Aqualta mostra as grandes metrópoles em futuro de Aquecimento Global

Com o Aquecimento global em alta, cresce a apreensão quando a ameaça se volta principalmente para grandes metrópoles como Londres, Nova York e Tóquio. Pensando nisso os designers do Estúdio Lindfors criaram um projeto, batizado de Aqualta, que consiste em ilustrações de Nova York e de Tóquio em um cenário de aquecimento global, hidrologicamente transformado.

O projeto foi lançado no final de 2009 e repercutiu em diversos sites e publicações especializadas, que reproduziram as cenas impensáveis nos dias de hoje.

As imagens mostram gôndolas atravessando a Times Square, crianças pescando em cima dos bancos de cascalho que se acumularam ao lado de arranha-céus inundados e uma rede aérea de balões. Outras figuras exibem passarelas de pedestres e carros que substituem o asfalto coberto pelo mar, passagens de cabo que atravessam a cidade alagada e avenidas inteiras servindo de área de lazer para banhistas.

As imagens caprichadas além de alertarem para o problema das mudanças climáticas, mostram também nas pessoas retratadas uma despreocupação com os transtornos causados pela invasão do mar.

“As imagens são um olhar sobre a adaptação à subida da água, em vez da luta ou resistência a ela”, diz o designer do Estúdio Lindfors, Gretchen Stump.

 

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12 Comentários

  1. Claudemir Mesquita
    Publicado 1 de março de 2010 em 8:57 | Permalink

    Meu olhar reverte-se de preocupação não pelas cenas, mas pela redução quantitativa da área agrícola produtiva, das florestas e dos ecossistemas naturais, já que a parte ístimica do planeta é tão peqquena para abrigar e acolher tamanha populaação humana e tantos outras olhares de preocupação me vem e vão fazer parte da minha decendência.

  2. Bira
    Publicado 1 de março de 2010 em 9:50 | Permalink

    A questão é um tanto ludica, mas utopica..Qual sera o nivel de contaminação, poluição e substancias toxicas a que estaremos expostos? é dificil mensurar, mas interessante avaliar a hipótese dada a perca da capacidade de resiliencia do planeta..quantos aterros sanitarios existem acumulando rejeitos de decadas, que diante de um fenomeno desta magnitude possivelmente resultara em contaminação? algo para refletirmos sobre nossa fragilidade..

  3. Publicado 2 de março de 2010 em 8:04 | Permalink

    Estamos iniciando na Região da Grande Vitória (ES) uma pesquisa voltada à análise da percepção ambiental da sociedade (+- 5% de erro / 95% de intervalo de confiança) frente à problemática das Mudanças Climáticas. Gostaráimos de identificar grupos em outras capitais que tenham interesse em desenvolver pesquisa idêntica; nestes casos daráimos todo o apoio técnico no processo de desenvolvimento da pesquisa.
    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

  4. Roberto Pereira Costa
    Publicado 4 de março de 2010 em 10:33 | Permalink

    Conclui no final de fevereiro um curso a distancia de Gestão Ambiental e fiquei pasmo como o parco conhecimento adquirido diante de tamanha imensidão do assunto. É incrivel, mas ,é verdade, estamos nos lixando para o meio ambiente. Há um egoismo tão grande atualmente por parte das instituições, que não conseguimos sensibilizar as comunidades sociais em reverter esse quadro, os paises industrializados não abrem mão de suas posições economicas e os paises emergentes não abrem de mão de seu crescimento economico, deixando efetivamente a questão ambiental de lado. A dificuldade do desenvolvmento sustentavel esta amparada na desunião dos paises e das populações.

  5. Sergio Russo
    Publicado 5 de março de 2010 em 7:08 | Permalink

    Atualmente faço minha parte, uso energia solar para aquecimento de água, captação de água da chuva, carro a GNV. Também fazemos reciclagem de lixo, redução na geração de residuos(sacolas retornaveis, compra a granel, compostagem etc). Também abandonei praticamente todos os produtos industrializados que contém açúcar na fórmula, faço pão caseiro sem açúcar, usamos arroz integral a granel, azeite extra virgem e sal são praticamente os únicos industrializados que ainda usamos além de produtos de limpeza ecologicos.Os próximos passos será privilegiar os organicos e começar o plantio de árvores frutíferas para captura de CO² , produção de frutos e madeira quando da poda das arvores e quando do fim da vida útil das mesmas já com o manejo sustentável.Falta ainda gerador eólico, gerador a óleo de cozinha reciclado, teto verde e produção de gás de cozinha com dejetos, mas ainda chego lá.

  6. Gilson Leite de Moura
    Publicado 6 de março de 2010 em 14:52 | Permalink

    Vai todo mundo na onda dessa história de co2, quando esse gás é o gás da vida. Sem ele não haveria a fotossíntese. Acho que estão prendendo o criminoso errado. A contribuição do co2 na tão badalada camada que produziria o efeito estufa é ínfima e muito inferior a contribuição da camada de vapor dágua. Mais uma vez o mundo está ouvindo a pessoa errada, “ALGORE”, quando temos um brasileiro arretado; MOLION. Quando a grande imprensa começa a bater demais na mesma tecla, desconfie porque aí há grandes interesses econômicos por trás ou na maioria das vezes repete como papagaio as idéias dos outros mesmo que esses outros não tenham autoridade ou sejam cientistas fracos de caráter. Lembrem-se; boa parte da grande imprensa e das ONGs estrangeiras não são donas de si. Querem nos comandar de um edifício em N. York. Leiam Molion e pensem! não paga nada!

  7. Nelson Franco
    Publicado 11 de março de 2010 em 8:22 | Permalink

    Hoje não se dicute mais o grau de responsabilidade da atividade humanana como causa do aquecimento global.A própria solução da crise econômica global , passa indiscutivellmante pelo encaminhamaento da questão da crise ecológica e do aquecimento global, se essas duas variáveis não forem consideradas as soluções econômicas em curto prazo perderão a sustentabiliddae e a crise voltará como muito mais vigor e intensidade.O aquecimento global é uma quatão ética e moral e nao podemos deixar um lewgado de destruição para outras gerações, temos que adotar medidas profundas em relação às mudança na geração de energia, no sistema de produção e nos hábitos de consumo.Temos que estar atentos abertos a todas as vertentes sobre as causas do aquecimento global , mas envidar esforços para que o evitar que o debate possa saiar do nível da ciência e entrar no nível politico, onde os interesses econômicos são crescentes.

  8. jose almerindo rodrigues filho
    Publicado 11 de março de 2010 em 8:55 | Permalink

    Tá bonito. Se falou da área agricola e é uma dificuldade não apresentada. Sobre o lixo e os dejetos humanos, até lá teremos que ter em cada lar ou prédio a transformação destes em algo que não cause dano ao ser humano.

  9. inacio leo arnhold
    Publicado 11 de março de 2010 em 21:35 | Permalink

    OLA na nossa opinhao este aquesimento glopal e’ normal na naturesa vejam que grande parte da america do sul e do BRASIL A MILHARES de anos passados ja estava coperto pelas aquas do mar isto da para verificar nas terras de baixa altetude que sao todas arenosas e em muitos lugares pantanosas so’ observando o pantanal e a regiao AMAZONICA GRANDE PARTE DO PARAQUAI E ISTO vai ocorer nao futuro novamente

  10. keiti
    Publicado 13 de março de 2010 em 16:39 | Permalink

    Bem, nos dias de hoje podemos ver algumas modificações em adaptações quanto a mudanças climáticas. Temos que nos conscientizar em relação a questões ambientais para que este futuro possa chegar mais rápido e teremos que vivenciar esta vida que não é vida.
    Devemos projetar nossas adaptações quanto a não prejudicar nosso ambiente.
    Porém, este inventário ficou legal!

  11. Denilson Fernandes
    Publicado 18 de março de 2010 em 8:46 | Permalink

    Os grandes eventos naturais de hoje nos mostra que se o homem, não mudar o seu jeito de viver e ver a mãe natureza como uma aliada,viveremos dias difíceis,já podemos sentir na pele o reflexo de nosssas atitudes. Temos que encarar as questões ambientais como prioridades e os governantes criarem medidas urgentes e eficazes de maneira que futuras gerações não venha sofrer tanto, ou teremos que regressar ao passado como seres que se adaptam a todo tipo de situações.

  12. Publicado 24 de março de 2010 em 8:20 | Permalink

    Pesquisando a percepção ambiental de segmentos formadores de opinião no ES

    A Federação da Agricultura do Estado do Espírito Santo (FAES, através do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA – grupo sem fins lucrativos que há seis anos se dedica ao estudo da percepção ambiental e social em segmentos formadores de opinião – está realizando uma pesquisa de âmbito estadual voltada à avaliação da percepção ambiental do segmento de produtores rurais, Com os dados identificados na pesquisa a FAES pretende atuar, junto ao segmento, através de um plano de intervenção (cursos, palestras, cartilhas, etc.) em relação àqueles pontos que demandem atuação de modo a aprimorar o perfil de cidadania ambiental do segmento.

    Ao nível de conhecimento do NEPA, esta pesquisa pode ser considerada como pioneira, podendo ser adotada em outros Estados, propiciando, neste caso, a definição do perfil nacional de percepção ambiental dos produtores rurais.

    Uma outra pesquisa do NEPA, esta com o apoio da Brasitália, também em andamento, neste caso em âmbito regional – Regiã;o da Grande Vitória (ES) – irá analisar a percepção ambiental da sociedade frente à problemática das Mudanças Climáticas. Da mesma forma como a anterior, no âmbito de conhecimento do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, também é pioneira e, da mesma forma, poderá ser desenvolvida em outros Estados.

    Maiores informações podem se obtidas com Prof. Roosevelt S.
    Fernandes, M. Sc.Coordenador do NEPA – roosevelt@ebrnet.com.br

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