Americanos criam tecido solar com fibra óptica

 Fonte: www.info.abril.com.br
Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia criou painéis solares flexíveis e portáteis com fibra óptica para carregar aparelhos eletrônicos. Eles são dobráveis e podem até ser vestidos pelos usuários.

Os cientistas conseguiram integrar um conjunto de células solares no interior das fibras ópticas. O sistema permite a criação dos tecidos solares, que são painéis fotovoltaicos, flexíveis e maleáveis para colocar em qualquer lugar.

 Segundo John Badding, líder da equipe, a nova técnica pode revolucionar os métodos de microgeração de energia limpa. Isso porque a flexibilidade da fibra óptica permite a criação de tecidos dobráveis.

Graças à união da fibra óptica com o silício, os cientistas descobriram que não será necessário unir a fibra óptica com os chips dos aparelhos eletrônicos. Isso porque o silício poderá ser agregado aos próprios fios condutores.

John Badding acredita que é possível criar tecidos fotovoltaicos com até dez metros de comprimento. Além disso, ele espera agregar circuitos eletrônicos inteiros dentro das fibras ópticas. Isso pode diminuir os problemas de conexão entre as fibras e os aparelhos eletrônicos.

Fonte: Info.abril

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Sem hidrelétricas, Minas Gerais planeja térmicas

O governo mineiro já estuda alternativas para tentar manter a atração de investimentos privados para o Estado diante da possibilidade da redução de oferta de energia por parte da Cemig por causa da disputa com o governo federal.

A principal aposta é em termoelétricas a gás, que devem ser abastecidas com o insumo que se espera produzir com a exploração da bacia sedimentar do São Francisco, mas cuja capacidade das reservas ainda está sendo avaliada por meio de fraturamento de rochas. Até novembro, o governo de Minas já havia assinado 158 protocolos de intenção de investimentos privados, com aportes previstos de R$ 17,4 bilhões.

 Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, além das térmicas a gás – que produzem energia com custo bem menor do que as abastecidas a diesel -, também há perspectiva de outras fontes para suprir a possível redução na capacidade de geração da Cemig, como as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), as 24 usinas de biomassa previstas para serem instaladas no oeste mineiro, e unidades de captação eólica e solar que devem ser instaladas na região da Serra do Espinhaço no norte do Estado.

A Cemig se recusou a renovar antecipadamente as concessões de 21 usinas cujos contratos vencem até 2017 e a estatal pode ter reduzida em cerca de 60% sua capacidade de geração. Apenas três dessas hidrelétricas – São Simão, Miranda e Jaguara – têm potencial de geração de 2.542 mil megawatts, 36,7% da capacidade instalada da empresa.

Presente em reunião na tarde de segunda-feira (09) para apresentar o balanço de 2012 do Sistema Operacional de Desenvolvimento Econômico de Minas, o presidente da Cemig, Djalma Morais, reforçou a intenção da estatal de brigar judicialmente pela renovação dessas concessões nos atuais termos como preveem os contratos. Comandando o encontro, Dorothea Werneck, que preside o Conselho de Administração da Cemig, primeiro afirmou que o governo vai “torcer” para a questão “não afetar outros investimentos”.

Depois, salientou que o governo tem prioridade em investimentos na “nova economia”, com destaque para as fontes alternativas de energia. E que essas fontes seriam suficientes para suprir a demanda e manter a atração de investimentos privados. “Três térmicas a gás podem gerar 1,5 mil megawatts, que é a capacidade de São Simão, nossa maior hidrelétrica”, observou. “Mas isso vai levar cerca de dois anos. Até lá, temos de aguentar. Mas com o diferencial do cumprimento de contratos.”

A secretária afirmou ainda que o governo mineiro já realiza estudos para adequar as contas públicas ao impacto da redução da arrecadação que será causada pela queda no preço da energia. Mas negou que haja previsão de aumento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), por exemplo, para compensar as perdas.

A antecipação da renovação das concessões do setor elétrico foi uma forma encontrada pelo governo de reduzir as tarifas de energia, consideradas uma das mais altas do mundo. O contrato de concessão de um grande número de usinas, linhas de transmissão e distribuição terminam em 2015 e 2017.

Pela lei anterior, ao vencer esses contratos, o governo teria de fazer um novo leilão dos ativos – ou transferir a administração para suas controladas. Mas o governo mudou de ideia, alterou as regras e decidiu renovar as concessões.

Em contrapartida, as empresas tinham de aceitar antecipar para 2013 a renovação dos contratos e cobrar pela energia produzida apenas o custo de operação e manutenção. Quem ainda não teve o retorno do investimento feito será indenizado.

A fórmula não agradou ao mercado, que considerou o preço da energia e a indenização baixos.

Fonte: Agência Estado

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Rio terá bolsa verde para negociar ativos ambientais

A partir de ontem (dia 10) produtores rurais que preservam vegetação nativa em suas propriedades poderão ganhar dinheiro negociando, por meio de uma plataforma online, contratos de compra e venda de Cotas de Reserva Ambiental Futura (Crafs).

Os contratos de compra e venda serão negociados na bolsa de valores ambientais BVRio (Bolsa Verde do Rio de Janeiro). Criada há um ano com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente e da prefeitura do município do Rio de Janeiro, a BVRio iniciou hoje as suas atividades, possibilitando que – por meio de operações de mercado – produtores e proprietários rurais possam ganhar dinheiro preservando a vegetação nativa de seus imóveis. A tendência é que, com o tempo, a bolsa se nacionalize, embora as negociações devam ocorrer entre produtores de um mesmo estado.

A BVRio foi criada objetivando atender às necessidades e exigências contidas no novo Código Florestal, que determina que todos os imóveis rurais são obrigados a manter uma reserva legal (RL) – área de vegetação nativa.

A legislação permite também que aqueles que têm reserva legal excedente à sua obrigação possam transformá-la em cotas de reserva ambiental e, posteriormente, vendê-las a quem tem déficit de RL. A obrigação de reserva legal varia de 20% a 80% da área dos imóveis, dependendo do bioma e do estado onde estão as propriedades.

O presidente executivo da BVRio, Pedro de Moura Costa, disse que a iniciativa de criar a bolsa verde tem o objetivo de criar um mecanismo de mercado para ajudar no cumprimento da lei da maneira mais eficiente e barata possível. “As leis existem para serem cumpridas, a gente quer remover as dificuldades inerentes ao cumprimento das leis ambientais, sendo a primeira iniciativa a das cotas de reservas ambientais”.

O executivo disse que as taxas de administração são as praticadas pelo mercado e vão variar, de acordo com o tamanho da área, entre 1% a 3% do valor da transação. “Este é um mercado de centenas de bilhões de reais, podendo chegar a meio trilhão de reais. Vai depender de preço, de liquidez. A gente está tentando criar mais liquidez o tempo todo para que isto realmente se manifeste e a gente efetivamente possa remunerar aqueles que conservam suas florestas”.

Mesmo com as estruturas regulatória e tecnológica do Cadastro Ambiental Rural (CAR) ainda em processo de implementação, os produtores e proprietários rurais, segundo Moura Costa, podem negociar as Crafs na BVRio.

O pagamento só ocorre na entrega das cotas para o comprador. Assim, comprador e vendedor reduzem riscos e, ao mesmo tempo, criam um mercado para a Crafs, passando a conhecer demanda e oferta de preços por cotas.

Produtores rurais de todo o país começaram a se cadastrar na plataforma da BVRio em maio, iniciando o processo de formação de mercado e definição de preços. Na primeira semana de dezembro, a BVRio tinha mais de 300 produtores cadastrados para negociação de Crafs. A partir desta semana, eles podem começar a fechar negócios.

Fonte: Agência Brasil

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Qatar não assume meta de redução de emissões

Aqueles que estavam ansiosos para assistir à performance do país-sede da COP18 se decepcionaram nesta quarta-feira (06). Ao invés de assumir compromissos audaciosos de combate ao aquecimento global, que dessem força às negociações – ou pelo menos assumir alguma meta de redução de emissões, por mais tímida que fosse –, o Qatar escolheu seguir um caminho mais seguro – e, há quem diga, covarde –, anunciando, apenas, que pretende se tornar uma referência em pesquisas climáticas.

A delegação do país árabe lançou, ontem, uma parceria com o Instituto Germânico de Postdam para Pesquisa Climática, prometendo que instalará na cidade de Doha uma subsidiária da entidade. E só.

A falta de protagonismo em um evento internacional que acontece na sua própria casa revoltou muita gente. Em coletiva de imprensa, o ambientalista árabe Wael Hmaidan, da Climate Action Network – famosa por entregar o prêmio Fóssil do Dia às nações que estão fazendo feio na Conferência – defendeu que o instituto de pesquisas é importante, mas não suficiente. “Já temos bastante pesquisa, o que precisamos é fechar a lacuna entre o que os países se comprometem a reduzir e o quanto realmente é necessário para evitar o aquecimento a mais de 2°C. Ter uma meta seria a melhor forma do Qatar contribuir”, disse.

Mais ousados, dois integrantes do Movimento Climático da Juventude Árabe decidiram protestar no Centro de Convenções do Qatar, onde acontece a COP18, mas acabaram expulsos pelos seguranças. Os jovens abriram no local uma faixa que dizia “Qatar, por que sediar e não liderar?”, mas segundos depois foram reprimidos pelos funcionários da ONU, tiveram que entregar os crachás que dão acesso ao evento e foram obrigados deixar o país-sede da Conferência em 24 horas.

Fonte: Info.abril

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Primeiras ondas do tsunami chegam ao litoral do Japão

Um tsunami de um metro atingiu hoje o litoral do município de Ishinomaki, no nordeste do Japão, após o forte terremoto que sacudiu essa região, sem que por enquanto se tenha informado de vítimas nem danos.

O terremoto aconteceu às 17h18 (horário local, 6h18 de Brasília) com uma intensidade de 7,3 graus Richter, segundo a Agência Meteorológica japonesa, que posteriormente detalhou que foi seguido poucos minutos depois por outro de 6,2 graus na mesma área.

A Agência Nacional de Polícia informou que, até as 18h (7h de Brasília), não tinha sido reportado nenhum ferido por causa do forte terremoto, que fez a população relembrar o devastador terremoto e tsunami que arrasou a região no dia 11 de março de 2011.

Também na cidade de Ofunato, o nível das águas subiu cerca de 20 centímetros às 18h10 (7h10), segundo a NHK.

No porto de Soma, na província de Fukushima, e no de Kuji, na vizinha Iwate, foram detectadas por sua vez altas de entre 20 e 40 centímetros.

O epicentro do terremoto foi situado no Oceano Pacífico perto de 240 quilômetros do litoral de Miyagi, onde as autoridades pediram à população do litoral para irem para áreas elevadas perante a possível chegada de um tsunami.

A Autoridade de Regulação Nuclear confirmou que não foi detectada nenhuma anomalia nas usinas nucleares do nordeste do Japão, todas elas paralisadas depois do grave acidente na central atômica de Fukushima no ano passado.

Segundo a “NHK”, o terremoto de hoje poderia ser uma réplica do tremor de 9 graus Richter do dia 11 março de 2011, já que o epicentro foi situado muito perto do daquela ocasião.

Fonte: Exame.abril

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Casa flutuante na Suécia é movida a energia solar

Imagine a seguinte cena: você recebe os amigos para uma almoço na casa de praia em uma tarde de domingo e na hora do cafezinho todos seguem para uma cabine externa que reproduz uma sala de estar e é capaz de zarpar como um barco para um passeio no mar. Exagero?

Não, é a mais recente inovação do escritório sueco Kenjo, especializado em casas sustentáveis e pré-fabricadas de pequeno porte. O projeto foi criado para uma família que buscava uma espaço que pudesse ser usado como área para relaxar e que também funcionasse como um quarto extra para hóspedes.

fonte: www.exame.abril.com.br

Localizada sobre uma plataforma flutuante, com acesso direto à água, a cabine conta com um sistema de energia solar fotovoltaica instalado no telhado.

A energia gerada alimenta a iluminação em LED, mais eficiente e econômica, o sistema de som interno e o motor, que permite deslocamentos curtos. Janelas de energia eficiente ajudam, ainda, a minimizar a perda de calor e fornecem luz natural durante a maior parte do dia.

Fonte: Exame.abril

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CAR beneficiará BR-163

MMA tenta fortalecer de políticas públicas na região, como o Cadastro Ambiental Rural.

Representantes do governo federal participaram, nesta quarta-feira (05/12), no município paraense de Itaituba (1.626 km de Belém) de reunião com lideranças ligadas às entidades e movimentos sociais para discutir metas e objetivos do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável para a Área de Influência da Rodovia BR-163. “O governo irá ouvir a pauta de reivindicações dos movimentos sociais da região e apresentar pontos de fortalecimento de políticas públicas, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, destaca o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, que participa do encontro.

O CAR surge como oportunidade de legalização para milhares de propriedades rurais da região que lutam hoje pela regularização fundiária e ambiental. “Além de pacificar essa área que historicamente sofre com o desordenamento territorial, o Cadastro Ambiental Rural irá orientar e capacitar pequenos produtores e assentados da reforma agrária ao manejo florestal adequado”, destaca o secretário. Dessa forma, além de contribuir para a recuperação de áreas degradadas e redução do desmatamento, a regularização de imóveis rurais também possibilitará a identificação do proprietário da terra e a comprovação de posse do imóvel.

RODOVIA SUSTENTÁVEL

“O Projeto BR-163 nasceu com o intuito de valorizar a floresta e as cadeias produtivas locais com a participação das comunidades tradicionais que vivem nessa área de influência”, diz Cabral. Para ele, agendas bilaterais com governo e movimentos sociais como esta fortalecem o diálogo e desenvolvimento do plano. Além do representante do MMA, participam da reunião representantes da Casa Civil da Presidência da República e demais órgãos envolvidos na agenda, como os ministérios do Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social e Cidades.

O Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável para a Área de Influência da Rodovia BR-163 foi lançado pelo governo em 2006 e busca apoiar iniciativas de produção sustentável, fortalecimento da sociedade civil e manejo das florestas públicas na região, que abrange uma área de 1,2 milhão de km2 e inclui 79 municípios do Pará, Mato Grosso e Amazonas. A região de influência da BR-163 abriga um grande mosaico de áreas de áreas naturais protegidas, onde são priorizadas políticas públicas que estimulam o desenvolvimento integrado com atividades de base florestal. É uma das regiões mais importantes da Amazônia do ponto de vista do potencial econômico, diversidade biológica, riquezas naturais e diversidade étnica e cultural.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

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Termoelétricas desativadas vão gerar economia de mais de R$ 207 milhões

Até dezembro de 2015, 14 Usinas Termoelétricas (UTEs) devem ser desativadas em Rondônia. O motivo da desativação é a integração de 14 localidades do estado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que é controlado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que permite que uma localidade receba energia gerada em qualquer região do país. Com a desativação, devem ser economizados mais de R$ 207,4 milhões, que deixarão de ser gastos na compra de óleo diesel utilizado para o funcionamento das termoelétricas. Atualmente, segundo a Eletrobras Distribuição Rondônia, há 24 UTEs em operação no estado.

Segundo a Eletrobras, o objetivo é desativar, a longo prazo, todas as UTEs aproveitando os recursos hídricos que a região amazônica oferece. Esse potencial já está sendo aproveitado com a construção das Usinas Hidrelétricas (UHEs) Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Porto Velho. Com as hidrelétricas, a geração de energia com uso de óleo diesel é “quase obsoleta para Rondônia”, segundo Efraim Pereira Cruz, coordenador do Comitê de Gestão da Eletrobras.

De acordo com o coordenador, todo o estado Rondônia já foi abastecido com energia produzida por usinas térmicas. “A mudança aconteceu aos poucos. Várias UTEs foram desativadas no estado há mais de 10 anos. Não sei precisar quantas existiam”, afirma Cruz. Em 2008, o estado passou a fazer parte do SIN, mas algumas localidades ainda continuaram isoladas. Nas áreas isoladas, a energia é produzida no próprio local por uma UTE.

Comparando as duas formas de geração de energia, cada megawatt de energia térmica gerada custa para a distribuidora cerca de R$ 600 enquanto a cada megawatt de energia hidráulica custa R$ 150. “A diferença é muito grande. Na geração hidráulica os maiores gastos são durante a construção, após os gastos são menores. Enquanto na UTE continuamos a comprar o óleo diesel, um dos fatores que torna a energia mais cara, inclusive para o consumidor”, explica Cruz.

Comparação
Outro fator importante a ser levado em consideração como gerador de economia, segundo Efrain Cruz, são os eventuais problemas que podem surgir. O coordenador ressalta que numa UTE, quando ocorrem problemas no motor, é preciso substituí-lo. Já na UHE, os problemas são mínimos e a manutenção constante garante mais segurança.

Para desativar uma UTE é preciso que a Aneel emita uma autorização. Em 9 de março de 2010, a Aneel liberou a desativação das 14 UTEs em Rondônia por meio da Resolução Autorizativa 2.310, que permitiu a implantação de um conjunto de obras de linhas de transmissão e subestações, para interligar as localidades ao SIN.

No entanto, as UTEs são necessárias no período de seca quando todos os reservatórios baixam e as UHEs baixam a capacidade de geração. “Elas [UTEs] são necessárias para sustentar o sistema. As UHEs não conseguiriam abastecer o país na época da seca, por haver pouca água nos reservatórios”, garante Cruz.

Em Porto Velho, o consumo de energia das UTEs começou a ser descartado com a construção da UHE Samuel que entrou em funcionamento em 1996. “Esta usina é suficiente para a capital. Para outras regiões não têm como fornecer energia”, afirma Cruz. Porém, a UTE Termonorte, em Porto Velho, ainda é uma das responsáveis pelo abastecimento de energia em Rondônia.

Localidades
A desativação das 14 UTEs localizadas em Jacy-Paraná, União Bandeirantes, Vista Alegre do Abunã, Nova Califórnia; no distrito de Candeias do Jamary, Triunfo; nos municípios de Cujubim, Machadinho d’Oeste, Vale do Anari, Extrema, Buritis, Campo Novo dos Parecis, São Francisco do Guaporé, Costa Marques, Alvorada do Oeste a energia que abastecerá essas localidades será fornecida pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) através do SIN.

No distrito de Jacy-Paraná, a 80 quilômetros de Porto Velho, o processo de desativação já começou e tem previsão de ser concluída no começo de 2013. A economia gerada passará de R$ 18,8 milhões que são gastos na compra de óleo diesel. Nas outras localidades, a construção do linhão ainda está sendo realizada. “Somente a região Baixo Madeira em Porto Velho continuará a utilizar energia térmica, pois não há condições financeiras para levar um linhão à localidade e interligá-la ao SIN”, explica Cruz.

Fonte: G1

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Vibração do trilho do trem pode gerar energia

Dois estudantes de engenharia da Universidade de Stony Brook, nos Estados Unidos, descobriram que é possível aproveitar a vibração dos trilhos de trens para gerar energia. O projeto pode ajudar a reduzir as emissões de três mil toneladas de gás carbônico durante o ano.

Teng Lin e John Wang acreditam que a invenção pode aproveitar 200 watts de energia elétrica a partir de desvios de trem, induzidas para alimentar dispositivos elétricos instalados na via.

O sistema dos estudantes muda a vibração dos captadores e os torna mais seguros e eficientes. Assim, é possível converter até 70% do potencial bruto da estrutura.

Lei Zuo, o orientador do grupo acredita que o sistema pode proporcionar uma economia de mais de US$ 10 milhões nos custos de fornecimento de energia às ferrovias do estado de Nova York e de US$ 500 mil na produção energética para este fim.

Isso é possível porque os Estados Unidos tem um bom campo para aplicação do sistema. Atualmente, o país tem mais de 225 mil quilômetros de ferrovias espalhados por todo o seu território.

O projeto foi reconhecido como a “Melhor aplicação de captação de energia” em uma conferência realizada em Washington, EUA.

Fonte: Info.abril

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Brasil detém segunda maior área florestal do planeta

O Brasil tem 516 milhões de hectares de florestas, o equivalente a 60,7% do território nacional, ficando atrás apenas da Rússia. A informação constam da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs), divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse total de 516 milhões de hectares de florestas é composto por áreas destinadas a reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável, terras indígenas, áreas de proteção dos recursos hídricos e do solo, de conservação da biodiversidade em unidades de conservação federais e estaduais, de produção madeireira e não madeireira em florestas nacionais e estaduais e florestas plantadas, de proteção ambiental e áreas ocupadas com florestas.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que 31% da superfície terrestre do planeta sejam ocupados por florestas habitadas por 300 milhões de pessoas. Delas dependem, de forma direta, 1,6 bilhão de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre.

Para promover ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de florestas, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 o Ano Internacional das Florestas.

A iniciativa teve o objetivo de conscientizar a sociedade da importância das florestas, alertando que a sua exploração de forma inadequada acarreta, entre outras consequências, a perda da biodiversidade e o agravamento das mudanças climáticas.

No Brasil, o Ministério do Meio Ambiente promoveu vários eventos, enfocando a conservação, o manejo e o desenvolvimento sustentável.

Fonte: Agência Brasil

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