Furacão Sandy cancela voos entre o Brasil e a Costa Leste dos EUA

Pelo menos 10 voos entre cidades brasileiras e a Costa Leste dos Estados Unidos foram cancelados nesta segunda-feira (29) por causa do furacão Sandy.

 Um voo previsto para a terça-feira (30) também não deve partir.A previsão é que o furacão chegue à Costa Leste dos EUA entre a tarde e a noite desta segunda. Apesar disso, a maior parte das companhias aéreas que operam entre os dois países não soube informar sobre a situação dos voos amanhã.
A TAM confirmou o cancelamento de dois voos que partiriam de Nova York na noite desta segunda com destino ao Brasil – um para o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e um que pousaria no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Outros dois voos já haviam sido cancelados na manhã desta segunda pela TAM.
A companhia ainda não tem previsão para os voos de terça-feira.
A Delta informou que os dois voos agendados para a noite desta segunda-feira – com partida de Guarulhos e Nova York – foram novamente cancelados. Segundo a empresa, ainda não há confirmação em relação aos voos agendados para amanhã, mas a previsão é que os aeroportos de Nova York voltem á normalidade até o final da manhã de terça.
A American Airlines cancelou hoje dois voos partindo de São Paulo e um que sairia do Rio de Janeiro para Nova York. A companhia também informou que o voo AA966, que estava previsto para partir na terça de São Paulo, está cancelado. Outras duas partidas foram canceladas no domingo (28).
A United Airlines cancelou três voos neste domingo com saída de São Paulo para Houston, Washington e Newark.
Segundo a companhia, apenas o vôo de São Paulo para Nova York da United foi cancelado nesta segunda. A empresa afirma que os impactos em relação às passagens aéreas para os Estados Unidos devem ser sentidos até esta terça pelo menos, mas ainda não há confirmação sobre cancelamento de outros vôos.
Informações e o mapa abaixo tiradas do site www.g1.globo.com

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AIE apresenta como dobrar energia hidrelétrica até 2050

 

A Agência Internacional de Energia (AIE) apresentou nesta segunda-feira uma série recomendações para dobrar a produção de energia hidrelétrica no mundo até 2050, com o objetivo de limitar as emissões de gases que provocam o efeito estufa e conter o aquecimento do planeta

Em 2010, as fontes hídricas geraram 16,3% da energia consumida no mundo, quase 3.500 terawatts (TWh), recordou a AIE, uma agência com sede em Paris ligada à OCDE, em um mapa do caminho divulgado por ocasião do congresso Hidro 2012, que acontece até quarta-feira em Bilbao, norte da Espanha.
Esta produção supera a energia nuclear (12,8%), o que faz desta a primeira fonte renovável de energia elétrica, muito à frente da eólica, solar, geotérmica e outras energias renováveis (3,6%).
Mas é relativamente pouco na comparação com as energias fósseis (petróleo, carvão e gás), que asseguram 67% da produção mundial de eletricidade.
Para duplicar a capacidade e a produção hidrelétrica até 2050, a agência pediu o fim dos obstáculos legais e que a energia seja melhor aceita.
Também defende a modernização e aumento da capacidade das usinas existentes com mais turbinas. A AIE sugere uma série de ações governamentais como a adoção de planos de desenvolvimento nacionais, maior cooperação entre as fronteiras ao redor das grances baciais fluviais, simplificação dos processo administrativos, entre outros.
A agência faz recomendações em termos de aceitação ambiental e social, ponto fraco da energia hídrica.
As represas, que não emitem CO2 com exceção da construção, são geralmente rejeitadas pelas consequências para a fauna e a flora, assim como para as populações próximas.
A AIE não oferece respostas milagrosas para o dilema e sugere “evitar tanto quanto possível os impactos negativos” e “quando for impossível evitá-los, que sejam minimizados, atenuados ou compensados”.
Fonte: AFP
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Guarani Kaiowá não serão obrigados a deixar fazenda ocupada

Os 170 índios guaranis kaiowás que há quase um ano ocupam parte de uma fazenda da cidade de Iguatemi, a cerca de 460 quilômetros da capital sul-matogrossense, Campo Grande, e cuja situação ganhou destaque nacional nos últimos dias não terão que deixar a área. A medida vale pelo menos até que a real situação da propriedade seja esclarecida ou que laudos antropológicos descartem se tratar, como afirmam os índios, de terra tradicional indígena.

Segundo a Justiça de Mato Grosso do Sul, diferentemente do que os índios, as organizações indigenistas e o próprio Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso do Sul chegaram a anunciar, a decisão do juiz federal Sergio Henrique Bonachela, da 1ª Vara Federal em Naviraí (MS), constitui liminar de manutenção de posse e não de reintegração da área ocupada por 100 adultos e 70 crianças guaranis kaiowás desde novembro de 2011

A Agência Brasil entrou em contato com a Justiça Federal em Mato Grosso do Sul hoje (26) de manhã e continua aguardando uma posição oficial sobre o assunto.

Fonte: Agência Brasil

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Projeto transforma bitucas de cigarro em papel

Três estudantes da Favela de Heliópolis desenvolveram um projeto para reutilizar as 34,2 milhões de bitucas de cigarros descartadas por dia na capital. A iniciativa, chamada de Sementuca, transforma os resíduos em folhas de papel semente

Segundo os jovens, de 16 a 18 anos, a ideia veio depois da Lei Antifumo, que entrou em vigor em agosto de 2009. “Aumentou muito o número de bitucas jogadas nas calçadas da cidade e isso nos incomodava”, diz Alan Melo, um dos três alunos da Escola Técnica Estadual Heliópolis.
O projeto foi desenvolvido no curso de Administração e ajudou os garotos a aprender conceitos de química para colocar a ideia em prática. Antes de formar a pasta de celulose, as bitucas são limpas em uma solução química que tira o odor do fumo. O experimento envolveu 200 gramas (cerca de 300 bitucas), que conseguiram produzir sete folhas de papel em tamanho A4.
“Usamos 50% de bituca e 50% de papel reciclado na produção, mas o processo pode ser feito apenas com as bitucas”, afirma Vinicius de Souza, que também integra o projeto. Com as melhores notas da escola,ele ganhou uma bolsa do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, que mantém a escola, e passou o mês de setembro na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, fazendo cursos na área.
O projeto foi apresentado na 6.ª Feira Tecnológica do Centro Paula de Souza, que acaba hoje, na Expo Barra Funda. Foram apresentados mais de 280 projetos de escolas técnicas do Estado. Vinícius diz que o grupo tem a intenção de levar a ideia adiante. “O processo é artesanal, mas pode ser feito em escala maior se houver empresas interessadas”, afirma.
Coordenadora do projeto, a professora Taís Bisbocci conta o próximo passo é fazer um registro na Biblioteca Nacional, no Rio. A esperança é de que o projeto seja apresentado na Feira Brasileira de Ciências (Febrace) da USP, o que poderia render convites para feiras internacionais.
As bitucas usadas pelos alunos de Heliópolis foram fornecidas pela empresa Bituca Verde, que busca soluções para o problema. Nesta quinta-feira, eles apresentam na Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebare, em São Paulo, um projeto que pretende reutilizar as bitucas nas indústrias siderúrgica e cimenteira. “Já temos companhias interessadas”,afirma o gerente comercial, Fabiano Russo. “É preciso buscar alternativas, pois não há uma legislação específica para este tipo de resíduo, cada vez mais comum nas ruas e calçadas.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
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Plano de contingência em petróleo deve sair em breve, diz Ibama

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Volney Zanardi, afirmou nesta quarta-feira que o Plano Nacional de Contingência (PNC), em elaboração pelo governo para minimizar os danos causados por vazamentos de petróleo, deve sair em breve.

Zanardi participou ontem de reunião na Casa Civil, último estágio para a aprovação do documento que precisará ainda da assinatura da presidente Dilma Rousseff para que seja feito um decreto.

‘Deve sair logo’, disse Zanardi, ao apresentar palestra no XIV Congresso Brasileiro de Energia (CBE), realizado pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

No entanto, o presidente do Ibama evitou prever quando o PNC será finalizado. De acordo com ele, atualmente o trabalho está em fase de ‘algumas correções’ no texto que será apresentado à presidente da República.

A elaboração do PNC, previsto em lei desde 2000, está atrasada. O assunto veio de novo à tona com o vazamento de petróleo no campo de Frade, na Bacia de Campos, da americana Chevron, no fim do ano passado.

Com o incidente, diversos setores da sociedade voltaram a cobrar a necessidade do PNC. A notícia de o decreto já estaria quase pronto já foi anunciada algumas vezes.

Fonte: G1

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Índios ameaçam fazer suicídio coletivo

Um grupo de 170 índios da tribo Guarani-Kaiowá decidiu resistir à ordem de desocupação da Justiça Federal e até mesmo morrer para não ter que abandonar a terra nativa. A comunidade vive na margem de um rio próximo do território Pyelito Kue/Mbarakay, no município de Naviraí, no Mato Grosso do Sul.

fonte: www.info.abril.com.br

O grupo é composto por 50 homens, 50 mulheres e 70 crianças. A tribo pede há vários anos a demarcação de suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros. A determinação judicial é do juiz federal Henrique Bonachela. Ele fixou uma multa de R$ 500,00 por dia por descumprimento da ordem.

Em carta entregue ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e à direção nacional da Fundação Nacional do Índio (Funai), os índios anunciaram as atuais condições da comunidade e a falta de perspectiva de sobrevivência. “Seremos atacados, violentados e expulsos da margem do rio. A ação da Justiça Federal gera e aumenta a violência contra nós, ignora os nossos direitos de sobreviver na margem de um rio próximo de nosso território tradicional”.

Desesperados, os líderes contam na carta que estão acampados em um local sem segurança, onde quatro índios já morreram. Dois se suicidaram e os outros dois foram assassinados por fazendeiros. “Moramos na margem deste rio há mais de um ano. Comemos uma vez por dia. Estamos sem assistência, isolados, cercados de pistoleiros”.

Os índios da tribo dizem na carta que a única solução encontrada é a morte coletiva, se a decisão da Justiça não for revertida. “Nós já avaliamos a nossa situação e concluímos que vamos morrer em pouco tempo. Não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa na margem do rio ou longe daqui”.

“Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos”, diz um trecho da carta. A promessa deverá ser cumprida caso o despejo seja confirmado, após liminar concedida na semana passada.

Diante do caso, a Funai informou que não pode desobedecer ordem do magistrado, o que aumentou a tensão no acampamento, instalado na fazenda Cambará, à margem do Rio Joguico, no município de Iguatemi. Por sua vez, o Cimi divulgou uma nota em que afirma que a situação no local é “gravíssima”.

Soldados da Força Nacional e agentes da Polícia Federal acompanham a movimentação para atuar em qualquer emergência.

Fonte: Info.abril

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Reino Unido aguarda ´chuva de sangue´

Um fenômeno raro deve acrecentar um tom especial aos festejos do tradiconal Dia das Bruxas no Reino Unido, nesse final de outubro. Meteoroligistas prevêem a chamada “chuva de sangue” para o período, que acontece pelo deslocamento de ar quente que sopra uma poeira vermelha do deserto do Saara em direção à Europa.

Será algo semelhante ao que ocorreu em Sidney, na Austrália, em 2009, mas com direito a pé d´água e possivelmente até neve, destaca o jornal CourierMail. A concentração de poeira fina no céu já atrapalha as operações de pousos e decolagens do aeroporto de Heathrow, que já cancelou 80 voos, relata a TNTmagazine.

De acordo com o The Courier, esta não é a primeira vez que o Reino Unido será banhado pela chuva vermelha. Ao longo da história, o fenômeno era visto como um presságio de eventos infelizes. Há mais de mil anos, em 685, um manuscrito em inglês antigo da Crônica Anglo-Saxônica dizia: “Houve uma chuva sangrenta na Grã-Bretanha. Manteiga e leite se transformaram em sangue. Lothere E, rei de Kent, morreu”.

Fonte: Exame.abril

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Empresário metido a cientista fertiliza mar e gera polêmica

Um empresário americano resolveu dar uma de cientista maluco e acabou se envolvendo numa senhora confusão. Russ George teria jogado toneladas de sulfato de ferro nas águas do mar no Canadá como parte de um megaprojeto de geoengenharia contra o aquecimento global.

A solução seria capaz de estimular a rápida proliferação de fitoplâncton em uma área de 10 mil km2, perto do litoral da província de Columbia Britânica, como mostra imagem da Nasa acima. Teoricamente, os plânctons sequestrariam as moléculas de carbono presentes na atmosfera e em seguida depositariam-se no fundo do mar.

Esse método, chamado de fertilização oceânica, é estudado há tempos por cientistas ao redor do mundo, que realizam testes em ambientes controlados de forma metódica e em dimensões bem mais modestas que as do projeto de Russ. Não é de se espantar, portanto, que a empreitada tenha causado um verdadeiro alvoroço internacional, após vir à tona na última segunda-feira, revelada pelo jornal britânico The Guardian.

Para se ter uma ideia, a história do experimento – implementado em julho, segundo a publicação – chegou aos ouvidos dos mais de 200 líderes políticos, cientistas e estudiosos da ecologia reunidos na Índia, para a COP11 da Biodiversidade, conferência da ONU que discute caminhos para salvaguardar a riquezas das formas de vida do planeta. A notícia desencadeou uma indignação generalizada – advogados, ambientalistas e grupos da sociedade civil condenaram o projeto, dizendo tratar-se de “violação flagrante” de moratórias internacionais.

A reação enfurecida tem explicação. O método de fertilização é parte de um conceito mais abrangente – a geoengenharia, que engloba os esforços em usar a tecnologia para manipular o meio ambiente. Em geral, as propostas da geoengenharia esbarram em questões éticas e políticas ligadas às incertezas sobre os efeitos colaterais de intervenção no delicado ecossistema terrestre.Para apimentar a intriga, o governo canadense está sendo acusado de ter sido complacente com os experimentos do empresário.

Quem aponta o dedo é Elizabeth May, única deputada a denunciar o caso no país, segundo a agência AFP. Filiada ao partido Verde canadense, May acusou o governo canadense de saber sobre o projeto e deixar acontecer, mas as autoridades negaram qualquer envolvimento e disseram que iniciaram uma investigação.

Quais as consequências para a área “cobaia” do experimento de Russ? Por ora não é possível saber, dizem cientistas ouvidos pelo Guardian. Alguns efeitos possíveis podem incluir a alteração das teias alimentares e a redução da concentração de oxigênio no fundo do mar, sequelas que só devem aparecer – se aparecerem – dentro de anos.

“REINCIDENTE”
Não é a primeira vez que o empresário americano tenta colocar seu projeto em prática. George é o ex-diretor executivo da Planktos Inc, companhia que em 2007 tentou despejar cem toneladas de pó de ferro no Oceano Pacífico, perto das ilhas protegidas de Galápagos, numa primeira tentativa comercial de reduzir o dióxido de carbono. Na ocasião, o projeto foi barrado pelos governos equatoriano e espanhol.

Fonte: Planeta em Perigo.

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Início da operação de Angra 3 pode ser depois de 2016

O início da operação da usina nuclear de Angra 3 poderá ficar para depois de julho de 2016, última data informada pela Eletronuclear à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo o presidente da empresa, Othon Luiz Pinheiro da Silva, por enquanto, o atraso previsto é de sete meses, prazo já informado à agência reguladora. “Mas prever quando a obra ficará pronta está acima da nossa capacidade. Quem faz obra em casa sabe o que é isso. Não posso afirmar que não irá atrasar mais”, afirmou o executivo, após participar do XIV Congresso Brasileiro de Energia.

A justificativa para o atraso são as exigências regulatórias por parte da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), somadas a imprevistos na licitação de equipamentos e serviços. “Estamos construindo uma central moderna. Impusemos condições muito rigorosas e a CNEN também está sendo muito rigorosa”, afirmou o presidente da Eletronuclear, ressaltando que o último atraso foi decorrente de questionamento no Tribunal de Contas da União (TCU) da licitação para a contratação da montagem eletromecânica da usina. A contestação partiu do consórcio Construcap, desclassificado da concorrência.

Silva destacou ainda que uma possível queda de receita do grupo Eletrobras, por conta da Medida Provisória 579, que prevê redução da tarifa de energia, não terá implicações no investimento de Angra 3, cujo financiamento é garantido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Caixa Econômica Federal.

Fonte: Agência Estado

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Cientistas criam flor que armazena energia solar

Cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, criaram flores capazes de armazenar energia solar. As nanoflores são feitas de sulfeto de germânio (GeS), um material semicondutor que promete ser a nova tecnologia para geração de energia limpa.

As nanoflores têm pétalas extremamente finas, com uma enorme superfície. Isso pode ajudar a melhorar a capacidade de baterias de lítio, por exemplo, porque a estrutura exige pouco espaço. A estrutura também deve aumentar a capacidade de supercapacitores, que são usados para o armazenamento de energia

Para produzir a flor, os pesquisadores fizeram um experimento que aqueceu o pó de GeS – parecido com o grafite – até que ele começasse a virar vapor. A partir disso, se formam camadas de 20 a 30 nanômetros de espessura com até 100 micrômetros de comprimento.

Com esse processo, as camadas já começam a ganhar a forma da flor de um cravo. O material produzido com o GeS fica com uma estrutura atômica com potencial para absorver a luz do Sol e convertê-la em energia.

Segundo os cientistas da universidade, a descoberta é importante porque o GeS é um elemento relativamente barato e não tóxico. Isso desperta um grande interesse em usá-lo em células solares, principalmente porque os materiais usados atualmente nesse tipo de energia são caros e tóxicos.

Fonte: Info.abril

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