A Usina Hidrelétrica de Simplício, no Rio Paraíba do Sul, construída na divisa dos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, entrou em operação comercial hoje (6), segundo informou Furnas Centrais Elétricas.

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“Com isso, poderemos oferecer mais energia limpa e renovável para o desenvolvimento sustentável do país”, disse o presidente de Furnas, Flavio Decat. Segundo ele, Simplício tem uma importância estratégica muito grande para os centros de consumo, aumentando a oferta de energia a tempo da Copa do Mundo e das Olimpíadas.
De acordo com Decat, a usina foi feita pelo corpo técnico da estatal com um trabalho único de engenharia no Brasil. Ele explicou que a busca pela redução das interferências ambientais levou a empresa a desenvolver uma nova alternativa para o projeto, considerando uma queda única, que manteve a viabilidade técnica e econômica do empreendimento e resultou na redução da área de inundação.
A Hidrelétrica de Simplício disponibilizará mais de 305,7 megawatts (MW) para Sistema Elétrico Nacional (SIN). É parte dos cerca de 6.000 MW que Furnas prevê até 2016 com a conclusão dos demais 20 empreendimentos de geração em construção pela empresa e parceiros (hidrelétricas e parques eólicos).
Iniciada em 2007, a obra teve um investimento total de R$ 2,1 bilhões. Foram construídas uma barragem de concreto, uma casa de força, um vertedouro, dez diques e 15 canais. Durante o pico das obras, foram gerados 4,8 mil empregos diretos.
Fonte: Info.abril




Haiti lança campanha contra desmatamento
O presidente haitiano, Michel Martelly, lançou um chamado a seus compatriotas para reflorestarem o país, onde a cobertura florestal é calculada atualmente em menos de 2%.
Falando ao lado do colega dominicano, Danilo Medina, na cidade fronteiriça de Ouanaminthe, no nordeste do país, Martelly pediu aos haitianos na quarta-feira para reverter a tendência a fim de alcançar uma cobertura florestal de 4% do país nos próximos anos.
Os dois chefes de Estado lançaram um programa comum chamado “Fronteira Verde”, com o objetivo de reflorestar a região fronteiriça, que recebeu financiamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a União Europeia.
Fonte: AFP.