Artista pinta grafite que absorve a poluição do ar

Diante de uma paisagem urbana carente de verde, o artista de rua italiano Andreco arriscou um substituto. E o seu grafite representando uma árvore vai além de evocar a natureza ausente: o vegetal pintado também “purifica” o ar.

Trata-se da “Philosofical Tree”, uma árvore de 18 metros que diminui a poluição da atmosfera. Para isso foi usada um tipo especial de tinta em sua criação, chamado fotocatalítico, que absorve o monóxido de nitrogênio do ar ambiente (a mistura de neblina e fumaça que conhecemos como poluição).
De acordo com o artista, cada metro quadrado pintado é equivalente a retirar oito carros das ruas. A obra está na lateral de um edifício em Bolonha, na Itália, e foi criada como parte do Frontier Project, que tem como objetivo descobrir novas formas de arte de rua.
Ainda que o projeto tenha forte simbologia, é importante não esquecer das medidas concretas para combater a poluição da natureza, alertou o artista em seu blog. “Este é apenas um trabalho de arte conceitual, não uma solução. Para uma melhor qualidade do ar precisamos usar menos carros, abandonar os combustíveis fósseis e investir em energia renovável, agora”.

 

Fonte:Exame.com

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Começa na Coreia do Sul o Congresso Mundial da Água

 

 O Congresso Mundial da Água, que reunirá até 21 de setembro cerca de 7.000 profissionais, empresas e instituições de até 130 países de todo o mundo, começou neste domingo na cidade litorânea sul-coreana de Busan para abordar os principais desafios globais sobre a água.
O evento permitirá que “os principais profissionais mundiais de água troquem ideias, explorem as últimas tecnologias e debatam as questões fundamentais sobre a ciência e a prática de água”, informa a Associação Internacional da Água (IWA, na sigla em inglês) em comunicado.
Esta entidade, organizadora do Congresso, destacou como principais temas a tratar ao longo dos seis dias do evento as tecnologias de tratamento de água, seu uso energético, a influência no clima e na saúde do ser humano, e a gestão de serviços públicos, entre outros.
Após a cerimônia de abertura, o congresso terá suas sessões nesta segunda-feira com os discursos da ministra do Meio Ambiente da Coreia do Sul, Yoo Young-sok, e autoridades em matéria de água e ecologia do Banco Mundial e do Governo da Coreia do Sul.
O Congresso Mundial da Água é um evento bienal que nas sete edições anteriores foi realizado nas cidades de Montreal, Viena, Pequim, Marrakech, Melbourne, Berlim e Paris.
A cidade anfitriã da edição de 2012, Busan, segunda maior metrópole da Coreia do Sul com 3,6 milhões de habitantes, está ganhando importância como sede de convenções e destino turístico no Nordeste da Ásia por causa de suas praias, shoppings e hotéis de alto nível.
Fonte: Info.abril
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Governo sobe o tom com a bancada ruralista para tentar aprovar a MP do Código Florestal. Ontem, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), avisou que colocará a matéria na pauta de votação do plenário nos dias 18 e 19/9. É o último esforço para que a MP não caduque no dia 8 de outubro. Se a MP perder a validade, o governo ameaça cobrar as multas aplicadas a produtores por desmatamento até julho de 2008. A informação foi divulgada hoje em nota da coluna de Ilimar Franco, em O Globo.

As multas são aquelas adiadas pelo decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008, prorrogado 5 vezes desde a sua edição. O decreto expirou no dia 11 de junho e uma interpretação é que as multas voltaram a valer. O governo está usando esta sombra para pressionar a bancada ruralista.
O impasse para que o plenário da Câmara vote a MP gira em torno de qual texto será votado. O governo insiste em votar o texto original da medida provisória 571.
O texto sofreu modificações quando estava sendo analisado na comissão mista. Os ruralistas conseguiram aprovar uma emenda que retirava a proteção dos rios intermitentes, aqueles que secam em determinada época do ano. Para anular a emenda considerada desastrosa, a comissão negociou com a bancada ruralista uma regra que reduziu a proteção de margens de rio (até 15 módulos fiscais). No dia seguinte, o governo renegou o acordo da comissão mista.
Os ruralistas querem a aprovação do texto negociado na comissão mista. O governo sabe que no plenário eles ganham. Sem acordo no horizonte, a medida provisória poderá perder a validade no próximo dia 8.
Fonte: o Eco.
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Certificação LEED de construção verde ganha nova versão

O USGBC – Conselho de Construção Sustentável dos EUA apresentou oficialmente nesta terça-feira (11), durante a terceira edição da Greenbuilding Brasil Conferência & Expo, que acontece em São Paulo de 11 a 13/09, uma nova versão do selo LEED: a v4.

Criada com o objetivo de acompanhar os avanços do mercado e atender às novas necessidades do planeta, a certificação Leed v4 tem como principal meta reduzir ainda mais as emissões de CO2 das edificações certificadas – antes, durante e depois do processo de construção -, para melhorar a qualidade de vida nas cidades.

“A nova versão leva em conta uma série de critérios que conversam com questões como igualdade social e saúde. Acho isso fantástico. Às vezes, focamos tanto nos recursos naturais que nos esquecemos das pessoas. A LEED v4 aproxima ainda mais os pilares ambiental e social, dando um passo maior dentro do setor da sustentabilidade”, disse Tim Cole, presidente do Comitê Executivo do USGBC, em palestra na 3ª Greenbuilding Brasil Conferência & Expo.Entre as diferenças da LEED v4 para as versões anteriores da certificação estão:

- maior exigência à adoção de ações que minimizem o uso de recursos hídricos nos empreendimentos, na categoria Uso Racional da Água;
- priorização da ideia de “fazer mais com menos”, dando, respectivamente, maior valor à reutilização de recursos, otimização de produtos e promoção de práticas de extração responsáveis, na caterogia Materiais e Recursos e
- exigência de aumento de 20% na eficiência energética das novas construções e de 5 a 10% nas edificações já existentes, na categoria Eficiência Energética e Atmosfera.
100 projetos-piloto já estão em processo de certificação, segundo as normas LEED v4. Por enquanto, os empreendimentos que entrarem com pedido de certificação no USGBC podem escolher se querem ser avaliados de acordo com os critérios da nova versão, mas a partir de janeiro de 2013 a aplicação das normas LEED v4 será obrigatória.
Fonte: Info.abril
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Pesquisadores do Cetem usam cinzas de carvão mineral no tratamento de efluentes

Pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), do Ministério da Ciência e Tecnologia, estão aplicando cinzas de carvão mineral  no tratamento de metais de efluentes aquosos que podem alcançar corpos hídricos, de forma a reduzir o impacto no meio ambiente.

“Uma das  preocupações que a gente tem aqui é minimizar os impactos ambientais, fazendo um trabalho em duas frentes: buscar a redução da quantidade de efluentes líquidos gerados e fazer o tratamento desses efluentes que contêm metais em solução”, disse à Agência Brasil o chefe  do Serviço de Tecnologias Limpas do Cetem, Paulo Sérgio Moreira Soares.

Ele explicou que é feito primeiro um tratamento químico sobre os efluentes.  Na segunda etapa do tratamento, um dos métodos possíveis para fazer a remoção dos metais pesados é utilizar cinzas da queima do carvão mineral. “Os metais ficam retidos nas cinzas”. O objetivo é que os efluentes finais não tenham uma concentração de metais superior à permitida pela Resolução nº 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para o lançamento de efluentes em corpos líquidos, informou o pesquisador.

Moreira Soares disse que o uso dessas cinzas no tratamento de efluentes aquosos  ficou mais atraente. Há minerações de carvão geralmente próximas das instalações que utilizam o  carvão e produzem cinzas como rejeito sólido da operação”. As usinas termelétricas, por exemplo,  queimam carvão para gerar energia elétrica.

Ele esclareceu que as cinzas de carvão têm a propriedade, quando colocadas na segunda etapa de tratamento, de  remover os metais que ainda restam, depois que os efluentes passaram por uma etapa primária de tratamento. “As cinzas têm a vantagem de capturar os metais, impedindo que os efluentes aquosos alcancem o corpo hídrico com a presença  desses metais”, lembrou. As cinzas do carvão, se não forem usadas para reduzir o impacto ao meio ambiente, são descartadas ou aplicadas na indústria de cimento.

O trabalho do Cetem com o uso ambiental das cinzas obteve a patente Processo para Remoção de Manganês e Outros Metais Presentes em Baixas Concentrações em Efluentes Industriais, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A patente foi expedida no dia 24 de julho deste ano.

Soares observou, entretanto, que nada impede que as cinzas de carvão mineral sejam usadas para o tratamento de efluentes líquidos em outras instalações, além de minerações. Atividades como as indústrias químicas,  minerais e metalúrgicas podem também se beneficiar do processo, “desde que seja economicamente viável pelo transporte das cinzas para outro local”, salientou. A aplicação do produto se dá no local onde haja efluentes gerados pela queima de carvão mineral, explicou. Uma indústria instalada próximo de onde a cinza é gerada tem maior economicidade no processo.

Os pesquisadores do Cetem estão se dedicando agora à  modificação química das cinzas de carvão para que elas possam ser ainda mais eficientes na captura  dos metais pesados nos efluentes. A ideia, sustentou Soares, é “otimizar esse processo”. Ele pretende buscar uma patente dessa nova fase do trabalho até o fim do ano.

Fonte: Uol.

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Governo publica MP que reduz tarifa e renova concessões

A Presidência da República publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira a Medida Provisória que cria mecanismos para redução das tarifas de energia elétrica e que permite renovação das concessões do setor que vencem entre 2015 e 2017.

O anúncio do pacote em que o governo afirma que haverá uma redução média de 20,2 por cento nas tarifas de energia a partir de 2013 ocorreu na terça-feira.

Pelo texto da MP número 579, as concessões de geração de energia hidrelétrica poderão ser prorrogadas uma única vez pelo prazo de até 30 anos, “de forma a assegurar a continuidade, a eficiência da prestação do serviço e a modicidade tarifária”. Da mesma forma, poderão ser prorrogadas pelo mesmo período as concessões de transmissão e de distribuição de energia.

O texto da MP permite também a prorrogação, por até 30 anos, das usinas hidrelétricas destinadas à autoprodução (ou seja, para consumo da energia do próprio titular da usina) que tenham de 1 a 50 megawatts (MW) de potência. Pa r a as usinas termelétricas enquadradas na medida, a prorrogação poderá ser por 20 anos.

Em todos os casos, diz a MP, a prorrogação, sob as condições impostas pelo governo, tem de ser aceita expressamente pelos concessionários.

As concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica que não forem prorrogadas, por falta de interesse do titular, serão licitadas via leilão ou concorrência por até 30 anos, segundo a MP.

A principal condição para a renovação é a retirada, do preço das tarifas, da remuneração relativa a investimentos já amortizados – processo que contribuirá para a redução média de tarifas de energia de 20,2 por cento anunciada pelo governo.

Segundo a Medida Provisória, a receita das usinas e linhas de transmissão prorrogadas levará em conta, principalmente, os custos de operação e manutenção dos ativos, encargos, tributos e pagamento pelo uso dos sistemas de transmissão e distribuição.

A MP, porém, prevê que o governo poderá autorizar os concessionários a expandir as usinas hidrelétricas que tiveram os contratos prorrogados. Nesses casos, os investimentos adicionais poderão ser computados nas tarifas.

Para garantir a redução e eliminação de encargos do setor elétrico, a MP permite que a União adquira créditos que a Eletrobras detém contra a hidrelétrica Itaipu Binacional e destine esses recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Na véspera, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, explicou que os 3,3 bilhões de reais anuais que a União desembolsará para compensar a queda de arrecadação com os encargos do setor elétrico virão de créditos do governo junto à Itaipu Binacional, originados no financiamento da construção da usina, décadas atrás.

A MP reduz em aproximadamente 75 por cento a cobrança da CDE, extingue a cobrança da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e elimina a cobrança da Reserva Global de Reversão (RGR) das distribuidoras, de novos empreendimentos de transmissão de energia e das usinas e linhas de transmissão que tiveram as concessões renovadas.

As finalidades desses encargos, porém, continuarão existindo. Tanto é que o próprio governo estima que o saldo atual da RGR, de cerca de 20 bilhões de reais, deverá ser suficiente para cobrir as indenizações relativas aos ativos não amortizados das concessões que serão prorrogadas ou relicitadas.

A própria MP também autoriza tanto a RGR quanto a CDE a contratar operações de crédito para cobrir eventuais necessidades de indenização por retomada de concessões.

Fonte: Exame.abril

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5 pontos-chave sobre a redução do preço da energia elétrica

Fonte: www.exame.abril.com.br

A partir de janeiro de 2013, os consumidores brasileiros vão pagar em média 20,2% menos pela energia que consomem. O corte é reflexo de um pacote de redução de custos da energia elétrica anunciado nesta terça-feira pelo governo. Para atingir a modicidade tarifária, o governo vai atuar em três frentes: eliminação e redução de encargos, renovação das concessões de geração, transmissão e distribuição mediante comprometimento das empresas com critérios de qualidade, além de um aporte anual bilionário da União no sistema elétrico.

“Essas medidas são um passo importante para a redução das tarifas de energia, sejam as residenciais ou industriais”, diz Carlos Faria, presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace). “Mas ainda há espaço para mais”, salienta, lembrando que encargos e taxas representam apenas metade da conta de energia .

Outros 50% da tarifa são formados basicamente de impostos estaduais e federais, que sequer foram citados no anúncio. “Ainda assim, o pacote é positivo”, avalia João Carlos Mello, da consultoria Andrade & Canellas. “Principalmente para o setor industrial, que está com o PIB patinando. É uma visão de eficiência”, afirma. Confira a seguir estes e outros pontos importantes do pacote de energia que pretende ajudar a colocar a indústria e a economia brasileira nos trilhos:

1 – Adeus encargos “sem razão de ser”

Dois encargos (de um total de 13 que incidem sobre a tarifa de energia elétrica) serão eliminados. O primeiro é a Reserva Global de Reversão (RGR), que surgiu há mais de 50 anos com a finalidade de arrecadar dinheiro para um fundo destinado a cobrir indenizações de eventuais reversões nas concessões do setor elétrico.

Uma vez que o governo vai permitir a renovação das concessões, esse encargo – que tem reservas de R$ 16 bilhões – perde o motivo de existir. De acordo com o governo, a cobrança da RGR será extinta para as distribuidoras, para novos empreendimentos de geração e para as concessões prorrogadas.

Outro encargo que será eliminado é o Conta Consumo Combustível (CCC), que serve para subsidiar o uso de combustíveis por termelétricas em sistemas isolados, regiões não atendidas pelas linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional, como localidades do Norte. Com a expansão das redes, esse encargo (que arrecadou R$ 5,9 bilhões em 2011), torna-se praticamente dispensável.

Um terceiro encargo, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que serve para subsidiar as tarifas de energia dos consumidores de baixa renda e universalizar o atendimento por meio do Programa Luz Para Todos, será reduzida em 75%. Os programas sociais não serão prejudicados, segundo o governo.

2 – Injeção bilionária de recursos

O pacote de energia prevê um aporte anual de 3,3 bilhões de reais da União no setor elétrico brasileiro, o que vai contribuir para uma maior modicidade tarifária e evitar cortes nos programas beneficiados pelos recursos dos encargos reduzidos. De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Austin, parte dos recursos que serão transferidos ao sistema elétrico terão origem nos valores que a usina Binacional de Itaipu paga pela dívida que tem com o governo.

3 – Concessões: para prorrogar, vai ter que melhorar

Concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica que vão vencer entre 2015 e 2017 poderão ser prorrogadas. Mas para renovarem seus contratos, as concessionárias vão ter que cumprir critérios de qualidade e fazer investimentos contínuos para garantir a melhoria do serviço. As empresas também terão de aceitar redução nas tarifas calculadas, caso a caso, pela Aneel. Ao antecipar os vencimentos dos contratos para 2013, o governo vai ter que indenizar um grupo de concessionárias que não conseguiu recuperar o que investiu, no prazo de seu contrato, seja na construção de usinas, linhas de transmissão ou infraestrutura de distribuição.

Ao todo, existem 20 concessões vincendas na área de geração, representando 18% do parque gerador nacional. Na transmissão, são nove contratos com vencimento em 2015 (67% do sistema interligado nacional). Já na distribuição, são 44 contratos, com vencimento entre 2015 e 2016 (35% do mercado nacional).

4 – Redução para consumidores residenciais

A queda na tarifa de energia elétrica para os consumidores domésticos será de 16,2% e começará a valer a partir de 2013. A eliminação de encargos, acompanhadas do montante que a União aportará no setor, responde por 5,3% dessa baixa. Os outros 10,8% , segundo o governo, decorrem da redução da tarifa média de geração e da Receita Anual Permitida de transmissão, visto que essas concessões não terão mais ativos a depreciar ou amortizar.

5 – Redução para o setor produtivo

Já a queda na tarifa de energia elétrica para os consumidores industriais vai variar de 9% a 28%, dependendo da tensão. Os consumidores de alta tensão, principalmente os energo-intensivos, tais como a indústria de aço, o alumínio ou o cimento, deverão se beneficiar de um corte maior na tarifa final. Em nota, a Confederação Nacional das Indústrias prevê que a medida pode ajudar a reduzir em 4% o custo direto de produção industrial.

Fonte: Exame.abril

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Lontras ajudam a combater aquecimento global

Enquanto os seres humanos insistem em práticas que lançam cada vez mais CO2 na atmosfera, as lontras-marinhas estão empenhadas – ainda que de forma indireta – em reduzir a quantidade do gás poluente no planeta. Pelo menos é o que aponta pesquisa da Universidade da Califórnia, divulgada no periódico Frontiers in Ecology and the Environment.

Estudo, liderado pelo pesquisador norte-americano Chris Wilmes, mostrou que, nas regiões habitadas por lontras-marinhas, os ouriços-do-mar tendem a viver e se alimentar escondidos, em fendas oceânicas, o que diminui o consumo de algas marinhas – organismos responsáveis pela absorção de grandes quantidades de CO2 da atmosfera. Logo, onde há lontras, há um maior sequestro de gás carbônico.

Fonte: www.info.abril.com.br

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou dados de mais de 40 anos atrás até hoje a respeito da população de lontras-marinhas e de algas na Ilha de Vancouver, no oeste do Canadá. De acordo com Wilmes, a intenção da pesquisa é chamar a atenção da sociedade e, sobretudo, dos governos para a importância da inclusão de programas de preservação às lontras-marinhas em futuros planos de sequestro de carbono e combate ao aquecimento global.

Fonte: Info.abril

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Veja calendário de provas de concursos até novembro

Quem vai prestar concurso precisa ficar de olho no calendário. Até novembro serão realizadas provas de concursos importantes como da Câmara dos Deputados, Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Haverá ainda exames para vagas em tribunais de vários estados. Por isso, os candidatos devem ficar atentos não somente ao prazo de inscrições, escolaridade exigida e local da vaga, como também à data da prova objetiva, pois ao escolher mais de um concurso, o dia exame pode coincidir, fazendo com que ele tenha de optar por uma das seleções e, assim, perder o valor pago na taxa de inscrição.

Muitas provas foram marcadas para os dias 21 de outubro e 11 de novembro por causa do 2º turno das eleições, que será no dia 28 de outubro, e do feriado de Finados, que será no dia 2 de novembro.

No caso do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério da Fazenda, por exemplo, a prova é no mesmo dia, 21 de outubro. O exame da Agência Nacional de Águas (ANA) estava previsto para o dia 21 de outubro, mas foi remarcado para o dia 11 de novembro. Já no dia 18 de novembro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão aplicarão as provas.

Em dezembro, no dia 2, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (Goiás) e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo aplicarão as provas objetivas. Já no dia 9, será realizada a prova do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Fonte: G1.

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ONU alerta sobre risco de fracasso do mercado de carbono

Um painel da Organização das Nações Unidas (ONU) recomendou nesta terça-feira elevar os objetivos de redução de emissões de gases do efeito estufa para evitar o fracasso do mercado global de carbono que permite financiar tecnologia verde para os países em desenvolvimento.

Em um relatório publicado em Bangcoc, o grupo de especialistas advertiu que a queda do preço dos créditos de carbono põe “em perigo” os mecanismos de desenvolvimento limpo, através dos quais os países industrializados financiam projetos contra o aquecimento global em países em desenvolvimento.

Este sistema concede aos países em desenvolvimento créditos comercializáveis pela redução de cada tonelada de CO2, que depois os países industrializados podem comprar para cumprir seus compromissos com o protocolo de Kioto.

Os especialistas atribuem a diminuição do preço dos créditos à queda da demanda e à incerteza sobre a demanda futura, diante do temor de que vários países industrializados não assinem a extensão do Protocolo de Kioto, que expira no final do ano.

Entre outras 50 recomendações, o painel propôs que os países aumentem seus objetivos de redução de emissões perante a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e adaptem as correspondentes medidas para dar garantias aos investidores, incentivando a demanda.

“Os países devem, com toda a prioridade, restabelecer sua confiança nos mercados globais de carbono em geral e nos mecanismos de desenvolvimento limpo em particular”, disse o presidente do painel, Valli Moosa em comunicado.

Moosa acrescentou que os mecanismos de desenvolvimento limpo “ajudaram a combater a mudança climática mobilizando o setor privado através dos mercados”.

Segundo os especialistas, através deste sistema os países industrializados financiaram 4.500 projetos de redução de emissões e fixação de carbono em 79 países em desenvolvimento, que permitiram reduzir as emissões de gases estufa em mil toneladas durante a última década.

Fonte: Info.abril

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