Fux diz que vai decidir sobre ‘judicialização’ da tramitação da lei de royalties

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux afirmou nesta sexta-feira (9) que vai decidir ainda se poderá ser “judicializada” a questão sobre a tramitação do projeto de lei que modificou a distribuição das receitas de petróleo.

“Vou analisar a liminar sob o ângulo da reserva política, se essa questão está no momento de ser judicializada em nome do respeito ao princípio da separação dos poderes”, disse o ministro, que participa de evento da AGU (Advocacia-Geral da União), em São Paulo.

Ontem, deputados das bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo entraram com um pedido de liminar para que o STF suspenda o projeto.

O texto foi aprovado nesta semana pelo Congresso e seguiu para sanção da presidente Dilma Rousseff.

O processo é relatado por Luiz Fux. “O STF tem alguns precedentes dizendo que o Judiciário pode impedir a votação de um processo viciado”, disse o ministro, indicando a possibilidade de a decisão liminar sair antes da sanção presidencial.

Segundo os parlamentares do Rio e do Espírito Santo, a nova divisão dos royalties impõe perdas bilionárias na arrecadação dos dois Estados.

O documento argumenta que o projeto é inconstitucional porque fere princípios dos entes federativos.

A proposta aprovada pelo Congresso prejudica os Estados produtores de petróleo, pois o texto aumenta a verba de Estados e municípios não produtores, além de alterar a distribuição dos tributos de campos já licitados.

A votação representou uma derrota ao governo Dilma que entregou outra sugestão de divisão aos parlamentares. A Câmara rejeitou as propostas do governo e aprovou o texto enviado pelo Senado.

Fonte: Uol.

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Elétricas colocam em risco plano de Dilma para reduzir conta de luz

A resistência de grandes empresas do setor elétrico em renovar suas concessões nos termos propostos pelo governo federal ameaça a promessa da presidente Dilma Rousseff de reduzir a conta de luz em 2013 e pode ter, inclusive, efeitos sobre a política monetária.

A estatal mineira Cemig (CMIG4) já deixou fora da lista de prorrogações três hidrelétricas que somam potência de 2,5 mil megawatts (MW). Somente nesse caso, uma fonte do governo calcula um impacto de menos 1 ponto porcentual na redução média da tarifa anunciada ao usuário final, que foi de 20%.
Além das três usinas da Cemig, analistas do setor elétrico são praticamente unânimes ao afirmar que a geradora Cesp e a transmissora Cteep devem rejeitar a renovação antecipada e condicionada de suas concessões.
“Obviamente, se as usinas não renovarem, aquela meta fixada pela presidente da República certamente vai ficar comprometida”, disse o coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro.
A fonte do governo ouvida pela agência de notícias Reuters se recusou a falar sobre o impacto na redução da tarifa de energia ao consumidor se outras empresas decidirem não renovar concessões. Segundo essa fonte, as autoridades acreditam que a maioria das companhias vai optar por manter os ativos por mais algumas décadas.
A concessionária que não aceitar a renovação antecipada continua com o empreendimento até o vencimento dos contratos atuais, entre 2015 e 2017, cobrando um preço maior pelas geração e transmissão da energia –daí a dificuldade de se diminuir a conta de luz na proporção pretendida pelo governo já no início de 2013.
A Cesp (CESP6), controlada pelo governo de São Paulo, informou que vai contestar as novas tarifas e a indenização oferecida pela União pelo investimento não amortizado em suas usinas no processo de renovação antecipada das concessões.
Se a Cesp não renovar as concessões das usinas de Ilha Solteira, Três Irmãos e Jupiá, poderá subtrair uma potência total de quase 5,8 mil megawatts (MW) do portfólio de ativos de geração que é alvo da medida provisória 579, que trata do assunto e está no Congresso.
Somando a isso as três usinas da Cemig excluídas e outras pequenas hidrelétricas fora da lista do governo (algumas até desativadas), o universo das renovações na geração de energia cairia de 25,5 mil MW para 16,8 mil MW –o que significa que um terço da capacidade prevista não teria a concessão renovada.
A fonte do governo ressaltou, porém, que o impacto da geração de energia no cálculo da tarifa depende mais da efetiva produção das hidrelétricas do que de sua capacidade instalada.
Já a não renovação das concessões pela Cteep impediria o governo de retirar da conta de luz dos consumidores o montante de R$ 1,7 bilhão, em base anual, até 2015, quando a  concessão termina e os ativos voltariam à União para nova licitação.
O valor representa a diferença entre a receita anual que a Cteep tem garantida com os ativos pelos contratos vigentes –de R$ 2,2 bilhões– e o valor do faturamento proposto pelo governo para renovação antecipada –de R$ 516 milhões por ano.
Procurada, a Cteep informou que não fará comentários sobre a decisão que tomará. Na quarta-feira, a agência de classificação de risco Fitch disse ser pouco provável que a empresa aceite a renovação antecipada.
Para a consultoria LCA, o governo ainda tem como buscar um reajuste negativo próximo do anunciado mesmo sem a renovação integral das concessões. “Essa margem está no fato de ainda haver alguns encargos setoriais passíveis de serem retirados da conta de energia elétrica e serem repassados para o Tesouro Nacional”, segundo a LCA.
Efeito na inflação
Dilma prometeu em rede nacional o corte médio de 20% na conta de luz no Brasil no ano que vem, como forma de melhorar a competitividade da indústria e dar um impulso adicional à economia.
Além de arranhar a imagem da presidente, não entregar a redução da tarifa de energia teria impacto na inflação projetada pelo Banco Central em 2013. A queda estimada pelo governo na conta de luz garantiria um desconto de 0,5 ponto percentual no IPCA do ano que vem, segundo o BC.
A autoridade monetária trabalha com perspectiva de que o IPCA no próximo ano fique em 4,9%. Sem a queda planejada do preço da energia, a inflação subiria e se afastaria mais do centro da meta do governo, que é de 4,5%. Isso poderia ter implicações também sobre a taxa básica de juro Selic.
Contra o relógio
O prazo para as empresas elétricas assinarem os aditivos aos contratos para renovação –até 4 de dezembro– é tido como apertado, e a pressa do governo vem sendo criticada por empresários e representantes do setor elétrico.
A própria MP 579 não deve ser votada no Congresso até o início do mês que vem, ou seja, as regras poderão mudar depois que os documentos forem assinados pelas concessionárias.
Segundo outra fonte do governo, mais próxima das negociações com o Congresso, Dilma assumiu o comando das conversas com deputados e senadores para garantir a aprovação da MP sem alterações.
Mesmo diante do cenário de contestações à MP, o governo descarta mudar o valor das indenizações e das novas tarifas.
O Ministério de Minas e Energia já informou que vai relicitar adiante os ativos que não forem renovados nos mesmos termos que estão sendo oferecidos aos atuais concessionários, com a mesma redução nas receitas.
No caso da Cemig, o governo federal está realizando uma força-tarefa de negociações com a empresa e o governo de Minas Gerais, acionista controlador da companhia, para que a elétrica volte atrás e encaminhe pedido de renovação da concessão das três hidrelétricas.
Fonte:  Uol
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Sem royalties do petróleo, perdas no RJ podem chegar a R$ 77 bilhões

 

A Câmara Federal aprovou, nesta terça-feira (7), o projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo. Se o projeto virar lei, os estados e municípios produtores passarão a receber uma porcentagem menor. As perdas no estado do Rio de Janeiro podem chegar a R$ 77 bilhões, segundo cálculos do próprio governo fluminense, conforme mostrou reportagem do RJTV desta quarta-feira (7).

O Rio produz 80% do petróleo do país e, por consequência, é o estado que mais arrecada e o que mais irá perder com as novas regras. A proposta do deputado Onix Lorenzoni, do DEM do Rio Grande do Sul, foi aprovada por 286 votos a favor e 124 contra. Falta, entretanto, a sanção da presidente Dilma Rousseff.
A parcela que hoje é de 26,25% dos royalties, passará para 20% em 2013, em todos os estados produtores. A cota destinada à união também cai, de 30 para 20%. Já estados e municípios não produtores, terão aumento na participação.
Para os municípios, a fatia passa de 1,75% para 21% no ano que vem, chegando a 27% em 2020, quase 1/3 do total de royalties. Deputados do Rio defendem o veto da presidência alegando entraves constitucionais.
Em nota, o governador do Rio, Sérgio Cabral, disse que o projeto aprovado viola o direito adquirido do estado e é inconstitucional. Segundo o governador, se o projeto virar lei, levará as finanças do estado e de muitas prefeituras ao colapso.
Sérgio Cabral informou ainda que está tranquilo devido ao fato de a presidente Dilma “já ter anunciado publicamente que vetaria qualquer projeto que mexesse em contratos antigos”. Contudo, o próprio governo declarou em outras ocasiões que poderá levar a questão ao Supremo Tribunal Federal para garantir os direitos do estado.
Fonte:G1
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Senado aprova lei que recompensa por redução de emissões de gases do efeito estufa

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado aprovou nesta quarta-feira (7)  projeto de lei do senador Eduardo Braga (PMDB-AM) que cria sistema de redução de emissões por desmatamento e degradação florestal, além de incentivar o manejo sustentável e o aumento dos estoques de carbono, conhecido como REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal). A proposta segue para a Câmara, com análise das comissões de Assuntos Econômicos e de Meio Ambiente.

A iniciativa estabelece valor econômico para a “floresta em pé” e cria regras que viabilizam a remuneração do proprietário que mantém área florestada. A implantação do REDD+, segundo Braga, contribuirá para que as florestas brasileiras sejam vistas como ativos econômicos, estimulando a preservação e a recuperação de áreas florestadas nas propriedades rurais.
De acordo com o senador, regulamentar o mercado de serviços ambientais é importante para consolidar o controle do desmatamento nos biomas, por meio de incentivos à preservação, além de dar nova fonte de renda a comunidades tradicionais ou mesmo agricultores individuais que preservam matas nativas. O país ainda não conta com uma lei que prevê a remuneração pela proteção de ecossistemas mantenedores da vida no planeta,
Para viabilizar o mecanismo, o projeto quer criar a Unidade de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, que corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono que deixou de ser emitida com a manutenção da floresta. Essa unidade poderá ser usada na obtenção de financiamentos ou convertida em títulos que poderão ser negociados em bolsas de valores.
O texto também estabelece que o sistema seja financiado com recursos dos fundos sobre Mudança do Clima, Amazônico, de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Florestal, além de recursos provenientes de acordos internacionais, doações e de orçamentos públicos.
Fonte: Uol
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ANP garante regularidade em abastecimento

A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) divulgou nota, nesta segunda-feira, afirmando que o abastecimento de combustíveis no Brasil, tanto de diesel quanto de gasolina, está ocorrendo de forma regular.

“Casos pontuais envolvendo o abastecimento de gasolina, ocorridos recentemente em alguns locais, já foram sanados”, diz a nota.

Segundo a ANP, o abastecimento é garantido por 16 refinarias e três centrais petroquímicas que realizam entregas a partir de 38 pontos de fornecimento para 236 distribuidoras.

Fonte: Exame.abril

 

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Aneel aprova reajuste de tarifas da Light

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira o reajuste tarifário anual da Light, com efeito médio de 12,27%, a vigorar a partir desta quarta-feira (07).

Para os consumidores da alta tensão, o aumento será de 13,20%, e para os consumidores residenciais, a alta será de 11,85%.

A Light atua no setor de distribuição de energia em 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro e possui mais de 4 milhões de clientes.

Fonte: Exame.abril

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4 funcionalidades sustentáveis do iPhone 5

O iPhone 5 não é um aparelho que se destaca apenas pelas suas funcionalidades. Ele também pode agradar quem deseja ajudar o meio ambiente.

Segundo o site TreeHugger, o novo smartphone da Apple tem 4 características sustentáveis. Abaixo, veja quais são elas:

Chip mais rápido - O novo chip A6 do iPhone 5 é duas vezes mais rápido do que o A5. Essa funcionalidade torna o modelo mais rápido, além de usar a energia com mais eficiência.

Duração da bateria - Muitos usuários do iPhone costumavam reclamar da bateria do aparelho, que acaba rapidamente. Dessa vez, a Apple apresentou um celular com uma bateria mais resistente que deve diminuir a necessidade de carregar o aparelho com muita frequência. Nos testes do INFOlab, o aparelho resistiu por 7 horas e 55 minutos de ligação, com Wi-Fi e Bluetooth ligados. O resultado supera o iPhone 4S em mais de uma hora.

Troca de vidro por metal - A Apple começou a usar vidro na parte de trás do iPhone 4. Desde então, muitos usuários reclamavam do acessório porque ele era frágil e precisava ser trocado com frequência. Por isso, a Apple voltou a usar metal no lugar de vidro. Isso diminui o descarte de vidro no meio ambiente.

Câmera aprimorada - A nova câmera é melhor em situações de baixa luminosidade, é 40% mais rápida e também oferece um recurso de panorama. Isso pode reduzir o uso e até mesmo a compra de câmeras separadas.

Fonte: Info.abril

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Copersucar se une a empresa dos EUA e cria gigante mundial do etanol

A brasileira Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do país, está investindo na norte-americana Eco-Energy para criar a maior comercializadora de etanol do mundo, de acordo com os executivos da companhia.

Com o negócio, a Copersucar assumirá o controle da Eco-Energy, numa operação que garantirá maior internacionalização da empresa e na plataforma nos Estados Unidos, o maior produtor global de etanol. A companhia também visa maiores vendas para mercados importantes, como a Europa.

As duas empresas terão capacidade de vender 10 bilhões de litros (2,6 bilhões de galões) do biocombustível por ano, segundo o comunicado. As duas companhias estimam deter 12% de participação no mercado global de etanol.

O total de investimentos não foi divulgado pelas duas empresas. A operação ainda está sujeita à aprovação das autoridades regulatórias do governo dos Estados Unidos.

A Eco-Energy, uma das principais tradings americanas do biocombustível, detém 9% do mercado de etanol dos Estados Unidos, com vendas anuais de mais de US$ 3 bilhões. A Copersucar deve faturar US$ 7,5 bilhões com venda de etanol e de açúcar em 2012/13.

Copersucar quer ampliar vendas para Europa

“Com este investimento, tornamos a Copersucar uma empresa global no mercado de biocombustível, ampliando sua escala de atuação nos dois principais mercados de etanol do mundo, que são os Estados Unidos e o Brasil, tanto nos volumes de produção quanto de consumo”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Copersucar, Luís Roberto Pogetti.

Com 48 usinas produtoras sócias, a Copersucar comercializará no ano safra 2012/13 o equivalente a 24% da produção sucroenergética do Centro-Sul do Brasil, com um volume de 4,8 bilhões de litros de etanol e 8,7 milhões de toneladas de açúcar.

Com esse negócio, a companhia brasileira pretende incrementar as vendas de etanol para a Europa, segundo seu diretor-presidente, Paulo Roberto de Souza.

Fonte: Uol

 

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Japão investe em energia geotérmica

Tarobee Ito, 69, é o guardião de um legado familiar que sobrevive há mais de 12 gerações: ele administra o Tarobee Ryokan, um tradicional “onsen ryokan” (hotel junto a fontes termais) no desfiladeiro de Oyasu.

No mesmo local, perto da cidade de Yuzawa, no norte do Japão, há cerca de uma dúzia de outros estabelecimentos do tipo.

Recentemente, o vapor branco dessas fontes também atraiu planos para a construção de uma usina geotérmica na região, considerada um monumento nacional.

O Japão busca fontes energéticas alternativas -como a geotérmica- desde março do ano passado, quando um tsunami destruiu a usina nuclear de Fukushima Daiichi.

Os 54 reatores atômicos do país foram paralisados, e só dois retomaram as operações desde então.

As usinas nucleares forneciam 30% da eletricidade japonesa. Sua interdição causou uma escassez energética nacional.

Segundo a Associação Geotérmica Internacional, o Japão tem a terceira maior reserva de energia geotérmica do mundo, atrás dos EUA e da Indonésia, mas ocupa apenas a oitava colocação em termos de produção.

O governo japonês diz que pretende triplicar o uso de energias renováveis, inclusive a geotérmica, até 2030.

Neste ano, o governo destinou 9 bilhões de ienes (US$ 115 milhões) para levantamentos geotérmicos e solicitou 7,5 bilhões de ienes para continuar o trabalho em 2013. Reservou também 6 bilhões de ienes para um programa de ajuda a desenvolvedores de energia geotérmica e está pedindo 9 bilhões adicionais para prorrogar essa iniciativa.

A primeira usina geotérmica japonesa começou a funcionar em 1966, numa região próxima a Yuzawa.

Há, atualmente, 17 usinas geotérmicas no país, mas desde 1974 a construção de novas unidades está suspensa, devido a preocupações ambientais.

As usinas geotérmicas geram 535 megawatts, ou 0,2% do total nacional. Mas seu potencial é enorme: mais de 20 gigawatts de energia geotérmica poderiam ser produzidos no Japão, segundo um relatório governamental.

“Ao contrário das energias solar ou eólica, que dependem das condições climáticas, a energia geotérmica é bastante consistente e estável em termos de produção”, disse Keiichi Sakaguchi, chefe do grupo de pesquisas geotérmicas do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Industriais Avançadas.

Quase 80% das reservas geotérmicas japonesas ficam em áreas tombadas como monumentos ou parques nacionais.

Em março, o governo suspendeu a proibição de novas usinas geotérmicas nesses locais, o que pode resultar em cinco projetos em monumentos e parques nacionais.

“Muitos moradores da cidade, inclusive eu, apoiam o desenvolvimento da energia geotérmica. Ela nos diferencia dos municípios vizinhos”, disse Shoji Sato, 77, presidente da ONG Conselho de Facilitação do Desenvolvimento Geotérmico da Cidade de Yuzawa.

Sato admite que os operadores de pousadas em Oyasu estão “um pouco nervosos” com o risco de perderem suas águas termais.

A empresa petrolífera japonesa Idemitsu Kosan é um dos desenvolvedores desse projeto, e seus representantes já se reuniram com líderes comunitários para explicar os planos.

A Idemitsu quer perfurar um poço exploratório de mais de 1.500 metros para testar o volume e a temperatura das águas termais e dos reservatórios de vapor.

Outro grande projeto geotérmico está previsto para a Prefeitura (província) de Fukushima. Lá, grupos locais de “onsens” ainda estão avaliando a situação, e o levantamento técnico não foi iniciado.

Sakaguchi disse que projetos geotérmicos fora do Japão já causaram o esgotamento de duas fontes termais, mas que “a tecnologia para detectar movimentos subterrâneos e a tecnologia de simulação realmente melhoraram nas últimas duas décadas, então o risco é muito menor”.

O desenvolvimento de uma usina geotérmica geralmente leva 20 anos, inclusive por causa da demora em obter a confiança e a cooperação dos locais, segundo Sakaguchi.

Ito, do Tarobee Ryokan, está preocupado. “Parece que há algum risco envolvido”, disse. “Nada é um negócio fechado.”

Fonte: Folha de S.Paulo

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Designer cria coleção de ecojoias com embalagens plásticas

A designer Carol Barreto traz uma nova coleção de ecojoias feitas com garrafas PET, embalagens de amaciantes e outros produtos de limpeza. A coleção traz pulseiras, brincos e colares reaproveitando materiais provenientes da loja Rio Scenarium, parceira da designer para essa linha.

fonte: www.atitudesustentavel.uol.com.br

Todas as peças reportam-se a alguma seção do Rio Scenarium. Como o Bracelete Souvenir, inspirado na logomarca e nas bicicletas, o Brinco Lustre, que lembra os majestosos lustres antigos, ou a Gargantilha Grade, que remete aos gradis que ficam na frente do caixa e na entrada. Os itens, em sua maioria, são produzidos com latas de refrigerantes e materiais como o PET e o PEAD (Polietileno de Alta Densidade).

Carol começou a criar as ecojoias há sete anos, quando se apaixonou por uma edição limitada de garrafa PET de refrigerante, na cor dourada. A designer investiu em cursos de moda e ourivesaria com o objetivo de associar materiais tradicionais usados na fabricação de joias com materiais inusitados.

“É muito gratificante ver o cliente maravilhado com a possibilidade de ter uma jóia feita com um material diferente. Uma Ecojóia bem cuidada dura muitos anos”, explica a designer.

As peças estão à venda na loja de suvenires do Rio Scenarium, na Rua do Lavradio 20, ou na loja Scenarium Antique, na Rua do Lavradio 28.

Fonte: Atitude Sustentável

 

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