Cientistas do Instituto de Física de Rennes, na França, criaram uma forma de usar a seda das aranhas na produção de chips biodegradáveis. A teia consegue conduzir a luz tão bem quanto o vidro da fibra ótica.
Segundo a Wired, durante os testes, eles elaboraram um circuito eletrônico integrado apenas com as teias de aranha. Com isso, eles perceberam que o material tem capacidade para conduzir a luz de um ponto a outro.
A ideia é que esse tipo de circuito eletrônico possa melhorar e ajudar a medicina com exames em locais inacessíveis. Isso porque as teias de aranhas são constituídas de um material extremamente fino, que pode ajudar no diagnóstico prévio de muitas doenças.
A teia de aranha é um material simples, mas que tem incríveis propriedades. Dez vezes mais finos que os fios de cabelo de um ser humano, os filamentos de seda produzidos pelas aranhas são mais resistentes que o kevlar, material usado na confecção de artigos à prova de balas. Além disso, são mais fortes que o aço, são biodegradáveis e podem ser absorvidos pelo corpo humano.
Porém, houve uma falha durante a pesquisa inicial. Isso fez com que uma parte da informação no circuito perdesse o contato com a seda da teia. Mas os cientistas acreditam que o circuito ainda será aprimorado e o problema desaparecerá no futuro.
Fonte: Info.abril





Sandy força fechamento parcial de usina nos EUA
Parte de uma usina nuclear foi fechada nos EUA no começo da madrugada desta terça-feira e outra, a mais antiga do país, declarou estado de alerta após a passagem da tempestade Sandy.
Uma das unidades da usina de Indian Point, localizada a cerca de 72 quilômetros ao norte da cidade de Nova York, foi fechada por volta das 12h45 de hoje (horário de Brasília) por causa de problemas relacionados à rede elétrica. Segundo a Entergy Corp., operadora da usina, não há risco para os funcionários locais ou público em geral. A outra unidade da usina continuou operando normalmente.
Já a usina com mais tempo de operação dos EUA, a de Oyster Creek, em Nova Jersey, já estava inativa por causa de um reabastecimento programado de combustível, mas os altos níveis de água ao redor de sua estrutura levaram oficiais de segurança a declarar “evento incomum” por volta das 9h (de Brasília) de ontem. Duas horas mais tarde, a situação foi elevada para “alerta”, o segundo menor nível em uma sistema de advertência de quatro graus.
Segundo a Comissão Reguladora Nuclear dos EUA, no entanto, as condições ainda são seguras em Indian Point, Oyster Creek e em todas as demais usinas do país. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado