Conheça o americano que vive para tirar lixo dos rios dos EUA

Pneus, garrafas com mensagens, pianos, máquinas de lavar roupa, banheiras de hidromassagem e, até, tratores (!) integram a extensa lista de objetos que foram retirados de dentro dos rios dos Estados Unidos por Chad Pregracke. Mergulhador profissional, há 15 anos o norte-americano vive para limpar as águas do país, que estão cada vez mais poluídas.

Fonte:www.info.abril.com.br

Tudo começou ainda na adolescência. Pregracke nasceu às margens do Mississipi, onde deu seus primeiros mergulhos, e ficou chocado ao perceber que o rio que havia lhe proporcionado tantos bons momentos na infância estava se transformando em um depósito de resíduos – e pior: ninguém parecia se importar. Foi então que decidiu arregaçar as mangas e, sozinho, retirar da água todo o lixo que conseguisse.15 anos depois, a missão solitária de Pregracke se transformou em uma causa coletiva: o mergulhador fundou a ONG Living Lands and Waters, que – com a ajuda de milhares de voluntários – realiza mais de 70 operações de limpeza por ano, não só no Mississipi, mas também em outros grandes rios dos EUA. As expedições são anunciadas, com antecedência, no site da organização, para que qualquer interessado possa se inscrever e participar.

Até agora, a ONG já conseguiu tirar dos rios dos EUA mais de oito milhões de quilos de sujeira, mas Pregracke não está satisfeito. Para ele, mais importante do que limpar é evitar que se suje. Por isso, o mergulhador realiza oficinas de conscientização nos lugares por onde passa.

Tanta dedicação rendeu ao norte-americano o prêmio Herói do Ano 2013, concedido pela rede de notícias internacionais CNN. Aqui no Brasil, também temos nossos super-homens (talvez menos reconhecidos): você se lembra do mergulhador do rio Tietê? Há mais de 20 anos, o trabalho de José Leonídio Rosendo dos Santos é mergulhar nas águas sujas do Tietê e Pinheiros para limpá-los.

Fonte: Info.abril

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Ministério da Justiça prorroga permanência da Força Nacional em Belo Monte

A pedido do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, os homens da Força Nacional de Segurança permanecerão atuando na região das obras de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará.

Segundo portaria do Ministério da Justiça publicada hoje (14) no Diário Oficial da União, a medida visa a garantir a “incolumidade das pessoas, do patrimônio e a manutenção da ordem pública dos locais em que se desenvolvem as obras, demarcações, serviços e demais atividades” relacionadas à construção da hidrelétrica.

Presente em Belo Monte desde julho do ano passado, a Força Nacional ficará por pelo menos mais 180 dias na região, marcada por greves e ocupações de trabalhadores e índios reivindicando direitos.

 Fonte: Agência Brasil.
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Hamburgo, na Alemanha, quer tirar carros das ruas em 20 anos

A prefeitura de Hamburgo começou 2014 decidida a acabar com a dependência de carros para se locomover pela cidade, que é considerada a segunda maior da Alemanha. A promessa veio junto com o lançamento oficial do plano Grünes Netz (Rede Verde, em português).

O que ele propõe para se livrar dos automóveis?  A ideia do governo hamburguês é, na verdade, bem simples: ampliar as áreas verdes do município – desde parques e jardins comunitários até cemitérios – e, simultaneamente, construir ciclovias e passeios para pedestres que interliguem todos esses locais.

Assim, quando for concluído, em no máximo 20 anos, o plano Grünes Netz garantirá que os moradores da cidade não precisem tirar o carro da garagem para se locomover. Apenas se, realmente, fizerem questão – e, para o governo, os alemães são apaixonados demais por magrelas para desperdiçar a oportunidade de pedalar de um destino a outro, caso realmente tenham essa possibilidade.

Ainda que o plano de extinguir os carros das ruas não seja 100% bem-sucedido, a cidade de Hamburgo só tem a ganhar com o plano Grünes Netz. Afinal, áreas verdes e ciclovias nunca são demais nas áreas urbanas.

Fonte: Planeta Sustentável

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Maior usina solar do mundo começa a gerar eletricidade

Começou a funcionar nesta quinta-feira (13) a Ivanpah Solar Electric Generating System, maior usina de energia solar do mundo, que está localizada na Califórnia, nos EUA.

Ivanpah Solar Electric Generating System

fonte:www.info.abril.com.br

O título de maior complexo produtor de eletricidade proveniente do sol era da Shams 1, usina localizada em Abu Dhabi, capaz de gerar 100 megawatts de energia.

Mas hoje, após resolver questões regulatórias e problemas jurídicos e entrar em funcionamento, a Ivanpah desbancou bonito a concorrente árabe.

Em um terreno de 13 km², a usina abriga 300 mil espelhos para coletar a luz do sol e tem capacidade bruta de produção de 392 megawatts de energia – quase quatro vezes mais que a Shams 1, em Abu Dhabi.

Com o tanto de eletricidade que produz, a nova usina solar – que pertence às empresas NRG Energy, BrightSource Energy e Google – será capaz de abastecer cerca de 140 mil casas da Califórnia. Segundo comunicado oficial, ao passar a utilizar energia limpa, esses domicílios deixaram de gerar 400 mil toneladas métricas de CO2 por ano – o que equivale a remover 72 mil veículos das ruas.

 Fonte: Info.abril
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Brasil tem 2ª maior área de transgênicos, e a que mais cresce no mundo

Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos em área de cultivo de transgênicos no mundo, com cerca de 23% da área total, segundo dados de um relatório do Isaaa (Serviço Internacional para Aquisição de Biotecnologia Agrícola, em português) publicado nesta terça-feira (13).

Ainda segundo o relatório, o país é o que mais cresce em área para produção com transgênicos, com um aumento de 10% em 2013. Fundado em 1991, o Isaaa é uma entidade internacional que tem como objetivo promover o uso de biotecnologia agrícola, como a de transgênicos.

Entre 2012 e 2013, a área com uso de transgênicos aumentou em 3,7 milhões de hectares no Brasil. Proporcionalmente, é mais que o triplo da média mundial de aumento, que foi de 3%.

Com o crescimento, a área de transgênicos brasileira chega a 40,3 milhões de hectares, enquanto que, no mundo inteiro, planta-se em 170 milhões de hectares, afirma o relatório.

De acordo com o autor do estudo, Clive James, o mundo em desenvolvimento teve o maior aumento no uso de transgênicos em 2013.

O estudo destaca a criação pela Basf de variedades de soja resistentes a agrotóxicos no Brasil. E também o desenvolvimento, “com recursos inteiramente nacionais”, de feijões resistentes a vírus pela Embrapa, “uma contribuição importante para a sustentabilidade”.

De acordo com James, o Brasil deve continuar a liderar o aumento do uso de transgênicos em 2014, “fechando consistentemente a distância com os Estados Unidos”. Em 2013, os EUA tiveram aumento de apenas 1% na área com cultivo de transgênicos.

Os EUA utilizaram transgênicos em 70,3 milhões de hectares, 40% do total global em 2013. O valor é quase o equivalente à produção da América do Sul inteira.

Depois dos EUA e do Brasil vem a Argentina, que produziu transgênicos em 24,4 milhões de hectares em 2013, seguida pela Índia, que cultiva transgênicos em 11 milhões de hectares.

Em quinto lugar, deixado para trás no ano passado pela Índia, fica o Canadá, com 10,8 milhões de hectares de transgênicos.

De acordo com o relatório, a produção mundial subiu de 1,7 milhões de hectares para 175 milhões de hectares entre 1996 e 2013, sendo que, pelo segundo ano consecutivo, países em desenvolvimento responderam pela maior parte do total.

Juntos, agricultores da América Latina, Ásia e África foram responsáveis por 54% do cultivo de transgênicos.

 

Fonte: Uol.

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Greenpeace denuncia presença de toxinas em roupas chinesas

A organização Greenpeace denunciou nesta terça-feira que as roupas infantis de dois dos principais fabricantes têxteis chineses, vendidas tanto no país asiático como no mercado internacional, contêm altas doses de hormônios e químicos tóxicos para o sistema reprodutivo.

Segundo relatório divulgado nesta terça-feira pela delegação do Greenpeace no Leste da Ásia, os produtos são enviados para o interior do país, ao Oriente Médio, África, Europa e América do Norte, além do sudeste do continente asiático.

A organização pede ao governo chinês que proíba a utilização dos produtos e denuncia dois complexos fabris em particular, que produzem cerca de 40% de todas as roupas de crianças fabricadas no gigante asiático.

“Nosso estudo envia um sinal de alerta aos pais de mais de 200 milhões de crianças chineses e estrangeiros”, diz no relatório Lee Chih An, diretora da Campanha de Tóxicos do escritório do Greenpeace no Leste da Ásia.

Para realizar a investigação, o Greenpeace comprou 85 roupas infantis entre junho e outubro deste ano, todas feitas em uma fábrica da cidade de Zhili (na província oriental de Zhejiang) e em outra da cidade de Shishi (Fujian).


Posteriormente, as peças foram enviadas a laboratórios independentes, que revelaram que mais da metade delas continham o hormônio NPE, enquanto nove de cada dez deram positivo em antimônio, e pelo menos dois registraram elevadas doses de ftalatos, todas as substâncias conhecidas por sua toxicidade para o sistema reprodutivo, explica o Greenpeace.

A indústria da roupa infantil chinesa é altamente rentável, com lucros anuais de aproximadamente 1 trilhão de iuanes (US$ 165 bilhões) e um crescimento de 30% ao ano, o que a transforma em um dos setores de maior expansão da segunda economia mundial.

“Não há regulação no controle do uso dos componentes nas roupa de crianças”, critica Lee.

Além disso, o estudo denuncia que os legisladores levam anos elaborando minutas a respeito, mas que nunca saem do papel: “Ainda não temos ideia de quando uma lei será promulgada”, acrescenta.

Apesar da China ter se consolidado como a maior fabricante de têxteis e químicos do mundo, as normas do setor apenas começaram a ser definidas, diz o relatório.

“Com um novo bebê nascendo na China a cada dois segundos, o país não pode permitir uma situação que coloque em risco a saúde dos menores”, opina a especialista.

“Só estabelecendo uma política de gestão e controle sobre o uso de químicos rigorosa a China poderá realmente proteger suas crianças”, afirma Lee.

O relatório fala apenas das duas fábricas citadas e não aponta nenhuma marca de roupa específica da China ou de qualquer outro país do mundo que forneça tecidos supostamente nocivos à saúde.

Fonte: Exame.com

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Sancionada lei que declara Chico Mendes patrono do meio ambiente no Brasil

A lei que torna Chico Mendes patrono do meio ambiente brasileiro foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada ontem (16) no Diário Oficial da União. O líder seringueiro, morto há 25 anos, ficou conhecido internacionalmente por sua luta em favor da categoria e da proteção da Floresta Amazônica.

Chico Mendes foi assassinado a tiros, no quintal de sua casa, em Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988, uma semana depois de completar 44 anos.

Nesta segunda-feira, haverá sessão solene no Congresso Nacional em memória dos 25 anos da morte do líder seringueiro.  O evento ocorrerá às 11h, no plenário do Senado.

Fonte: Agência Brasil

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Com design diferente, lâmpada LED da Philips pode durar até 22 anos

Inventada há mais de 100 anos, a lâmpada não evoluiu muito desde então. Tentando rever essa situação, a Philips vai lançar em 2 de janeiro de 2014 uma lâmpada LED que pode durar até 22 anos. O design da chamada SlimStyle é diferente, em vez de ser oval, ele é achatado.

 

 

 

Vista de frente, à distância, ela parece um lâmpada comum, mas de lado é possível notar a grande diferença de formato. Apesar de ser mais larga que as demais, ela pode se encaixar em um soquete padrão. As SlimStyle LED (diodo emissor de luz) terão iluminação equivalente à de lâmpadas de 60W.

Se o valor nominal de 22 anos de durabilidade se confirmar, você poderá contar nos dedos a quantidade de vezes que você terá que trocar a lâmpada durante a sua vida.

Fonte: Info.abril

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Etanol encarece em 18 Estados e barateia em 6, diz ANP

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 18 Estados, caíram em seis e ficaram estáveis no Amapá, em Rondônia e no Distrito Federal na semana encerrada em 14 de dezembro, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No período de um mês, os preços do etanol subiram em 23 Estados e no Distrito Federal e caíram na Paraíba, em Pernambuco e em Sergipe .

Em São Paulo, principal Estado consumidor, a cotação subiu 1,40% na semana, para R$ 1,879 o litro. No período de um mês, acumula alta de 5,86%. Na semana, a maior queda, de 2,13%, ocorreu no Piauí, enquanto a maior alta foi registrada no Mato Grosso (+3,43%). No mês, os preços caíram mais em Sergipe (-1,44%) e subiram mais em Goiás (+8,98%).

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,579 o litro, no Estado de São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,02/litro, no Pará. Na média, o menor preço foi de R$ 1,879 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado em Roraima, de R$ 2,752 o litro.

Competitividade

Os preços do etanol nos postos de combustíveis são competitivos em relação à gasolina em Goiás, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, Paraná e em São Paulo pela segunda semana consecutiva. Nos demais 21 Estados brasileiros e no Distrito Federal a gasolina está mais competitiva.

Segundo o levantamento, o preço do etanol em Goiás equivale a 69,79% do valor da gasolina. No Mato Grosso, a relação está em 66,54%; no Mato Grosso do Sul, em 69,83%; no Paraná, em 67,26%; e em São Paulo, em 66,42%.

A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima, onde o etanol custa o equivalente a 89,29% do preço da gasolina. O preço médio da gasolina em São Paulo está em R$ 2,829 o litro. Na média da ANP, o preço do etanol no Estado ficou em R$ 1,879 o litro.

Fonte: O Estadão

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Leis sobre mudanças climáticas foram aprovadas em 15 estados

Leis que definem instrumentos para enfrentar as mudanças climáticas já foram aprovadas em 15 estados brasileiros, mostra a pesquisa O Desafio da Harmonização das Políticas Públicas de Mudanças Climáticas, divulgada hoje (17).

As normas antecipam muitos pontos que estão apenas em discussão no plano federal, explica a pesquisadora do Núcleo de Economia Socioambiental da Universidade de São Paulo (USP), Juliana Speranza.

 “Há avanços, tem uma massa crítica de como se pensa a política, até os instrumentos, marcos regulatórios que são criados, anteriores ao que o governo federal agora vem discutir”, enfatiza.

O levantamento foi lançado pelo Fórum Clima, que reúne o Fórum Amazônia Sustentável, o Instituto Ethos e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Entre os destaques da pesquisa estão os estados do Amazonas, Acre e de Mato Grosso, que implementaram sistemas de remuneração para evitar o desmatamento.

O Amazonas tem em sua política de mudanças climáticas mecanismos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) e de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Em 2013, o estado de Mato Grosso criou o marco regulatório para o REDD+, enquanto o Acre tem, desde 2010, legislação que prevê o PSA.

“Nos estados da Amazônia, sempre houve uma preocupação com a questão do desmatamento, você tem a sociedade civil ali muito presente e é natural que tenham emergido iniciativas de políticas estaduais”, explica.

A pesquisadora lembrou que um programa nacional de PSA, que remunere proprietários de terra por conservar recursos naturais, está sendo discutido no Senado.

As metas de redução de emissões de gases são realidade em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Paraíba. Na avaliação de Juliana, ações como essas acabam ajudando o país a diminuir os níveis de poluição.

“Se os estados começam a ter uma agenda doméstica, que está gerenciando essas emissões e assumem um compromisso de que lá na frente, em uma data X, tem que reduzir tantos por cento [as emissões], isso ajuda na conta que a gente tem para o Brasil como um todo”, acrescentou.

Além dos efeitos concretos, as políticas estaduais trazem, segundo a pesquisadora, determinados temas para a pauta nacional e também funcionam como experiência prática das medidas.

“Os estados têm um universo de instrumentos de políticas públicas que já ocorrem em seu território e agora, em nível federal, você acaba bebendo um pouco na fonte desses estados”.

A especialista chama a atenção, no entanto, para a necessidade de coordenação das ações para obter melhores resultados. “Existe a necessidade de que, em nível nacional, você coordene um pouco as iniciativas, senão cada estado vai fazer da sua forma e você vai ter problemas de harmonização de metodologia, de parâmetros”, destacou Juliana sobre a necessidade de padrões de medidas e normas.

A pesquisadora destaca que a falta de uma regulação unificada pode complicar, por exemplo, a situação de empresas que atuam em mais de um estado.

Fonte: Agência Brasil

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