Sinal verde para famílias de agricultores na Amazônia Legal

Nesta sexta-feira (17), o secretário extraordinário de Regularização Fundiária na Amazônia Legal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Sérgio Lopes, entregou títulos do Programa Terra Legal, no Distrito de Extrema, em Porto Velho (RO).

O governo federal repassou 155 hectares para a prefeitura de Porto Velho. Com o título urbano, a administração municipal pode realizar o parcelamento urbano e titular cada morador da área urbana. Isso também agiliza a realização de obras e investimento em equipamentos públicos que melhoram a vida da comunidade.

“O Terra Legal é um programa que olha com carinho para todos os agricultores familiares da Amazônia. Já regularizamos muito e vamos fazer mais” garantiu o secretário Sérgio Lopes, durante a entrega de títulos.

Sérgio Lopes garantiu a todos os agricultores que tem suas terras nas glebas que compõem a região conhecida como Ponta do Abunã – Euclides da Cunha, Nova Califórnia, Marmelo e Abunã – e atendam os critérios da lei, a posse dos imóveis regularizados pelo Terra Legal. “Agora as equipes do Terra Legal vão dar mais celeridade na emissão de títulos para os agricultores, garantindo as condições para o desenvolvimento em bases sustentáveis”.

Ao explicar aos agricultores da Ponta do Abunã como vai ser o processo de titulação, Sérgio Lopes lembrou da importância da participação da comunidade no processo, principalmente no acompanhamento das equipes de georreferenciamento contratadas pelo Terra Legal. “Quando as equipes de georreferenciamento chegarem na propriedade de cada um de vocês é importante que elas sejam acompanhadas, isso garante que sejam identificados os limites das propriedades mantidas, acompanhem esse processo juntos com seus vizinhos”, concluiu o gestor do Terra Legal.

Entrega de títulos

Por meio do Programa Terra Legal também foi possível entregar títulos rurais para agricultores dos distritos de Extrema e de Guajará-Mirim. Entre os 78 beneficiários está o casal de produtores Raimunda de Souza Barbosa e Edson Nascimento Barbosa, que desde 1985 moram e produzem no sítio Novo Horizonte de 13 hectares. Para eles o título é uma grande conquista. “Agora a gente tem a certeza que nossos filhos vão ter onde morar e a gente não vai mais perder a terra”, comemorou Raimunda.

Edson já faz planos de investir na ampliação da produção. “Com a garantia da terra, a gente fica com ainda mais vontade de investir e melhorar a produção, a gente já produz um pouco de tudo e agora quero me informar mais sobre o Mais Alimentos para saber como melhorar meu sítio. Com o título emitido pelo Terra Legal é mais fácil de acessar os recursos disponibilizados no Plano Safra da Agricultura Familiar, pois o proprietário tem como comprovar a posse da terra.

Fonte: Agroin

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Empresa chinesa vence leilão da 2ª linha de transmissão de Belo Monte

A empresa chinesa State Grid venceu nesta sexta-feira o leilão para construir e operar a segunda linha de transmissão da hidrelétrica de Belo Monte, a terceira maior do mundo, que está em obras na Amazônia.

A State Grid, que hoje ganhou o leilão sozinha, já havia sdio escolhida para a construção da primeira linha de transmissão de Belo Monte, nesse caso fazendo parte de um consórcio com empresas brasileiras.

A proposta da empresa chinesa foi receber uma remuneração anual de R$ 988 milhões, um ganho 19% abaixo do teto estabelecido pelo regulador no concurso.

A segunda oferta foi apresentada pelo grupo espanhol Abengoa, com um preço 14% mais baixo do teto fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão regulador.

O consórcio brasileiro Xingu, o terceiro credenciado para participar da licitação e integrado por empresas públicas, não apresentou ofertas.

O vencedor da licitação se compromete a operar a partir de 2019, quando espera-se que as obras sejam concluídas, e gozará da concessão por 30 anos.

A segunda linha de transmissão medirá 2.250 quilômetros e conectará Belo Monte, no estado amazônico do Pará, ao município de Nova Iguaçu, na zona metropolitana do Rio de Janeiro.

Os investimentos previstos superam R$ 7 bilhões para as obras, que serão executadas em cinco estados.

A capacidade instalada em duas subestações da linha será de 7.800 megawatts e o projeto espera gerar cerca de 16,8 mil empregos diretos nos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Em 26 de agosto, será realizado um novo leilão com 11 lotes de transmissão elétrica em diferentes estados.

Belo Monte, que será a terceira maior hidrelétrica do mundo, começou a ser construída em março do 2011 na cidade de Altamira (Pará), apesar da resistência dos índios, agricultores, pescadores e ecologistas, que estão preocupados pelo impacto do projeto na Amazônia.

A construção da obra, prevista para ser entregue em janeiro de 2019, foi interrompida em várias oportunidades por decisões judiciais, greves dos operários que constroem a represa e manifestações dos afetados.

A hidrelétrica, erguida sobre o rio Xingu, um afluente do Amazonas, e que inundará 506 quilômetros quadrados de floresta, terá uma capacidade de geração média de 4.571 megawatts por hora e alcançará um teto de 11.233 megawatts nas épocas de cheia do rio.

O projeto exigirá investimentos de cerca de US$ 10,6 bilhões, segundo cálculos do governo.

Fonte: Agência EFE.

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UMA LÂMPADA ACIONADA POR GRAVIDADE PODE ILUMINAR CASAS SEM ELETRICIDADE NA

Dois engenheiros lançaram uma campanha no site de financiamento coletivo Indiegogo para desenvolver lâmpadas seguras e reutilizáveis que usam a força da gravidade como fonte de energia. Cerca de um bilhão de pessoas vivem sem eletricidade no mundo todo. Por isso, apelam para as tóxicas e inflamáveis lâmpadas de querosene. Além de perigosas, elas são caras, comprometendo o orçamento de famílias que já têm pouco dinheiro.

A GravityLight é parecida com uma lâmpada acesa por um dínamo. Mas ela não precisa nem de um impulso mecânico: a gravidade se encarrega de fazê-la funcionar.

A lâmpada usa um sistema de pêndulo para acender. Um peso de cerca de 10 quilos é erguido ao puxar uma corda. Após ele atingir o topo da estrutura, ele desce lentamente, movimentando uma engrenagem que faz a lâmpada LED acender.

Assim que o peso chega ao chão, basta repetir o processo para acender a luz novamente. A lâmpada fica acesa até 30 minutos em cada ciclo. A GravityLight deve custar 10 dólares (30 reais) e é voltada para famílias em países subdesenvolvidos e sem acesso a eletricidade. A fábrica da lâmpada será instalada no Quênia, onde os criadores do produto querem abrir vagas para a produção e venda da GravityLight.

O projeto do Indiegogo já atingiu metade de sua quantia mínima para financiamento, 199 mil dólares (630 mil reais) e fica no ar até o final de junho.

Fonte: Info.abril

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“chip verde” promete marcar início da indústria de componentes eletrônicos biodegradáveis

Pesquisadores conseguiram construir um chip biodegradável composto de celulose, a fibra presente na madeira. Cientistas da universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, se uniram ao departamento de Agricultura americano para desenvolver o novo semicondutor. O estudo foi publicado na última edição da revista Nature.

A maior parte de um chip convencional é composta por uma camada de suporte, que abriga a parte do processador que faz o computador funcionar. A equipe de pesquisadores trocou essa camada, normalmente composta por um metal que não é biodegradável, por um composto chamado de celulose nanofibril (CNF), um material flexível e biodegradável.

“Os chips são tão seguros que podem ser colocados em uma floresta e os fungos irão desintegrá-los. Eles são tão ecológicos quanto fertilizantes”, diz o professor Zhenqiang Ma, líder da equipe de pesquisas.

Um dos obstáculos do projeto é o fato de a madeira se contrair ou expandir, dependendo da umidade. A solução foi cobrir o CNF com uma cobertura de epóxi (uma resina que endurece com o tempo), tornando o material mais resistente à água. O “chip verde” é mais barato e menos tóxico do que os materiais geralmente usados em componentes eletrônicos.

A maior parte dos aparelhos atuais é feita de material que, além de não ser biodegradável, é tóxica ao meio ambiente. Como os dispositivos eletrônicos ficam obsoletos cada vez mais rapidamente, eles são jogados fora com maior frequência. A criação de componentes eletrônicos feitos com materiais ecológicos, como o chip de madeira, é considerada pelos cientistas como o início de uma era de aparelhos menos danosos ao ambiente.

Fonte: Info.abril

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Paraná debate energia frente a situação nacional

Debate com os principais segmentos produtores, distribuidores, consumidores e formadores da politica de energia elétrica estão reunidos em Curitiba debatendo a situação do Estado do Paraná frente a situação nacional.
Em três dias se desenvolve uma revisão da evolução do processo, onde estamos, quais as alternativas e novas fontes disponíveis e para onde iremos.
A lentidão para cumprir as exigências ambientais e desinformação neste setor são apontadas como uma das principais causas da inviabilidade ou atrasos de projetos.
Informações dos debatedores como Jorge Samek Presidente de Itaipu, Dr. Antonio Miguel Espolador Neto Presidente da ACP, Ramiro Wahrhftig ex-Secretário de Ciencia e Tecnologia do Paraná, Marcelo Mendonça Gerente da ABEGAS e  Claude Frank Loewenthal, Pres. da Associação dos Engºs Eletricistas e rep. do IEP , estão em :
1º Dia :
2º Dia :
Hoje as 19h30 acontece o último debate para saber onde iremos em relação a energia frente a situação atual. O seminário está acontecendo na FESP em Curitiba, Paraná. Inscrições são gratuitas na hora ou através do site do Ambiente Brasil.
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Focas trazem as últimas novidades sobre os oceanos

“Mudanças nos oceanos polares têm ramificações globais e uma influência significativa sobre o clima e as condições de tempo”, diz Lars Boehme, professor da Universidade de Saint Andrews, na Escócia. Ele é um dos pesquisadores envolvidos na coleta de dados através de sensores acoplados a focas, exploradoras contumazes das águas mais frias do planeta. Em mergulhos que podem atingir até 1.800 metros de profundidade, os animais geram dados sobre salinidade e temperatura das águas.

Esse esforço de pesquisa começou em 2004 e o seu resultado até agora é um banco de dados com 400 mil observações, um dos maiores do mundo. “A informação enviada a nós [via satélite] fornece detalhes do ambiente próximo a cada foca. É como se fosse um tweet”, diz Boehme.

O projeto se chama Marine MammalsExploringthe Oceans Pole-to-pole (MEOP), em tradução livre, “Mamíferos marinhos explorando os oceanos de pólo a pólo”. A melhor parte é que desde o início deste mês de junho os dados do projeto passaram a ser abertos a todos os interessados.

Para instalar os sensores, as focas são capturadas e imobilizadas. Os sensores são montados na cabeça, mas não machucam os animais e caem sozinhos com o tempo.

Segundo Mike Fedak, professor de biologia da Saint Andrews, “A coleta feita pelos animais é uma inovação interessante na pesquisa de oceanos. Mas, talvez, a parte mais importante é que esses dados advindos de lugares remotos e inacessíveis nos permitem ter uma visão muito mais clara do estado em que estão os oceanos do mundo”.

Os pesquisadores que tiveram acesso inicial aos dados já os usaram para produzir mais de 70 trabalhos científicos.

E enquanto os focas – apelido para jornalista iniciante – correm atrás de notícias, as focas passaram a se aventurar pela ciência.

Fonte: O Eco.

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Mudança climática preocupa maioria da população do planeta, diz pesquisa

A maioria (79%) da população do planeta está “muito preocupada” com os efeitos da mudança climática, mas menos da metade apoia um imposto sobre o carbono para diminuir as emissões – revela uma pesquisa realizada em quase 80 países.

Realizada no sábado em 79 países de forma simultânea, essa enquete é o maior esforço, feito até agora, para conhecer a opinião da população mundial sobre este assunto.

Os resultados foram publicados neste domingo no site da iniciativa chamada “World Wide Views on Climate and Energy” (“Opiniões do mundo inteiro sobre o clima e a energia”, em tradução livre).

Na semana que vem, a pesquisa será entregue aos negociadores na reunião prevista para acontecer em Bonn, na Alemanha. O encontro será preparatório para a grande conferência da ONU, realizada no fim do ano em Paris, na qual se espera que os países assinem um acordo mundial para conter o aquecimento global.

As respostas ao questionário mostram que 71% dos 10.000 entrevistados acreditam que o processo negociador da ONU não tem sido suficiente para abordar a mudança climática.

Pelo menos 19% disseram estar “moderadamente preocupados” sobre os efeitos da mudança climática, e menos de 2% não estão preocupados.

Uma maioria de 63% considera que o acordo de Paris deverá “fazer tudo o que for preciso” para alcançar o objetivo das Nações Unidas: limitar o aquecimento a 2°C acima da temperatura da era pré-industrial.

Já quando se trata de tomar medidas práticas, as respostas são mais variadas. Somente 16% apoiam a introdução de um imposto sobre o carbono para todos os países, e 42% para todos os países, mas com maiores custos para aqueles que não reduzirem as emissões. Cerca de 30% dos entrevistados se mostraram a favor de um imposto ligado ao nível de desenvolvimento do país.

Apenas um em cada dez é contra qualquer tipo de taxa, considerada como a melhor medida para inverter a atual tendência de emissões.

Do Brasil ao Japão, passando por Senegal e China, os organizadores da pesquisa realizaram 100 debates com pessoas de 79 países.

“Espero que os responsáveis encontrem nesta iniciativa um eco das preocupações, esperanças e aspirações dos cidadãos sobre o tipo de planeta que querem para si mesmos e para seus filhos”, afirmou no sábado a diretora-executiva da Convenção Marco da ONU sobre Mudança Climática, Christiana Figueres.

Fonte: Uol.

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Cidades do Amazonas receberão R$ 2,4 milhões para ações de combate às cheias

O Ministério da Integração Nacional autorizou hoje (9) o repasse de R$ 2,4 milhões para ações de defesa civil em quatro municípios amazonenses: São Paulo de Olivença, Japurá, Benjamin Constant e Parintins. Ao menos 247 mil pessoas foram afetadas em todo o estado pelas cheias nos rios da região.

Os recursos liberados serão usados para socorro e assistência às vítimas e o restabelecimento de serviços essenciais. Parintins vai receber R$ 993,8 mil; São Paulo de Olivença, R$ 662 mil; Japurá, R$ 641,1 mil e Benjamin Constant, R$ 154,5. O prazo para a execução das obras é 180 dias, e os gestores deverão prestar contas à União até 30 dias após este período.

Segundo a Defesa Civil do Amazonas, 33 municípios estão em situação de emergência no estado e sete em alerta. O município de Boca do Acre está em estado de calamidade pública devido à cheia do Rio Purus.

Fonte: Agência Brasil.

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GE cria escudos gigantes para aumentar eficiência de turbinas eólicas

Quanto maior é uma turbina eólica, mais energia ela pode gerar. Mas o tamanho dessas estruturas geralmente é limitado por questões de logística: chega um ponto que é impossível transportar uma pá eólica. Mas ficava o desafio: como aumentar a eficiência energética dessas turbinas?

Engenheiros da GE resolveram construir uma espécie de domo de 9 toneladas, instalado na frente das pás. Chamado de ecoROTR, o “escudo” redireciona o vento para as extremidades das pás da turbina, que são mais eficientes do que as partes internas. Ela também permite que as pás sejam maiores em área, sem serem mais longas em comprimento.

Os engenheiros que criaram o aparelho ainda estão testando e aperfeiçoando o ecoROTR, mas experimentos com versões menores do domo resultaram em um aumento de 3% na produção de energia da turbina. Pode não parecer muito, mas considerando uma fazenda eólica inteira, o número é considerável.

Fonte: GE.

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Desperdício de alimentos é uma preocupação global ‘enorme’, diz G20

A  cúpula de dois dias em Istambul adotou como foco os problemas da segurança alimentar e da nutrição, incluindo o impacto na mudança climática. Uma redução na quantidade de alimentos desperdiçado melhoraria a segurança alimentar, afirmaram os ministros em seu comunicado final.

“Notamos com grande preocupação a extensão significativa da perda e do desperdício de alimentos… e suas consequências negativas para a segurança alimentar, a nutrição, o uso de recursos naturais e o meio-ambiente”, declararam os titulares da pasta. “Enfatizamos isto como um problema global de significado econômico, ambiental e social enorme”.

Estima-se que 1,3 bilhão de toneladas de comida, ou aproximadamente 30 por cento da produção mundial, seja perdida ou desperdiçada anualmente, segundo afirmou a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) no ano passado. Agências da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram que esse montante alimentaria facilmente os 800 milhões de famintos do mundo.

Em países em desenvolvimento, os alimentos se perdem por causa do armazenamento ou transporte inadequados, e em nações ricas muitas vezes é simplesmente desperdiçado.

“No mundo desenvolvido, realmente é questão de reduzir o tamanho das porções. É questão de fazer com que as pessoas entendam precisamente quando a comida não está boa para o consumo humano”, explicou o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, à Reuters em uma entrevista no final da quinta-feira e antes da cúpula.

“Acho que existe uma tendência de jogar coisas fora mais rápido do que é preciso.”
Fonte: Agroin.

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