Rio de Janeiro se prepara para fazer uma Copa do Mundo com produtos orgânicos e sustentáveis

Um dos legados que a Copa do Mundo de 2014 quer deixar para o estado do Rio é a estruturação da cadeia produtiva de orgânicos, desde o produtor da matéria-prima, passando pela agroindústria e mercados varejistas, chegando à conscientização dos consum

idores sobre os benefícios dos produtos sustentáveis e sem agrotóxicos.

O assunto foi discutido hoje (19) no Seminário Brasil Orgânico e Sustentável/Rio de Janeiro – Impactos da Política Nacional de Agroecologia. O presidente da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos), Alexandre Borges, disse que fazer com que a Copa de 2014 seja a primeira a ter esse viés será um desafio para o setor.

“Todo mundo fala que [o alimento] orgânico é legal, é saudável, mas falta organizar a cadeia produtiva. Nosso problema é estrutural. Temos produtores desistindo e voltando para a prática convencional. Os empreendedores já sofreram muito e perderam dinheiro por causa dos produtores, que são a ponta da cadeia. Também estamos nos reunindo com varejistas, redes regionais, hotéis, para conseguir escoar a produção”, declarou.

Borges adiantou que será lançada quarta-feira (21) a campanha Brasil Orgânico e Sustentável 2014, durante a 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que ocorre até domingo (25) na Marina da Glória. De acordo com ele, a campanha vai gerar oportunidades para o crescimento do setor.

“Estamos na fase de articulação, vendo com os ministros se será uma campanha oficial do governo. De prático vamos ter um site e rodadas de negócios que vão tentar unir as pontas, fazer o casamento entre o produtor, a pequena empresa, os restaurante, hotéis, o varejo. A gente vai ganhar visibilidade com a campanha que vai na mídia, vai ter um selo, que será usado por quem cumprir alguns critérios, que ainda serão discutidos”.

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, compõe o núcleo temático do projeto Brasil Orgânico e Sustentável 2014. Para ele, o Rio tem a responsabilidade de receber bem os turistas que virão para a Copa, mas também de deixar como grande legado o consumo orgânico sustentável e a geração de renda para o produtor.

“O Rio de Janeiro tem como desafio conseguir trazer todos os produtores de forma organizada para participar desse movimento. E, para isso, nós estamos precisando de mais assistência técnica, mais oportunidade de transferência de tecnologia para os produtores rurais”, declarou.

Segundo Galvão, “existem nas prateleiras de diversas empresas de pesquisa agropecuárias dos estados, reunidos por meio do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) e da própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), toda uma metodologia, uma tecnologia pronta para você controlar a questão do manejo, de capim, de pragas, irrigação, buscando sempre o máximo de produtividade e de produção”, completou.

Apesar da proximidade com os grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, ele garante que o estado está preparado para o desafio de incentivar a produção e o consumo de orgânicos.

“A Copa do Mundo é um pretexto. O Rio de Janeiro já tem um trabalho, que merecia estar mais desenvolvido, mas por diferentes razões não está. E a gente está usando a Copa do Mundo para acelerar todo um conjunto de politicas públicas para que dê efetivo resultado positivo para o produtor rural. Não adianta resultado político, o produtor tem que ganhar com isso. 2014 é um desafio, mas nós já temos produtos que podem mostrar todo o nosso potencial”.

De acordo com Galvão, já existem no estado cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, agricultura orgânica e certificação de origem, além de mil da agricultura familiar, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações.

Do lado do consumo final, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) informou que existe a demanda por produtos orgânicos e que está criando a primeira diretoria de sustentabilidade no país, dentro dos sindicatos patronais. Em um levantamento rápido, o SindRio identificou pelo menos 30 estabelecimentos que trabalham com orgânico e têm esse viés para atrair clientes.

Fonte: Agência Brasil

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Seda de teia de aranha pode ser usada como chip biodegradável

Segundo os cientistas, a teia de aranha é mais forte do que aço, mais resistente que fibras sintéticas e muitíssimo flexível. Esses superpoderes vêm da seda que as aranhas produzem para tecer suas teias. A novidade é que ela transmite luz

assim como cabos de fibra ótica de vidro. Por isso, cientistas do Instituto de Física da Universidade de Rennes (França) propõe usar este recurso natural ligados a aparelhos eletrônicos.

A equipe de cientistas liderada por Nolwenn Huby realizou teste com um curto fio de seda conectado a um chip e constatou que o material é capaz de levar informações a dispositivos eletrônicos, mesmo que perca mais luz do que o cabo de vidro. Huby está empolgado com a ideia e garante que a capacidade de transmissão da seda melhorará com revestimento e um pouco mais de pesquisa.
E sabe o que a seda de aranhas e os chips têm a ver com você? O grande êxito desta descoberta é seu potencial de aplicação na medicina. A seda poderia ser usada, por exemplo, para iluminar regiões internas do corpo humano e assim ajudar a registrar imagens em exames de saúde. Como ela é muito fina – 10 vezes mais fina que um fio de cabelo –, entraria no corpo de uma pessoa por uma abertura mínima. Ainda por cima, a seda é absorvida naturalmente pelo corpo humano, sem nenhum dano à saúde. Por isso, faria as vezes de um chip, com a vantagem de ser biodegradável.
Além de ajudar a detectar doenças, a seda da teia de aranha também seria muito útil em bandagens para cicatrizes cirúrgicas, se elas forem associadas a um dispositivo eletrônico para monitorar infecções.
Fonte: Planeta em Perigo
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São Paulo terá usina solar ligada a rede elétrica

A Secretaria de Energia assinará nesta semana uma ordem de serviço de R$ 13,3 milhões para a construção da primeira usina solar ligada à rede elétrica de São Paulo.O projeto, desenvolvido pela USP e pela Companhia Energética de São Paulo

(Cesp), será implantado no Parque Villa Lobos e pretende testar a capacidade de geração de energia fotovoltaica da capital.

Em uma área de 10 mil metros quadrados que será anexada ao Parque, serão instalados 2.500 painéis solares fixos para a criação da miniusina. O empreendimento, com capacidade de 500 quilowatts, ajudará os pesquisadores a formar uma base de dados mais apurada sobre o potencial de irradiação e a produção deste tipo de energia na cidade.
“A ideia é que estas informações fiquem à disposição de pesquisadores que fazem estudos neste área. Além disso, será possível avaliar com mais precisão como a energia solar se integra à rede normal de energia elétrica”, afirma o engenheiro Rafael Herrero Alonso, do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI).
Responsável pela formatação do projeto, que terá duração de três anos, Alonso afirma que, com a usina, será possível ampliar o conhecimento já existente a partir do Atlas Solarimétrico do Brasil, divulgado em 2000. A usina estará interligada à rede pelo sistema Smart Grid, operado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que faz uma compensação automatizada de energia conforme a demanda.
Os painéis no Parques Villa Lobos fazem parte das 18 propostas de empresas do setor elétrico aprovadas no ano passado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com o objetivo de tornar a energia solar economicamente viável no País, em investimentos que chegam a quase R$ 400 milhões. A intenção é de reduzir a um terço o custo de R$ 300 por megawatt/hora atuais da energia de origem fotovoltaica – a R$ 100, estaria no mesmo patamar da energia eólica.
Visibilidade
Além da miniusina, que será construída em uma terreno desativado anexo, o projeto prevê uma microrrede de geração de energia solar para o próprio parque, com captadores visíveis ao público. Utilizando uma tecnologia desenvolvida por Alonso, seis postes serão espalhados para o fornecimento de internet Wi-Fi a partir de eletricidade solar. Outros painéis solares fixos serão instalados no pórtico principal do parque e no prédio da administração.
A experiência com nove painéis do tipo seguidor solar, no entanto, terão maior impacto visual. Segundo os idealizadores, a ideia de instalar estas placas de 5×2 metros, com capacidade de 50 quilowatts, em meio ao espaço de circulação é também aproximar o público dos mecanismos de energia renovável.
Fonte: Estadão.
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Obama promete combater aquecimento global

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu na quarta-feira passada dar um novo impulso às políticas contra o aquecimento global, afirmando que o país precisa se unir para reduzir as emissões de carbono.
Na

primeira entrevista coletiva após as eleições de 6 de novembro, Obama disse que planeja levar adiante um “diálogo ao longo do país” nos próximos meses para encontrar uma base sobre a qual promoverá políticas contra a mudança climática, após falhar em seus esforços no primeiro mandato.

“Acredito firmemente que a mudança climática é real, que é impactada pela conduta humana e as emissões de carbono. Acredito que temos uma obrigação com as futuras gerações sobre fazer algo a respeito”.
Obama disse que sua posição sobre a mudança climática exige um “processo educativo” e “decisões políticas difíceis”, mas destacou que sua postura é compatível com os esforços para se criar mais empregos em uma economia que ainda balança.
“Se (…) pudermos dar forma a uma agenda que crie empregos, promova o crescimento e faça uma abordagem séria da mudança climática, acredito que o povo americano nos apoiará”. “Podem esperar mais de mim nos próximos meses e anos sobre como dar forma a uma agenda que tenha apoio bipartidário”.
Após a primeira eleição de Obama, grande parte do Partido Republicano rejeitou as propostas do governo para combater o aquecimento global, alegando que as medidas prejudicariam a economia.
Obama não atribuiu a megatormenta Sandy – que no início de novembro atingiu a costa leste dos EUA – à mudança climática, mas destacou que as temperaturas médias estão aumentando e que o degelo do Ártico ocorre em ritmo mais elevado que as piores previsões.
“Tem havido um número extraordinariamente grande de eventos climáticos severos aqui nos Estados Unidos, mas também em todo o mundo”, disse o presidente.
Os aliados de Obama no Congresso têm apoiado sua posição sobre a mudança climática e Nancy Pelosi, a principal democrata na Câmara de Representantes, celebrou nesta quarta-feira as declarações do presidente e disse que o combate ao aquecimento global é “prioridade”.
A Câmara de Representantes aprovou em 2009 um plano para restringir as emissões de carbono, mas a iniciativa foi barrada no Senado, apesar da maioria democrata.
Fonte: Info.abril
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AIEA anuncia que Irã retirou combustível nuclear de Bushehr

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou sexta (16/11) em Viena que o Irã retirou o combustível nuclear da usina de Bushehr, apesar de ter a intenção de iniciar seu funcionamento em 2013.
Em seu último

relatório técnico sobre o Irã, a agência da ONU disse que verificou que o país islâmico transferiu esse material à piscina de combustível nuclear esgotado.

“Em carta de 15 de outubro, o Irã informou à AIEA que o combustível seria levado do núcleo do reator à piscina de combustível usado” entre os dias 22 e 29 de outubro, diz o texto.
O órgão acrescenta que seus inspetores estiveram em Bushehr nos dias 6 e 7 de novembro e verificaram que o material está efetivamente fora do núcleo, o que faz com que a usina não funcione.
Um diplomata ocidental a par do programa atômico do Irã disse hoje em Viena que é “pouco usual” que o combustível seja retirado de uma usina nuclear tão pouco tempo antes desta funcionar.
O reator de Bushehr, construído por técnicos russos no sul do Irã, estava funcionando a 75% de sua capacidade antes de o combustível ser retirado.
Há poucos dias, o Irã havia anunciado que Bushehr tinha entrado em sua fase final de testes para que a Rússia pudesse entregar o controle da usina a técnicos iranianos.
Fonte: Agência EFE
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Projeto “Rios Limpos” quer fiscalizar esgotos ilegais

A Câmara de Curitiba aprovou semana passada um projeto de lei do vereador Jonny Stica (PT) que destina os recursos que a prefeitura recebe da Sanepar para a fiscalização de ligações ilegais da rede de esgoto. Pelo contrato de concessão do

abastecimento de água e tratamento de esgoto de Curitiba, a Sanepar paga R$ 237 mil aos cofres públicos, sem destinação específica. A lei, apelidada de “Rios Limpos”, destina essa verba para o Fundo Municipal do Meio Ambiente.

Stica explica que 75% desse dinheiro servirá primeiramente para mapear e, num segundo momento, regularizar as ligações ilegais de esgoto, enquanto os 25% restantes serão destinados a ações educativas que ressaltam a importância do próprio projeto. O valor total, em quatro anos, pode chegar a R$ 11,5 milhões.
A ideia, segundo ele, vem de pesquisas que apontam que 90% da poluição dos rios tem sua origem em esgotos domiciliares. “Temos dados da Sanepar que indicam que há pelo menos 57 mil residências irregulares em Curitiba”, detalha o vereador, que cita como exemplo o Rio Belém. “O rio passa pelo Parque São Lourenço com um nível tolerável de poluição, mas quando chega na altura da Avenida Cândido de Abreu, um local de alta urbanização, o nível de oxigênio chega a zero por conta de dejetos consumidos por microorganismos”, comenta.
Longo prazo
Stica tem consciência do exaustivo e longo trabalho que virá com a execução do projeto. “Com essa verba, conseguiremos monitorar 6 mil residências por mês. Em cinco anos, teremos a cidade mapeada em um banco de dados único entre a Sanepar e a prefeitura. A partir daí, inicia o processo educativo para que as residências irregulares possam se adequar à rede de esgoto, e aí sim, multar aquelas que não se adequaram”, diz.
Para o bom funcionamento do projeto de lei, Stica conta com a adesão das ONGs ligadas ao meio ambiente e da própria secretaria de Meio Ambiente. “É importante que a próxima gestão da secretaria escolha um rio para elaborar um projeto piloto e mostrar a viabilidade do projeto”, indica.
Fonte: Gazeta do Povo
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Reciclar embalagens de agrotóxicos evita emissão de CO2

Um estudo encomendado pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV) mostra que, desde a criação do Sistema Campo Limpo, de reciclagem de embalagens de agrotóxicos, há dez anos, 250 mil toneladas de dióxido de carbono deixaram

de ser emitidas no meio ambiente.

“Retiramos, entre 2002 e 2010, mais de 215 mil toneladas de embalagens que antes ficavam no campo podendo causar problemas ao meio ambiente e a saúde humana. Como os agricultores não tinham solução para o problema, colocavam fogo em quase 70% das embalagens”, disse Rando.
O retorno e tratamento ambientalmente adequado de embalagens de agrotóxicos são obrigatórios há dez anos. Desde que foi criado, o sistema de reciclagem envolve responsabilidades de todos os setores envolvidos.
Agricultores têm que limpar e devolver as embalagens aos comerciantes, que as entregam aos fabricantes. Os produtores levam o material até unidades de reciclagem. “Para fazer com que tudo aconteça, o sistema emprega 2 mil pessoas, trabalhadores das unidades de recebimento de embalagens e das recicladoras”, disse o agrônomo João Cesar Rando. Segundo ele, existem 421 unidades de recebimento do produto espalhadas em 25 estados e no Distrito Federal.
A maior parte das embalagens destinadas à reciclagem é transformada em novas embalagens utilizadas pelos próprios fabricantes de agrotóxicos e defensivos.
As unidades responsáveis pelo reaproveitamento do material produzem outros 20 tipos de produtos, como tubos para fiação, para cabos subterrâneos e tubos para irrigação. “Os recicladores comercializam estes produtos. Não temos os números, mas é uma atividade econômica para eles”, garantiu.
Fonte: Agência Brasil
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Brasil recicla 80% das embalagens de agrotóxicos

Nos últimos dez meses, mais de 31,6 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos foram recolhidas e tratadas adequadamente. O volume divulgado hoje (13), pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV), representa crescimento de 6

% no recolhimento do produto em todo o Brasil.

O aumento reflete o incremento da atividade agrícola nas regiões Centro-Oeste e Sul. A expansão da produção em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais e nas novas fronteiras agrícolas, como o oeste da Bahia, Maranhão e Piauí exige dos agricultores mais tecnologia e o uso frequente de agrotóxicos e defensivos agrícolas.
O presidente do inPEV, João Cesar Rando, garante que a intensificação da atividade no campo tem sido acompanhada pelo recolhimento e destinação das embalagens. Segundo ele, o procedimento criado há dez anos, conhecido como Sistema Campo Limpo, atingiu maturidade e cobertura de quase todo o território nacional.
“Naturalmente há resposta ao aumento na utilização das embalagens. Os índices do Brasil de recolhimento chegam a 80% das embalagens colocadas no mercado”, disse. O Brasil é apontado como líder neste tipo de cadeia de reciclagem, seguido por países como Alemanha e Canadá que conseguem recolher e reciclar cerca de 75% das embalagens.
A cobertura apontada por Rando inclui embalagens primárias, as que têm contato direto com o produto químico, e as embalagens secundárias, como caixas de papelão onde são acondicionadas as embalagens primárias, garrafas e potes de produtos.
Rando explica que para atingir 100% de recolhimento, o país precisa investir em campanhas, logística e fiscalização. “Existem locais afastados, onde não há agricultura intensa e falta um pouco de informação para o agricultor, falta ter uma cadeia mais bem organizada nessas regiões. O sistema depende da atuação de todos os elos da cadeia”, afirmou, defendendo ações que incluam investimentos em infraestrutura para facilitar o transporte.
Fonte: Agência Brasil
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Grupo busca alternativa sustentável para sacolas plásticas

Um grupo de trabalho instituído hoje (13) pelo Ministério do Meio Ambiente vai discutir o consumo sustentável de sacolas plásticas para propor formas de discipliná-lo. O ministério deu prazo prorrogável de seis meses para as atividades, segundo porta

ria publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira.

Entre as atribuições do grupo, que não será remunerado, está a identificação de tecnologias disponíveis no Brasil e os impactos delas no meio ambiente. A partir disso, será possível avaliar a viabilidade de criar certificados para os diversos tipos de sacolas, com o objetivo de orientar o consumidor.
Também passará pelo grupo a avaliação e seleção de conteúdos para campanhas de conscientização. Outra responsabilidade será avaliar e estudar projetos para o uso de sacolas plásticas em tramitação no Brasil e no mundo, o que dará subsídios para uma futura norma brasileira sobre o tema.
Além de integrantes do Ministério do Meio Ambiente, participarão do grupo de trabalho representantes da Secretaria Nacional do Consumidor, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), de entidades sem fins lucrativos voltadas ao tema, instituições representativas dos setores envolvidos e representantes da sociedade civil.
Fonte: Agência Brasil.
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Governo do Rio multará município por falta de coleta de lixo

O impasse no recolhimento de lixo no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que se arrasta há meses, gerou uma reação do governo do estado. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) decidiu multar a prefeitura pelo descumprimento de um te

rmo de ajustamento de conduta (TAC) sobre a questão.

A decisão foi tomada hoje (12), após reunião no Inea, e o valor da multa ainda vai ser calculado. A presidenta do instituto, Marilene Ramos, alertou para os perigos que o acúmulo de toneladas de lixo nas ruas pode gerar para a saúde pública e para o meio ambiente.
“É uma situação muito grave. Porque além das condições sanitárias a que a população está sendo exposta, temos também a chegada da chuva, que pode arrastar esse lixo para a rede pluvial e para dentro dos rios, agravando as inundações e colocando em risco os próprios moradores”, disse.
A prefeitura de Belford Roxo, município vizinho, onde também está havendo problema de recolhimento do lixo, será notificada pelo Inea para regularizar a coleta, antes de ser aplicada a multa. O que se vê em ambas cidades é o acúmulo do material pelas calçadas, em frente das casas e nos terrenos baldios. Alguns moradores acabam ateando fogo, o que provoca mais poluição.
O problema da coleta de lixo se agravou para os municípios de Duque de Caxias e Belford Roxo a partir de junho passado, com o fechamento do Aterro Sanitário de Gramacho, local mais próximo para onde era levado o material descartado dos dois municípios. Agora, o lixo tem que ser transportado para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) em Seropédica, município distante, em uma viagem que chega a levar quase uma hora e meia, o que aumenta muito o custo para as empresas. Uma das soluções será a criação de um CTR mais próximo, em consórcio formado pelos municípios da região metropolitana. A assessoria da prefeitura de Duque de Caxias não foi localizada para comentar o assunto.
Fonte: Info.abril
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