Chegaremos a ver um Haiti mais sustentável?

Com mais de um milhão de desabrigados e a sua capital destrída, o Haiti agora é foco de um grande trabalho de reconstrução. Internacionalmente, muitos estão falando de um “Plano Marshall” que reconstrua o país, durando pelo menos uma década e com o custo de bilhões de dólares. Medidas tomadas neste final de semana para cancelar seus débitos, enquanto financiam a reconstrução com doações, ao invés de mais empréstimos, são passos positivos nesta direção.

Mas e a sustentabilidade? Como uma ilha, que por tanto tempo existiu no limite do desastre, pode ser restaurada e ao mesmo tempo ser socialmente, economicamente e ambientalmente sustentável?

Felizmente, várias organizações estão levando essa questão a sério. Uma delas é a Global Green USA, uma organização ambiental sem fins lucrativos que liderou a reconstrução em new Orleans depois do furacão Katrina.

O Presidente e CEO da Global Green, Matt Petersen, alegou que eles ainda se encontram na fase de planejamento, onde discutem com outras ONGs, senadores, com orgãos da ONU, entre outros sobre qual a melhor decisão a ser tomada.

O consenso é que as normas e padrões de construção são muito críticos. Oficialmente, as pessoas estão sendo avisadas de que se começarem a construir agora antes de novos padrões serem estabelecidos, suas casas serão destruídas. Um cenário mais provável, tristemente, é que há riscos de que casos de suborno ou corrupção possam arruinem os efsforços de construir casas a prova de desastres.

Para a Global Green, os planos são o seguinte:

1. Informar as normas e o o sistema de aplicação das normas para reconstrução.

2. Identificar pesquisadores e grupos parceiros para ajudar na certificação de resistência a desastre, eficiência/suficiência em energia e construção saudável.

3. Identificar parceiros para fazer o mesmo com as casas (Matt frisa que o que está sendo falado aqui são os habitats).

4. Trabalhar com os outros para identificar e apoiar o reflorestamento, ideológicamente por meio de um canal que apoa mulheres à liderança e também a criação de empregos.

O que pode acontecer também, já que o Haiti é um lugar onde assentamentos humanos tendem a aparecer espontaneamente, é que muitos comecem a construir suas casas de maneira não oficial. A questão da construção de lares temporários ainda permanece um grande desafio.

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10 Comentários

  1. Publicado 10 de fevereiro de 2010 em 18:28 | Permalink

    Os projetos de reconstrução e desenvolvimento do Haiti tem de ser debatidos com eles. Quem sabe eles tem uma vontade de trabalhar com reflorestamento, ou preferem pequenas indústrias de reciclagem ? Sempre existe o mal hábito de chegarem com projetos prontos sem dar a chance de discutí-los com os maiores interessados.
    Percebe-se que eles são muito apaixonados pelo futebol. O esporte e a cultura são também muito esquecidos . As possibilidades são inúmeras e a ajuda internacional é emocionante.
    O problema é que muitos vão querer faturar nas costas daquele sofrido povo.

  2. Rogério Maestri
    Publicado 11 de fevereiro de 2010 em 22:05 | Permalink

    Se depender dos naturalistas de plantão os Haitianos estão ferrados. De acordo com o “Press Release” do WWF de 29 de outubro de 2008 (http://www.worldwildlife.org/who/media/press/2008/WWFPresitem10439.html) os haitianos já tinham uma “pequena pegada”, ou seja não precisava melhorar nada pois eles eram ecologicamente corretos. Para não dizer que estou dizendo bobagens vou colocar sem tradução o texto que dizia isto:

    “According to the Living Planet Report 2008, the United Arab Emirates, the United States, and Kuwait have the largest national ecological footprints per person. On the other end of the scale are countries such as Haiti and the Congo, with a low ecological footprint per person, but facing a future of degrading biocapacity from deforestation and increased demands from a rising population and export pressures.

    The Living Planet Report, published by WWF every two years since 1998, has become widely accepted as an accurate analysis of the earth’s ability to remain a “living planet”. In 2008, it adds for the first time, new measures of global, national and individual water footprints to existing measures of the Ecological Footprint of human demand on natural resources and the Living Planet Index, a measure of the state of nature.” (Como são sensíveis estes senhores!)

    Agora imaginem quando o dinheiro doado pelos países for investido através da intervenção do Banco Mundial onde estes senhores do WWF tem influência, os investimentos terão que ser feitos de forma ecologicamente corretos, ou seja, se dá para fazer dez casas só será feita uma, altamente sustentável, é claro, as outras nove famílias esperem o próximo milênio.

  3. Rogério Maestri
    Publicado 11 de fevereiro de 2010 em 22:10 | Permalink

    Acho que o Haiti deve ser reconstruído, se ficarmos com os mesmos cuidados que se tem para construir uma casa na Alemanha, por exemplo, não vai se cosnstruir nada.

    Eles precisam antes de mais nada de tratamento de água, redes de água e coleta de esgoto.

    Quanto a construção de casas existem em países como o Chile projetos de mais de trinta anos de casas que resistem a terremotos, é só querer.

  4. Antonio Villaca Torres
    Publicado 12 de fevereiro de 2010 em 9:10 | Permalink

    A localização do Haiti é, e sempre foi muito perigosa, placas, furacões, mais imprevisíveis mudanças climáticas, sem falar em seu índice de desenvolvimento, fome, pobreza,guerrilha interna, falta saneamento enfim, tudo. Reconstruir o País, nos moldes tradicionais é expor ainda mais aquele povo sofrido ao perigo de novos e diários eventos, além de jogar dinheiro fora, no mínimo até o próximo evento climático ou terremoto. É hora da ONU pensar em alternativas mais seguras e tirar o povo de tamanho risco, afinal são merecedores de nossa atenção.Aliás, se continuarmos produzindo tamanhos impactos e degradações ao planeta, daqui a pouco todos teremos que ser removidos e planetas mais limpos!- Parece ficção, mas é a nossa realidade.

  5. Antonio Villaca Torres
    Publicado 12 de fevereiro de 2010 em 9:15 | Permalink

    A localização do Haiti é, e sempre foi muito perigosa, placas, furacões, mais imprevisíveis mudanças climáticas, sem falar em seu índice de desenvolvimento, fome, pobreza,guerrilha interna, falta saneamento enfim, tudo. Reconstruir o País, nos moldes tradicionais é expor ainda mais aquele povo sofrido ao perigo de novos e diários eventos, a saúde física e psíquica é mais urgante.É preciso prepará-los para o próximo evento climático ou terremoto. É hora da ONU pensar em alternativas mais seguras e tirar o povo de tamanho risco, afinal são merecedores de nossa atenção.Aliás, se continuarmos produzindo tamanhos impactos e degradações ao planeta, daqui a pouco todos teremos que ser removidos para planetas mais limpos!- Parece ficção, mas é a realidade em que vivemos.

  6. Marcia Regina Batista
    Publicado 13 de fevereiro de 2010 em 10:33 | Permalink

    A sustentabilidade ambiental para além de um conceito-chave que possui várias dimensões é uma politica que determina práticas diferenciadas por parte da população, setores empresariais, instituições financeiras e governo. Não envolve, apenas, a população local, mas politicas internacionais que privilegiam sustentabilidade ambiental.

    Portanto, se entrelaçam decisões locais e internacionais para reconstrução e desenvolvimento sustentável do HAITI. Mas, é fundamental que a segurança alimentar, as instituições de saude e educação, cultura e os direitos civis sejam rapidamente estabelecidos como projetos de curto prazo. Posteriormente, é essencial que acha um apoio a projetos de recuperação ambiental, cooperação tecnico científica e uma vontade politica local de buscar soluções para a agricultura, industrialização, urbanização socialmente inclusivas. Determinantes para a via democrática e governabilidade.

    A dimensão social do desenvolvimento sustentável remete a necessidade de liberdade, igualdade e fraternidade. Onde as bases culturais, morais e de autonomia de um povo e de uma nação devem ser prerrogativa básica das políticas internacionais para a população do HAITI, cuja decisão de fazer-se novamente em bases sustentavéis é uma pré-condição. Mas, como todo o projeto deve iniciar-se sobre uma premissão básica: Inclusão social e desenvolvimento economico autonomo poderiam orientar o processo de apoio internacional para a reconstrução do HAITI.

  7. Jorge G. Souza
    Publicado 14 de fevereiro de 2010 em 2:00 | Permalink

    A Base principal para a sustentábilidade de uma nação é seu povo. Caso este povo tiver os políticos que tem no Brasil, não havera sustento, por que a politica no Brasil faz de tudo por dinheiro apelam verbas internacionais para o meio ambiente e esta ajuda é deviada sempre EX: rio Tiete, já é a terceira vez que tentam com verbas extrangeiras despoluilo, mas nada é feito, o dinheiro some em outras paragem, cidades do interior, pedem verbas para asfaltar ruas, que já foram asfaltadas a milenios estão só no pó, a transamazonica é uma delas. Se o povo do Haiti tiver uma politica com os politicos que tem no Brasil não haverá sustabilidade para este país e o seu desenvolvimento lento que era, lento mais ficará.

  8. Publicado 16 de fevereiro de 2010 em 7:13 | Permalink

    OLÁ BOM DIA.

    Envio esta nota para o senhor e analizar.
    com esta invençã desta maquina se eu tivesse investidores poderiamos ajudar o Haiti
    fico agardando resposta.
    de Carlos Aredio Arruda Alves.

    Á PATENTE.
    PI 0903102-2
    MÁQUINA GERADORA DE ENERGIA ELÉTRICA
    LIMPA AUTO-SUFICIENTE.
    A presente invenção refere a uma máquina geradora de energia elétrica

    limpa auto-suficiente, que não necessita de energia-externa, mecânicas ou

    combustíveis em geral, para seu funcionamento.

    Á energia gerada pela máquina geradora de energia elétrica limpa auto-

    Suficiente, é usada uma pequena parte, para o seu funcionamento, e o restante

    esta livre para ser usada.

    Os sistemas de geração de energia elétrica atuais necessitam de algum tipo de

    fonte de energia, para gera energia elétrica como por exemplo: as hidrelétricas

    que necessitam das águas, e as usinas que são movida a combustão, necessita de

    combustíveis e etc.

    Nos sistemas atuais de geração de energia elétrica, precisa de uma fonte de

    energia externa, exemplos de algumas: As hidrelétricas necessitam de grandes

    quantidades de águas e espaços muito grandes, que são inundados destruindo a

    fauna e flora, em muito casos ocorrem desapropriação, a energia produzida é

    transportada para grandes distâncias, através das linhas de transmissão até a

    chegada em suas distribuidoras, e nos países que não tem abundância de águas

    este sistema é inviável, além de serem muito caras. Nos sistemas de geração de

    energia através de combustão, estes são muito poluentes e caras. As nucleares

    oferece risco de vazamento radiativo, como já vimos no passado. Nos sistemas

    de geração de energia limpa, como a eólica necessita de vento constante, em

    local que não se venta constante, este sistema é inviável e no sistema das

    placas solares, necessita de sol, durante a noite não produz energia, há uma

    necessidade de ter um banco de bateria, e este sistema é muito caro.

    Tendo em vista esses problemas e no propósito de superá-los foi inventada

    pelo senhor Carlos Arédio Arruda Alves á máquina geradora de energia elétrica

    limpa auto-suficiente, objeto da

    presente patente, a qual consiste em revolucionar a produção de energia elétrica

    esta máquina produz energia abundante e infinita conforme as suas

    configurações.

    Esta máquina é versátil e com grande mobilidade, facilitando a sua instalação.

    Esta maquina geradora de energia elétrica limpa auto-suficiente, ou seja;

    não necessita de nenhum tipo de energia externa para gerar energia por

    tempo indeterminado e ilimitado, não utiliza óleo disel, gasolina, gás natural,

    álcool, bio combustível, recursos hídricos (água), nuclear, ventos (eólica), sol e

    etc. ESTA MÁQUINA PRODUZ A SUA PRÓPRIA ENERGIA.

    Com esta tecnologia poderemos criar novas indústrias geradoras em todo país,

    próximos as cidades e acabará com os apagões.

    levando o país a ser auto-suficiente na geração de energia elétrica, produção de

    energia 100% limpa e barata, sem agredir a natureza. TRAZENDO MUINTA

    RIQUEZAS PARA O PAÍS E CRIANDO MILHARES DE EMPREGOS COM

    CARTEIRA FIXADA.

    BENEFÍCIOS & OBJETIVO.

    • CRIAÇÃO DE MILHARES DE EMPREGOS COM CARTEIRA FICHADA (DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE).

    • GERAÇÃO DE IMPOSTOS E RIQUEZAS PARA O PAÍS.
    • COM ESTA TECNOLOGIA O PAÍS ACUMULARA RIQUEZAS POIS NO PRESENTE JÁ SE ENCONTRA REGISTRADO A PATENTE NO BRASIL E O MAIS BREVE PASSÍVEL NO EXTERIOR.

    • ESTÁ TECNOLOGIA FARÁ DO BRASIL SER O MAIOR PRODUTOR DE ENERGIA ELÉTRICA LIMPA NO MUNDO, CONSEQUENTEMENTE O BRASIL PODERÁ FORNECER ESTA ENERGIA PARA O MUNDO TODO E ACUMULANDO GRANDES RIQUEZAS.

    • CRIAÇÃO DE INDÚSTRIAS GERADORAS DE ENERGIA EM TODAS AS CIDADES BRASILEIRAS.

    • FABRICAR PEQUENAS ESTAÇÕES GERADORAS DE ENERGIA ELÉTRICAS PARA FÁBRICAS, INDÚSTRIAS,
    FAZENDAS, CONDOMÍNIOS, CASAS, COMÉRCIOS, NAS ALDEIAS INDIGINAS E ETC.

    • LEVANDO O PAÍS A SER AUTO-SUFICIENTE NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRCA EM TODO OS SETORES DA ECONOMIA.

    • E EXCELENTE INCENTIVO PARA FABRICAÇÃO DE CARROS ELÉTRICOS E OS CARROS EXISTENTE PODERÃO SER TRASNFORMADOS EM ELÉTRICOS.

    • PRODUÇÃO DE ENERGIA 100% LIMPA E BARATA SEM AGREDIR A NATUREZA, (FAUNA E FLORA).

    • REDUZINDO OS GASTOS COM LINHAS DE TRANSMISSÕES DE LONGO ALCANCE E ETC.

    • CONTRIBUINDO PARA A DIMINUIÇÃO DA DESTRUIÇÃO DA FAUNA E FLORA.

    • COLABORANDO COM A DIMINUIÇÃO DA POLUIÇÃO NOS GRANDES CENTROS URBANOS.

    • COLABORANDO PARA A DIMINUIÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL.

    • O BRASIL PODERÁ EXPORTAR ESTA TECNOLOGIA AO RESTO DO MUNDO, AJUDANDO O MEIO AMBIENTE.

    • COM ESTA TECNOLOGIA PODEREMOS LEVAR O DESENVOLVIMENTO PARA AS REGIÕES MAIS DISTANTES DO PAÍS.

    • ACABARÃO OS APAGÕES.

    Antesiosamente

    CARLOS AREDIO ARRUDA
    DIRETOR.
    CEL: 8451-3980 / 8117-1517
    9922-3233 / 9315-3656
    DESDE JÁ A AL AGRADECE A SUA ATENÇÃO.

  9. Publicado 22 de fevereiro de 2010 em 19:49 | Permalink

    A população está desesperada, sem ter onde morar. A reconstrução sustentável do Haiti de ser feita logo, com trabalho em forma e de um grande mutirão que envolva todo o país.

    A Global Green tem um trabalho grandioso pela frente.

    http://www.hiperguia.com.br/meioambiente.php?pgn=1

  10. Publicado 4 de maio de 2010 em 9:39 | Permalink

    Basta ter: conscientização
    e Boa vontade. Nada mais do que isso.
    http://www.dieucel.blogspot.com

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