira, o primeiro país signatário a abandonar o Protocolo de Kyoto, que estabelece metas de emissão de gás carbônico, elemento responsável pelo aquecimento global.

O ministro do Meio Ambiente canadense, Peter Kent, fez o anúncio um dia depois da cúpula sobre o clima de Durban, na África do Sul, terminar sem consenso sobre a adoção de um acordo substituto para o protocolo, que expira no final de 2012.

Com o a medida, o Canadá ficará desobrigado de pagar mais de US$ 13 bilhões em compensação por suas emissões, a fim de atingir a meta designada aos países de industrialização antiga.

Originalmente, o Canadá se comprometeu a reduzir suas emissões em 6% até 2012. No entanto, em 2009, as emissões canadenses já haviam crescido em cerca de 30%.

O governo conservador do Canadá anunciou, em 2007, que não buscaria alcançar as metas de Kyoto, culpando o governo anterior por aceitar “metas irreais”.

Fonte: BBC Brasil.

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Macaco-prego ataca florestas de pinus

O macaco-prego, um bichinho ágil e inteligente, descobriu no pinus uma fonte de alimento no inverno. O hábito, que teve os primeiros registros nos anos 50 no Brasil, se intensificou na última década e tem provocado dor de cabeça entre os silvicultores. O ataque chega a causar a morte da árvore e, para um setor que de­­pende da produtividade das florestas plantadas, o primata, que pesa menos de 4,5 quilos, vi­­rou um inimigo.

Mas, nem por isso, o controle pode ser feito sem critérios. O abate, por exemplo, é crime am­­biental. “O macaco-prego é natural da Mata Atlântica e não pode ser chamado de praga para a silvicultura”, afirma o biólogo e su­­pervisor de Gestão Sócio-Am­­biental da Remasa, em Bituruna, Dieter Liebsch.

O Paraná tem 12% de mata nativa, segundo o Instituto Para­­naense de Desenvolvimento Eco­­nômico e Social (Ipardes), e é nes­­sa faixa que as famílias de macaco-prego vivem. Entre os meses de maio e novembro, como lembra Liebsch, falta alimento na floresta nativa e os bichos saem em busca de comida. Para não cor­­rer o risco de ser caçado por uma jaguatirica, o primata evita atravessar a floresta pelo chão. Eles pulam de galho em galho até alcançar o terço superior dos pinus.

A casca do pinus é arrancada com os dentes pelo macaco-prego. Seu objetivo é degustar a seiva, que circula pelo caule para levar alimento à planta. “A retirada da casca pode ser parcial, onde ele retira apenas uma lasca, comumente chamada de janela, ou total, quando o descascamento se dá ao longo de toda a circunferência do caule, causando um anelamento”, acrescenta Liebsch. O biólogo explica que o anelamento é o mais prejudicial ao pinus, pois mata a copa da árvore ou fragiliza a planta, que se torna porta de entrada para pragas florestais, como a vespa da madeira.

Árvores com mais de 4 anos são as preferidas dos primatas. Como o corte florestal pode ocorrer entre 6 e 14 anos, conforme o uso da matéria-prima, o ataque compromete a qualidade e o desenvolvimento da planta. Os danos podem ser vistos claramente em florestas já formadas. Árvores secas entre e fileiras irregulares denunciam as perdas de produvidade causadas pela invasão do primata.

Especialistas tentam entender bandos e medir prejuízos

A série de motivos que leva o macaco-prego a invadir as florestas de pinus ainda está sendo decifrada pelos pesquisadores, bem como os prejuízos causados pelos bandos. O trabalho tem sido mais difícil do que se imaginava.

No caso do projeto Desenvol­vi­­­mento de Propostas de Ma­­nejo para Minimizar os Danos Causa­dos pelo Macaco-Prego a Plan­­tios Flo­­restais, coordenado pela pesquisadora Sandra Bos­­mikich (Embrapa Florestas), os esforços começaram há nove anos. O estudo, relata San­­dra, começou a partir de uma de­­manda do setor produtivo e hoje engloba não so­­mente o Paraná, mas Santa Ca­­tarina e, futuramente, o Rio Gran­­de do Sul e São Paulo, que também re­­gistram ataques.

“Nós vemos o macaco-prego com muita preocupação”, afirma o presidente do Conselho Deli­bera­­ti­­vo da Associação Paranaen­se de Em­­presas de Base Florestal (Apre), Gil­­son Gero­nasso. Ele é admi­­nistrador da Re­­masa Reflo­­restadora, em Bituru­­na, na região Sul do estado.

“Já fizemos uma pré-análise na empresa e notamos que as ár­­vores, em sua grande maioria, não chegam a morrer, mas perdem a capacidade de produzir mais. Esse es­­tresse gerado na planta é propício para o ataque da vespa da madeira”, aponta.

Fonte: Gazeta do Povo.

Em Santa Catarina, a situação é semelhante. “Estamos fazendo o balanço e não temos dados concretos sobre isso (os prejuízos)”, lembra o presidente da Associa­ção Ca­­tarinense de Empresas Flo­­res­tais, Epitágoras Oliveira Costa.

Novos hábitos

O su­­pervisor de Gestão Sócio-Am­­­­biental da Remasa em Bituruna, Dieter Liebsch, lembra que o preocupante é que os hábitos desenvolvidos pelos primatas são repassados de geração em geração. Os macacos-pregos são considerados os mais inteligentes entre os primatas. Eles até utilizam pedras como fer­­ra­men­tas. Para o biólogo, o novo com­­por­tamento se explica mais pela inteligência do animal, que busca as áreas com alimentação farta, do que com o desmatamento das florestas originais. Os bandos podem ter descoberto que é mais fácil encontrar alimentação nas florestas de pinus do que nas ma­­tas nativas.

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Dilma prorroga decreto que adia cobrança de multa a desmatadores

O governo prorrogou, novamente, o decreto que suspende a cobrança de multas aplicadas a proprietários que descumprem a atual lei ambiental.A prorrogação do decreto, até 12 de abril de 2012, foi assinada pela presidente Dilma Roussef sexta-feira e publicada na edição desta segunda-feira do Diário Oficial.

A presidente já havia prorrogado o decreto em junho, em meio às discussões da reforma do Código Florestal, que foi aprovado no Senado no início deste mês e retornará para votação na Câmara, já que senadores apresentaram emendas ao texto.

O texto aprovado traz pontos polêmicos que causam embates entre ambientalistas e ruralistas. Uma dessas divergências gira em torno de dispositivo que suspende multas ambientais aplicadas até julho de 2008, desde que as áreas desmatadas sejam recuperadas.

Outro dispositivo do texto estabelece um prazo de cinco anos para que os proprietários rurais se adequem à legislação ambiental, para que não fiquem impedidos de receber crédito agrícola em instituições financeiras oficiais.

Dilma tem reafirmado que vetará trechos que considere prejudiciais ao país e se declarou contra a consolidação de áreas desmatadas ilegalmente e a anistia a desmatadores.

Fonte: Gazeta do Povo.

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Bridgestone lança conceito de pneu 100% reciclável que não precisa de ar

Um lançamento da empresa Bridgestone promete acabar com problemas como pneus furados e desregulados. Batizado de Air-Free, o novo conceito de pneu possui raios de borracha entrelaçados para criar resistência o suficiente para suportar até 150 kg sem a necessidade de ar.

O novo modelo foi apresentado no Salão de Tóquio, realizado entre os dias 2 e 11 de dezembro na capital japonesa. Por não ser inflável, ele não fura e, com isso, reduz os riscos de acidentes.

Além disso, o Air-Free é feito com uma mistura de resina termoplástica 100% reciclável. De acordo com a fabricante, o modelo poderá ser usado em qualquer carro, mas ainda não há informações de quando ele estará disponível para os consumidores.

Fonte: Eco Desenvolvimento.

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Proposta de divisão do Pará é rejeitada

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou à 0h40 da madrugada de hoje (12) a apuração final do plebiscito sobre a proposta de Divisão do Estado do Pará.Pelo resultado, 66,6% dos eleitores rejeitaram a criação dos estados de Carajás e do Tapajós,enquanto 33,4% se disseram favoráveis. Houve 1,05% de votos nulos e 0,41% em branco, em um total de 3,6 milhões de votos válidos.

Pelos dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará, 4.848.495 eleitores estavam aptos a votar, mas houve 1.246.646 abstenções, o equivalente a 25,71% do total. Os eleitores compareceram a 14.249 seções espalhadas em todo o estado.

Na votação, o eleitor teve de responder sim ou não a duas perguntas. Na primeira, se era a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós; e na segunda, se era a favor da divisão do Pará para a criação do estado de Carajás.O presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, disse ontem (11), em Belém, que a realização do plebiscito representou “um momento histórico” e comemorou o fato de a votação ter ocorrido de forma “ordeira e pacífica”.

“Realmente é um momento histórico extremamente importante, e isso mostra que a democracia brasileira está amadurecida e consolidada”, disse o ministro. “Novamente o povo brasileiro, notadamente o povo paraense, comparece às urnas de forma absolutamente ordeira e pacífica para manifestar a sua opinião quanto à possível separação do estado.”

Lewandowski lembrou que o gasto com a realização do plebiscito foi inferior ao estimado inicialmente, que era aproximadamente R$ 25 milhões. Segundo ele, as despesas ficaram em torno de R$ 19 milhões, incluindo o uso das Forças Armadas.

Fonte: Agência Brasil.

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