Brasil bate novo recorde na reciclagem de latas de alumínio

Somente 17, em cada mil latinhas de alumínio consumidas no Brasil, em 2011, foram parar no lixo. O índice de reciclagem de 98,3% atingiu um novo recorde e continua garantindo a liderança do país no setor, segundo informações do Valor Econômico. Em 2010, o percentual foi de 97,6%.

Na realidade, de acordo com o diretor executivo da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade), Renault de Freitas Castro, o Brasil pode considerar que toda a latinha consumida vai para a reciclagem. Isso porque não são contabilizadas as latas utilizadas para outros fins, como artesanato e fundições caseiras.

Por ser reciclável infinitamente sem perder a qualidade, a latinha também é o material mais reciclado internamente. O plástico PET, que ocupa a segunda posição, possui índices bem menores, com a reciclagem de 56% do material consumido.

A indústria brasileira reciclou no ano passado 18,4 bilhões de latas de alumínio, o equivalente a 50,4 milhões por dia, de acordo com a Abal (Associação Brasileira de Alumínio). Logo abaixo do Brasil, figuram na lista de recicladores o Japão, com o percentual de 92,6%, e a Argentina, com 91,1%. A Europa possui uma média 66,7%, pouco acima dos Estados Unidos (65,1%).

A reciclagem, que é estimulada neste setor no país há duas décadas, é feita essencialmente da coleta dos catadores de materiais recicláveis, responsáveis por encaminhar 85% das latinhas à reciclagem. Anualmente, a reciclagem gera um incremento de R$ 645 milhões na economia e economiza 3.780 GWh de energia, ao dispensar a utilização de mais matéria-prima para fabricação de novas latinhas, 95% a menos do que uma nova.

Fonte: Eco Desenvolvimento.

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Quiosques cariocas aderem a reciclagem de óleo de cozinha

Dados da Oil World apontam que o Brasil produz 750 milhões de litros de óleos vegetais por mês (ou 9 bilhões por ano). Desse volume produzido, um terço vai para óleos comestíveis, aqueles que usamos nas frituras.

Destes, não coletamos nem 1%. E o restante? Estima-se que 200 milhões de litros de óleos usados por mês são despejados em rios, lagos e solos, prejudicando o meio ambiente. Segundo a SABESP, concessionária de serviços de saneamento básico em São Paulo, cada litro de óleo despejado no esgoto tem capacidade para poluir cerca de um milhão de litros de água. Essa quantidade corresponde ao consumo de água de uma pessoa ao longo de 14 anos.

O óleo e a gordura utilizados em frituras não se misturam com a água e podem entupir as tubulações, galerias e redes de esgotos se jogados pelo ralo.

A saída é a reciclagem.

O Rio de Janeiro ensaia uma iniciativa para recolher o óleo de cozinha e transformá-lo em derivados como o sabão. Os 309 quiosques das praias do Leme à Prainha e os postos de salvamento do Flamengo ao Pontal recebem o óleo de cozinha em garrafas PET.

www.planetaemperigo.com.br

A concessionária Orla Rio iniciou o projeto em agosto de 2008 e, desde então, já recolheu mais de 73 mil litros de óleo de cozinha nos quiosques e, desde 2011, outros 6 mil litros nos postos de salvamento. Para cada litro de óleo de cozinha, é possível transformar em dois quilos de sabão.

“Cada um tem que fazer a sua parte, temos que cuidar da nossa praia e do meio ambiente. Os quiosqueiros ganham com o sabão e todo mundo ganha por descartar de forma adequada o óleo”, disse a ((o))eco o vice-presidente da Orla Rio, João Marcello Barreto.

O óleo saturado é um dos grandes vilões da poluição de rios e mares. Ele contribui para a proliferação de ratos, baratas e insetos nas redes de esgoto. Em contato com a água do mar, seu resíduo se decompõe e emite gás metano, agravador do aquecimento global.

Além de sabão e detergente, o óleo reciclado vira composto na produção de resina para tintas, glicerina, ração para animais e até biodiesel. É um resultado bem melhor do que aumentar a poluição.

Fonte: Planeta em Perigo.

 

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Versão verde do teclado da Apple é feita de musgos

O designer Robbie Tilton criou uma versão verde do teclado sem fio da Apple. O Natural Keyboard é feito de madeira com o acabamento em musgos. O objetivo foi criar algo sustentável construído a partir de materiais orgânicos.

fonte: www.info.abril.com.br

O Natural Keyboard foi inspirado nos modelos wireless da Apple. O designer desmontou um teclado antigo para que as peças de madeira fossem desenhadas no mesmo padrão.

Todos os detalhes foram feitos por Tilton. A carcaça de madeira exigiu cuidados para que o material pudesse ser manuseado com facilidade pelo designer e ainda mantivesse a durabilidade esperada.

O grande destaque do teclado é o musgo artificial na superfície do teclado, que mistura natureza com tecnologia. Em seu blog, Tilton explica que a intenção era utilizar musgo de verdade. Porém, foi difícil encontrar a quantidade necessária.

Porém, o Natural Keyboard ainda é apenas um conceito. Ainda não existe previsão de comercialização da criação de Robbie Tilton.

Fonte: Info.abril

 

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Húmus pode ser uma alternativa para tratar solo contaminado

No Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, uma pesquisa realizada pelo químico Leandro Antunes Mendes mostrou que a vermicompostagem é eficaz para remediar solos contaminados por cromo, cobre e chumbo. A vermicompostagem é o processo realizado a partir da decomposição de resíduos orgânicos por minhocas, o que dá origem ao vermicomposto (ou húmus), material comumente utilizado como fertilizante.

O trabalho foi realizado para a dissertação de mestrado Utilização de vermicomposto com vistas à remediação de solos contaminados com cromo, cobre e chumbo, apresentada em 11 de outubro no IQSC. “A adição de 2,5 gramas de vermicomposto em 7,5 gramas de solo foi capaz de reter 100% das espécies metálicas, tanto no solo arenoso como no argiloso, comprovando que o vermicomposto também é eficaz como descontaminante”, diz o pesquisador, que teve a orientação da professora Maria Olimpia de Oliveira Rezende, do Laboratório de Química Ambiental.

Mendes ressalta que os testes foram realizados em laboratório e tiveram o objetivo de testar a eficácia da técnica, e não sua aplicação. O químico lembra que, atualmente, existe uma busca por soluções tecnológicas verdes, que não afetem o meio ambiente, e solos contaminados por metais costumam ser tratados com solventes, material poluente. “Já sabíamos que o vermicomposto apresenta a propriedade de reter metais, então decidimos testar a técnica”, explica.

Os testes mostraram também outra vantagem: com o uso da vermicompostagem, os metais não ficam disponíveis no meio ambiente e não ocorre a lixiviação, processo em que a chuva carrega as substâncias para o lençol freático.

O pesquisador trabalhou com dois tipos de solo: arenoso e argiloso. O uso de cromo foi escolhido por se tratar de um produto muito utilizado em curtumes. Já o cobre e o chumbo, apesar de serem contaminantes, também são essenciais para as plantas, mas em pequenas quantidades.

Os solos utilizados para o estudo (arenoso e argiloso) foram retirados do campus II da USP, em São Carlos, em uma área livre de contaminação. Os testes foram realizados no Laboratório de Química Ambiental do IQSC, coordenado pela professora Maria Olimpia de Oliveira Rezende.

No Laboratório, o pesquisador lixiviou uma solução contendo os metais nos dois tipos de solo. A vermicompostagem usada foi comercial, comprada de uma empresa privada. Apesar de naturalmente o solo argiloso apresentar uma maior capacidade de retenção (quando comparado ao solo arenoso), a proporção de vermicomposto usada foi eficaz para remediar os dois solos, retendo 100% dos metais.

“A partir dos resultados obtidos, podemos sugerir que sejam realizados outros estudos em áreas maiores, bem como pesquisas ligadas a fitotoxicidade, para analisar se os metais chegam a atingir a parte aérea da planta”, sugere. Outra sugestão é verificar se a adição de uma proporção menor de vermicomposto também irá levar a 100% de retenção de metais.

Fonte: Exame.abril

 

 

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Carregador solar portátil

Além de sustentável, é prático! O Window Cling Solar Charger é um carregador solar para aparelhos de pequeno porte, como celulares. Ele pode ser usado em qualquer lugar com sol e é pequeno o suficiente para ser transportado em viagens.

fonte: atitudesustentavel.uol.com.br

O produto pode ser encontrado por U$S 69,95 na Amazon (sem frete).

Fonte: Atitude Sustentável.

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Jeans Levi lança Spun de garrafas de plástico

No início deste mês, a marca Levi apresentou sua coleção Primavera 2013 de Resíduos Menos para homens e mulheres. A linha de denim novo, disponível globalmente, irá incorporar 20 por cento de conteúdo pós-consumo reciclado.Ou, em média, oito 12-20 onças garrafas de plástico de refrigerante por Jean.

fonte: http://www.treehugger.com/sustainable-fashion/levis-wasteless-denim-line-spun-plastic-bottles.html

A marca de jeans original foi um rolo impressionante sustentável dos últimos anos. Você pode lembrar de suas calças jeans menos água ,calça jeans orgânicos , jeans para ciclistas , e sua campanha para manter calça jeans fora dos aterros, incentivando os consumidores a doá-los.

Menos resíduos vai usar mais de 3,5 garrafas recicladas na produção de 511 Levi jeans skinny, uma nova e moderna aparência Levi 504 reta jeans e jaqueta Fit, a Levi icônico do camionista. Para as mulheres, jeans Levi Boyfriend Skinny em um ajuste progressivo estará disponível na Europa e os EUA.

Para sua linha de denim novo, garrafas de cerveja, garrafas de refrigerante castanhos verdes, garrafas de água cristalina e bandejas de comida negros são recolhidos a partir de programas de reciclagem municipais em todo o país.

Uma vez que as garrafas e os tabuleiros de alimentos são classificados por cores que são esmagados em flocos e transformado em fibras de poliéster. A fibra de poliéster é misturado com a fibra de algodão, que é depois tecida com fios de algodão tradicional para criar um menor desperdício de jeans e jaquetas de boné.

De acordo com a companhia, a cor do frasco utilizado com criar um tom no tecido denim criando uma aparência única no produto acabado.

Produtos Levi menos resíduos vai estar disponível nas lojas Levi globalmente e em linha em Levi.com em janeiro de 2013.

Fonte: http://www.treehugger.com

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Bananas terão papel-chave na alimentação em mundo ‘aquecido’

Um relatório recém-divulgado afirma que as mudanças climáticas poderão fazer das bananas uma fonte alimentar crucial para milhões de pessoas.

A conclusão é parte de um relatório elaborado pelo Grupo Consultor de Pesquisas Agrícolas Internacionais (CGIAR, na sigla em inglês), uma entidade que reúne pesquisadores de todo o mundo e que visa reduzir a pobreza rural, aumentar a segurança alimentar e melhorar a saúde e a nutrição humana, fazendo uso de um gerencialmento sustentável de recursos naturais.

De acordo com o CGIAR, a fruta poderá vir a substituir a batata em alguns países em desenvolvimento.

Atendendo a um pedido do Comitê da ONU para Segurança Alimentar, especialistas analisaram os efeitos de mudanças climáticas em 22 das mais importantes commodities agrícolas mundiais.

Eles preveem uma queda na produção de batata, arroz e trigo – três dos produtos agrícolas que mais oferecem fontes de calorias.

Eles afirmam que o cultivo de batata, que cresce melhor em climas temperados, poderá sofrer com aumentos de temperatura e mudanças climáticas.

Os autores afirmam no relatório que estas mudanças poderão oferecer ”uma oportunidade para o cultivo de certas variedades de bananas” em regiões de altitude mais elevada, até mesmo nos locais em que atualmente batatas são cultivadas.

Opção

”Não é necessariamente uma fórmula mágica, mas haverá regiões em que, à medida em que as temperaturas forem aumentando, as bananas poderão ser um opção para os pequenos agricultores”, disse, em entrevista à BBC, Philip Thornton, um dos autores envolvidos no estudo.

O documento afirma que o trigo fornece a mais importante proteína e fonte de caloria derivada de um vegetal. Mas acrescentou que o cereal enfrentará dificuldades no mundo emergente, onde preços de algodão, mandioca e soja jogaram o trigo para terras agrícolas mais pobres, o que pode fazer com que o produto esteja mais vulnerável a problemas ligados às mudanças climáticas.

Um possível substituto, especialmente no sul da Ásia, poderia ser a mandioca, que é mais resistente a climas mais intensos.

Mas quão fácil será fazer com que consumidores se adaptem a novos alimentos e novas dietas?

Bruce Campbell, o diretor do Programa de Mudanças Cimáticas, Agricultura e Segurança Alimentar (CCAFS, na sigla em inglês) disse à BBC que as mudanças que estão ocorrendo agora já se deram também no passado.

”Há duas décadas não havia quase qualquer consumo de arroz em certas partes da África, agora existe. Os hábitos das pessoas mudaram devido ao preço. É mais fácil adquirir arroz, é mais fácil de cozinhar. Eu creio que mudanças acontecem normalmente e elas acontecerão no futuro”, disse.

Uma das principais preocupações dos pesquisadores é como obter fontes de proteínas que compõem a dieta alimentar. Soja é uma das principais fontes de proteína, mas ela é suscetível às mudanças climáticas.

Cientistas afirmam que o feijão fradinho, conhecido na África subsaariana como ”carne de pobre” é resistente a secas e se adapta melhor a climas quentes e, portanto, poderia ser uma boa alternativa à soja. Folhas de feijão também podem ser usadas como alimento para gado.

Em alguns países, como a Nigéria e o Níger, fazendeiros já estão trocando a produção de algodão pela de feijão fradinho.

De acordo com o estudo, é provável que também se deem nos próximos anos avanços na produção de fontes de proteína animal, como uma transição para uma pecuária extensiva para a intensiva.

”Isso é um exemplo de algo que já está acontecendo. Houve uma grande transição de criação de gado bovino para a criação de cabras no sul da África, algo que ocorreu em decorrência das secas. Quando fazendeiros percebem que há problemas em suas produções, eles realmente se dispõem a mudar. A mudança é realmente possível, não é apenas uma ideia louca”, disse Campbell.

Fonte: BBC Brasil

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Sistema faz plantas publicarem mensagens no Twitter

Cientistas da Universidade de Nova York criaram um sistema chamado Botanicalls. Ele faz as plantas publicarem mensagens no Twitter automaticamente quando precisam de água.

fonte: www.info.abril.com.br

Os americanos Rob Faludi, Kate Hartman e Kati London conseguiram criar o Botanicalls com ajuda da empresa SparkFun. O objetivo é desenvolver um canal de comunicação entre as plantas e seus donos para mantê-las vivas e saudáveis. Para isso, a rede traduz os protocolos de comunicação das plantas – como hábitos e cor da folhagem – para obter protocolos de comunicação usados pelos humanos, como e-mail e chamadas telefônicas.

O sistema foi originalmente criado em 2006. Na época, ele permitia que as plantas fizessem chamadas telefônicas. Assim, quando uma planta precisava de água, ela podia chamar o dono e pedir o que precisava. Além disso, quando as pessoas telefonavam para as plantas, elas orientavam o interlocutor sobre suas características botânicas.

Agora, o sistema recebeu uma atualização para funcionar no Twitter. O sistema fornece a capacidade das plantas interagirem com as pessoas pela internet quando precisam de assistência. Por sua vez, as pessoas podem cuidar melhor das plantas ao receber pistas sobre a saúde delas.

O sistema cobre cinco atualizações de status de acordo com o estado da planta, como umidade do solo abaixo do nível satisfatório, em nível crítico, se houver um rápido aumento da umidade do solo e até mesmo se a planta for regada, mas a umidade do solo não alcançar o nível desejado. Além disso, se ela receber água sem precisar, mandará uma mensagem para reclamar.

Fonte: Info.abril

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Aeroportos JF Kennedy e Newark reabertos após Sandy passar

Os aeroportos internacionais John F. Kennedy e Newark Liberty reabriram nesta quarta-feira depois de dois dias fechados pela passagem da supertempestade Sandy, mas ainda com voos limitados, informou a Autoridade Aeroportuária de Nova York e Nova Jersey.

Os aeroportos de La Guardia e Teterboro, no entanto, permanecem fechados.

Fonte: Exame.abril

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Aneel admite falha humana em apagão no Norte e Nordeste

O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hubner, admitiu, nesta terça-feira (30), que houve falha humana no episódio da última sexta-feira, o apagão que deixou Estados da região Norte e Nordeste sem energia por mais de quatro horas.

“Não acredito que tenha sido intencional, mas houve falha humana”, disse.

Segundo Hubner, essas falhas “não podem acontecer”.

“Isso precisa ser corrigido. Houve falha na programação do equipamento. Temos que coibir que falhas como essas possam acontecer”, completou.

Fonte: Folha de São Paulo

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