Dilma diz que perseguirá expansão elétrica de forma planejada

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“Esse é um projeto que passa necessariamente pela cooperação entre setor público e privado. Voltamos a investir não só em geração, mas também em redes de transmissão e distribuição. Vamos continuar perseguindo essa expansão de forma planejada e consistente”, declarou Dilma no ato inaugural.

A hidrelétrica faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem capacidade de gerar energia para quatro milhões de habitantes, segundo dados da “Agência Brasil”.

A obra contou com recursos no valor de R$ 5 bilhões, com mais de 10% destinados a projetos socioambientais para minimizar o impacto da obra nos 12 municípios que de alguma forma foram atingidos pela construção da usina.

“Estamos na encruzilhada que mostra que é possível crescer e distribuir renda, manter a austeridade e, ao mesmo tempo, investir, é possível manter os empregos mesmo quando a crise bate forte no mundo e nos atinge de alguma forma”, afirmou a governante, que voltou a defender a matriz hidrelétrica.

De acordo com Dilma, “do ponto de vista ambiental é muito melhor energia hidrelétrica e mais seguro do ponto de vista de seus efeitos e consequências do que gerar energia nuclear. Não emite gases de efeito estufa e isso significa que temos um projeto de energia renovável.”

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Dilma veta 9 pontos do Código Floresta

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O principal veto da lei que será publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União retira do texto a flexibilização para a recuperação de áreas de preservação permanente nas margens dos rios.

Dilma devolveu ao texto a disposição que obriga os grandes proprietários a repor entre cinco e 100 metros de vegetação nativa nessas áreas de preservação permanente, dependendo do tamanho de suas propriedades cortadas por rios.

O projeto fora aprovado pelo Congresso em setembro, após ser impulsionado por grupos parlamentares vinculados a grandes fazendeiros e rejeitado pelos ecologistas, que o interpretam como uma abertura para uma maior atividade agropecuária em zonas já degradadas, como a Amazônia.

“Todos os vetos foram fundamentados na recuperação dos princípios da Medida Provisória de não anistiar, não estimular o desmatamento ilegal e estimular a justiça social no campo”, explicou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Em maio, Dilma vetara parcialmente o texto, que foi devolvido ao Congresso e que o Senado aprovou no mês passado.

Outro dos vetos de Dilma ao texto final proíbe o uso de árvores frutíferas para a recuperação de áreas degradadas em vez da vegetação natural.

Izabella Teixeira apontou que a lei necessitará de outros atos, como decretos, para regulamentar alguns pontos específicos do código, e que os vetos foram “pontuais” para recuperar os princípios que estavam na proposta original do Governo.

Fonte: Agência EFE.

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PR está a um passo de ter 6.º parque nacional

Uma faixa de terra repleta de Araucárias entre as BRs 277 e 376, na Serra do Mar, está prestes a se tornar a mais nova unidade federal de conservação ambiental no Paraná. O processo de criação do Parque Nacional Guaricana entra em fase final. Depois de anos de levantamentos e consultas, depende agora apenas de algumas canetadas. Encravada nos municípios de São José dos Pinhais, Morretes e Guaratuba, a área tem 40 mil hectares – o tamanho de Curitiba.

Parte da terra já pertence à União. A fazenda Guaricana, de 7 mil hectares, era do Banco Bamerindus e foi repassada ao governo. Em 2009, levantamentos foram realizados para avaliar a possibilidade de incorporar mais áreas conservadas. O engenheiro agrônomo Emerson de Oliveira participou dos estudos iniciais de implantação. Em meio à mata fechada, há registros de grandes felinos, como jaguatirica e puma. “É provável que até onças existam em função do tamanho e do estado de conservação”, diz.

Oliveira salienta que a área tem potencial para uso público, principalmente turístico. “Tem a facilidade de acesso pela rodovia e tem uma vista que pode ser comparada a que os visitantes encontram no Parque de Itatiaia (RJ). Para quem gosta de montanha, é um prato cheio. Além disso, existe um caminho antigo, semelhante ao do Itupava”, comenta. Algumas desapropriações deverão ser feitas. Contudo, não há moradores na área. “É uma das últimas oportunidades de criar uma área de Mata Atlântica desse tamanho”, diz.

Pelo ritmo da ameaça à natureza, Oliveira diz que as unidades de conservação podem ser “o máximo que conseguiremos deixar às futuras gerações, e isso se a legislação sobre esse tema também não for alterada”. Um dos empecilhos para a criação do parque seria o interesse do Ministério de Minas e Energia na liberação de três pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

Equipes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) já foram a Brasília pedir agilidade na criação do Guaricana. “Não sabemos por que ainda não saiu”, conta Mariese Muchailh, coordenadora de Biodiversidade e Florestas na Sema. “A área é importante e o estado tem interesse em sua criação”, destaca. O secretário estadual do Meio Ambiente, Jonel Iurk, defendeu a relevância da unidade a ser implantada e enfatizou que o governo federal tem tomado cuidado para dirimir os conflitos de uso da área antes da efetivação do parque.

O Ministério do Meio Ambiente informou, por nota, que “as propostas de criação de unidades de conservação federais têm sido encaminhadas para a Presidência da República somente após entendimentos internos e após pactuação com os estados abrangidos”.

Estado ficou seis anos sem novas áreas

O Guaricana deve ser o sexto parque nacional no Paraná e a décima quinta unidade federal de conservação no estado. Parques são áreas de proteção integral, em que somente turismo, educação ambiental e pesquisa são permitidos. São unidades de preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica.

A proximidade com outro parque – o Saint-Hilaire/Lange – é importante para formar o que os biólogos chamam de mosaicos: áreas que facilitam a troca genética entre as espécies e maior incidência de grandes mamíferos, que precisam de vastas extensões de terra para sobreviver.

Após seis anos sem o anúncio de novas unidades federais de conservação no Paraná, foi decretada, em junho, a criação da Reserva Biológica Bom Jesus, entre Antonina e Guaraqueçaba, no Litoral. A área também é decorrente de uma antiga fazenda do banco Bamerindus. Com 34 mil hectares, a reserva fica dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueçaba, que está sujeita a menos restrições de uso. Permite-se, por exemplo, a presença de agricultura e moradias.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

Fonte: Gazeta do Povo.

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Ministros de 100 países podem resolver impasse na COP11

A chegada dos ministros do Meio Ambiente de mais de 100 países, esta semana, a Hyderabad, na Índia, onde ocorre a 11ª Conferência das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP11), pode significar o fim de alguns impasses em torno das negociações iniciadas no último dia 8.

Negociadores de países desenvolvidos e em desenvolvimento não conseguiram acordos em torno de questões prioritárias para a conservação das espécies no planeta.

De acordo com observadores, os segmentos de alto nível dos países, reunidos desde ontem (15), estão mostrando sinais positivos de que estão dispostos a intensificar e assumir as metas de proteção da biodiversidade, acordadas há quase dois anos, em Nagoia, no Japão.

A mobilização de recursos a serem usados na conservação biológica do planeta continua sendo o ponto mais polêmico e com menos sinais de solução.

Ainda que os 192 países que participaram da COP10, em Nagoia, no Japão, tenham reconhecido a necessidade de adotar ações para estancar a perda de espécies no mundo, os efeitos da crise financeira mundial têm dificultado esse comprometimento.

O superintendente de Conservação da organização não governamental WWF-Brasil, Mauro Armelin, que acompanha as atividades na Índia, disse que os negociadores dos países desenvolvidos não querem se comprometer com metas concretas e os representantes de países em desenvolvimento informam que se não houver dinheiro eles terão dificuldades em cumprir os compromissos assumidos em Nagoia.

Apesar do impasse, observadores dizem que existe, nas salas e nos corredores da conferência, um movimento sobre o financiamento por meio de metas acordadas ou anúncios unilaterais.

Há informações de que a França e outros países da União Europeia sinalizaram alguma disposição para esse orçamento, mas ainda não existem compromissos concretos e oficiais.

Os ministros do Meio Ambiente também terão que se debruçar sobre as negociações de áreas marinhas ecologicamente ou biologicamente significativas, que avançou pouco na primeira semana da conferência.

A China, o Japão, o Peru, o México e a Argentina não querem reconhecer os relatórios que identificam as áreas importantes para a conservação em alto-mar. A falta desta validação vai comprometer a gestão destas áreas pelo órgão da Organização das Nações Unidas.

O governo brasileiro ainda tem enfrentado dificuldades ao negociar a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (Redd+). O Brasil quer evitar a definição de salvaguardas de biodiversidade nos textos da COP e pressiona por uma clara separação entre a Convenção de Diversidade Biológica (CDB) e a Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC).

Outras delegações, como a da Colômbia, não aceitam qualquer custo adicional para o monitoramento e a produção de relatórios no âmbito dos programas de Redd+.

Fonte: Agência Brasil.

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Índios deixam canteiro de obras de Belo Monte após acordo

Um grupo de índios que se opõe à construção da hidrelétrica de Belo Monte encerrou nesta terça-feira a ocupação do canteiro de obras, que se prolongou por nove dias, após chegar a um acordo com a construtora Norte Energia.

A empresa informou que aceitou integralmente as reivindicações dos índios, que incluem a construção de escolas, um hospital e casas para os povos nativos, em uma audiência mediada pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

Depois da reunião, os índios começaram a desbloquear a represa provisória do Sítio Pimental, o principal local das obras, nas margens do rio Xingu no Pará, onde estavam instalados desde o último dia 8, informou a construtora à “Agência Brasil”.

A Norte Energia deve realizar amanhã outra reunião similar com um grupo de pescadores que se uniram aos índios para bloquear as obras de Belo Monte.

A hidrelétrica terá uma potência máxima de 11.233 megawatts quando for concluída e motivou numerosas manifestações das comunidades ribeirinhas e dos indígenas, que denunciam que a represa terá um grande impacto na floresta amazônica.

Diversos organismos apresentaram denúncias à Justiça por supostas irregularidades na concessão das licenças ambientais pelo governo.

O Tribunal Federal do Pará desprezou hoje uma denúncia apresentada pela procuradoria que pedia a suspensão das obras por supostos erros de procedimento.

Fonte: Agência EFE

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Horário de verão representará economia de R$280 milhões

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que o horário de verão vai trazer economia de 280 milhões de reais, contra 130 milhões de reais um ano antes.

O horário de verão começa na virada de sábado para domingo do próximo fim de semana e vai até 17 de fevereiro de 2013, primeiro fim de semana depois do Carnaval.

A redução na demanda de energia no horário de pico será de 4 a 4,5 por cento, disse nesta terça-feira o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp. “Com o sistema mais descarregado no pico, ele fica menos sujeito a interrupções e contingências.” O horário de verão vai vigorar nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Estado de Tocantins. A Bahia pediu para ficar fora do horário de verão, o que representará um consumo a mais no horário de pico de cerca de 130 megawatts (MW).

A redução do consumo no Sudeste no horário de pico durante o horário de verão será de 1.440 MW, no Sul e Centro-Oeste de 515 MW e no Tocantins de 11 MW, segundo o ONS.

ReservatóriosO diretor-geral do ONS disse que nos últimos dias o nível dos reservatórios de hidrelétricas caiu um pouco, mas a situação ainda é de conforto.

Os reservatórios estão com 38,1 por cento da capacidade no Nordeste, com 42,5 por cento no Sudeste, com 47,2 por cento no Norte e com 39,4 por cento no Sul do Brasil.

A meta fixada pelo ONS para o fim de novembro é de 41 por cento para o Sudeste e de 33 por cento para o Nordeste.

O custo pelo uso de térmicas na geração de energia este ano deve superar o 1 bilhão de reais do ano passado, segundo Chipp. “Estamos precisando de mais térmica para atender a ponta e isso vai ser mais que no ano passado”, disse ele.

Fonte: Exame.abril

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Brasil testará técnica proibida para extrair gás

 

Uma técnica de extração que pode aumentar em mais de seis vezes as reservas de gás natural do País será testada pela primeira vez nos próximos meses, em Minas e na Bahia.

Proibido em alguns países europeus e em discussão nos Estados Unidos, o fraturamento hidráulico (fracking, em inglês) é alvo de polêmica por conta da falta de estudos sobre possíveis danos ambientais – a técnica retira o gás a mais de 1,5 mil metros de profundidade.
As principais preocupações referem-se à possível contaminação de lençóis freáticos e a relação com o aumento da incidência de terremotos. Nos EUA, a agência de proteção ambiental (EPA) prometeu realizar um grande estudo, mas ainda não se posicionou sobre o gás de xisto – rocha onde ocorre a extração.
No ano passado, pesquisadores da Duke University, na Pensilvânia publicaram um artigo na revista Proceedings of the National Academy of Sciences que alertou para o aumento da concentração de metano na água potável em áreas próximas a poços que usam o fracking. Não ficou provado, porém, se há relação direta com a técnica.
“Se a contaminação ocorrer nas fontes mais profundas não há nada que se possa fazer para evitar”, diz Avner Vengosh, um dos autores do estudo, que também alerta para os produtos químicos usados no processo. Segundo Vengosh, a questão nos EUA é agravada por causa da autonomia dos proprietários de terra, que podem negociar diretamente o arrendamento com as companhias de energia.
No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) afirma que a extração terá um acompanhamento melhor. “Esse problema aconteceu nos EUA porque cada Estado fez de um jeito. Estamos aprendendo com os erros deles”, diz Olavo Colela, assessor da diretoria da ANP. De acordo com Colela, a técnica será implementada em um primeiro momento em três bacias sedimentares: Vale do Parnaíba (MG), Parecis (MT) e Recôncavo (BA).
Nestas regiões, a expectativa é de que se aumente as reservas de gás natural no País em 208 trilhões de pés cúbicos (TCF) – atualmente, o total é de 32 trilhões de TCF. Segundo a AIE, agência de energia norte-americana, este potencial colocaria o País na 10ª posição na lista de maiores reservas estimadas. Estados Unidos (8.620), China (1.275) e Argentina (774) lideram o ranking. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Começa a construção do segundo Solar Impulse

 Os suíços Bertrand Piccard e André Borschberg começaram a construir a segunda versão do avião movido a energia solar. O objetivo da dupla é montar um Solar Impulse capaz de dar a volta ao mundo sem gastar combustível.
A primeira versão é o Solar Impulse A. Até agora, o avião já bateu recordes mundiais por viajar movido pela luz do Sol durante longos períodos, além de recordes de altitude e de durabilidade em um voo que durou 26 horas, 10 minutos e 19 segundos.
Mas para dar a volta ao mundo é preciso ter um avião solar ainda mais potente. Por isso, Piccard e Borschberg resolveram construir o Solar Impulse B com ajuda de várias empresas que investem no projeto.
O Solar Impulse B será maior e mais leve. Ele terá 63,4 metros de envergadura de asa e dimensão semelhante à do Airbus A340. Porém, seu peso terá 1.600 quilogramas.
As 12.000 células solares nas asas vão gerar energia suficiente para alimentar quatro motores elétricos, além de recarregar 400 kg de baterias de lítio para que o avião voe durante a noite.
Com essas melhorias, o avião suportará uma cabine maior, que dará conforto ao piloto. A cabine será revestida com um material isolante de alto desempenho, capaz de manter a temperatura estável no interior do veículo.
A previsão é que Solar Impulse B fique pronto no final de 2013. Os primeiros voos acontecerão no início de 2014.
Fonte: Info.abril
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PNUMA pede mais atenção ao meio ambiente

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) fez um alerta nesta terça-feira, Dia Mundial da Alimentação, sobre a necessidade de dar mais atenção à ecologia e ao meio ambiente para alcançar o objetivo de erradicar a fome no mundo.

Neste aspecto, a PNUMA advertiu que, se a ecologia e a proteção da biodiversidade não forem priorizadas, será cada vez mais difícil alcançar uma segurança alimentar mundial. Segundo números desta agência da ONU, um terço dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados, o que representa 1,3 bilhão de toneladas ao ano.
Um relatório publicado hoje pela organização ressalta que a falta de alimentos sempre esteve relacionada com quatro pontos fixos, a disponibilidade, o acesso, a utilização e a estabilidade, enquanto a base dos recursos e o ecossistema não eram levados em consideração.
“O meio ambiente foi a ideia mais tardia que entrou no debate sobre segurança alimentar”, declarou o cientista chefe do PNUMA, Joseph Alcamo.
No relatório, intitulado “Evitar Futuras Crises de Fome: Fortalecer a Base Ecológica da Segurança Alimentar”, a PNUMA esmiúça os diversos tipos de abusos ao ecossistema, como a pesca em massa, o uso insustentável da água e as práticas agrícolas que degradam o meio ambiente.
“Esta é a primeira vez que a comunidade científica nos deu uma visão completa de como a base ecológica do sistema alimentício não só é pouco firme, mas como também está sendo enfraquecida”, afirmou Alcamo.
Além disso, o documento do PNUMA assinala que o caminho para garantir uma boa base ecológica, capaz de garantir a segurança alimentar mundial, parte em direção à reelaboração dos sistemas agrícolas sustentáveis e a uma mudança nas dietas e no armazenamento dos alimentos.
“O mundo necessita de uma grande revolução meio ambiental: uma que entenda da melhor maneira como os alimentos são cultivados e como são produzidos em termos de contribuição natural”, declarou o subsecretário-geral e diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner.
O documento também aponta que enquanto a agricultura fornece 90% das calorias que são ingeridas no mundo, a pesca fornece os outros 10%, mas ambas as indústrias enfrentam várias ameaças, principalmente pelo aumento da população e pela mudança no estilo de vida e nos hábitos alimentares.
O relatório divulgado hoje pelo PNUMA, que foi escrito por 12 cientistas e analistas em meio ambiente, foi elaborado junto a organizações como o Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (IFAD), o Banco Mundial e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Fonte: Agência EFE.
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Dilma fará poucos vetos ao Código Florestal, diz ministro

 

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), disse nesta segunda, em entrevista coletiva após a posse do novo presidente da Embrapa, Maurício Lopes, que os vetos da presidente Dilma Rousseff ao texto do Código Florestal aprovado no final do mês passado pelo Congresso Nacional “estão encaminhados e são poucos”. Os vetos devem ser anunciados até a próxima quata-feira.

Mendes Ribeiro participou de reunião nesta segunda pela manhã sobre o Código Florestal com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Advocacia-Geral da União.
Mendes afirmou que na reunião houve troca de informações. “Voltamos praticamente à Medida Provisória da presidente Dilma”, contou. Ele não quis detalhar quais serão os vetos, mas esclareceu que um decreto irá regulamentar a matéria tanto em relação ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) como Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Fonte: Agência Estado.
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