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		<title>Aumenta o número de conflitos por água no país</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 19:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Pastoral da Terra (CPT)  divulgou nesta quarta-feira, 1º de setembro, dados parciais do levantamento “Conflitos no Campo”, relacionados ao período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2010.

No documento destaca-se o aumento do número de conflitos por água no país. Durante o período, foram registrados pela CPT 29 conflitos pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Comissão Pastoral da Terra (CPT)  divulgou nesta quarta-feira, 1º de setembro, dados parciais do levantamento “Conflitos no Campo”, relacionados ao período de 1º de janeiro a 31 de julho de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/pantanal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2076" title="pantanal" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/pantanal.jpg" alt="" width="622" height="405" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No documento destaca-se o aumento do número de conflitos por água no país. Durante o período, foram registrados pela CPT 29 conflitos pela água envolvendo 25.255 famílias &#8211; número 32% maior do que em 2009, quando foram registrados 22 conflitos envolvendo 20.458 famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todas as regiões do Brasil, com exceção do Norte, os conflitos pela água cresceram. O Centro-Oeste registrou um aumento de 50%, enquanto no Nordeste foi de 18,5%, no Sul 50% e no Sudeste 175%. A região Norte, apesar de registrar queda no número de conflitos, verificou um aumento de 2.250 para 11.150 famílias envolvidas nas disputas.</p>
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		<title>A falta de água está cada vez mais próxima! Como você faz para economizar?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 14:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A água é um recurso essencial para todos nós, além de sua  importância vital ela é também um fator de grande importância para o  desenvolvimento econômico, e corresponde a um dos bens  mais consumidos pela humanidade. Sua demanda aumenta a cada dia com o  crescimento da população, porém, enquanto alguns utilizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A água é um recurso essencial para todos nós, além de sua  importância vital ela é também um fator de grande importância para o  desenvolvimento econômico, e corresponde a um dos bens  mais consumidos pela humanidade. Sua demanda aumenta a cada dia com o  crescimento da população, porém, enquanto alguns utilizam o recurso de  maneira exagerada, muitos não sabem sequer o que é ter água encanada  potável em casa. A escassez de água que era considerada no passado uma  hipótese restrita a regiões áridas, já passou a ser realidade na vida de  comunidades em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/gota-400x266.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2071" title="gota-400x266" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/gota-400x266.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados da ONU, uma a cada seis pessoas não tem acesso à  uma quantidade de água potável suficiente para suprir as suas  necessidades, o que ocasiona a morte de 1,5 milhões de pessoas a cada  ano, e se não mudarmos nossos hábitos de consumo atuais, estima-se que  até 2025 dois terços da população do planeta viva em regiões com pouca  água.</p>
<p style="text-align: justify;">Como você faz para economizar água? Deixe aqui suas dicas!</p>
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		<title>35 anos de aquecimento global</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana o aquecimento global completou 35  anos. Além de a Terra aquecer há mais de três décadas, no dia 8 de  agosto de 1975 foi publicado pelo cientista americano, Wally Broecker, o primeiro estudo científico que usou o  termo “aquecimento global”.  Broecker é reconhecido sobretudo por seu trabalho sobre a relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na semana o aquecimento global completou 35  anos. Além de a Terra aquecer há mais de três décadas, no dia 8 de  agosto de 1975 foi publicado pelo cientista americano, Wally Broecker, o primeiro estudo científico que usou o  termo “aquecimento global”.  Broecker é reconhecido sobretudo por seu trabalho sobre a relação dos  oceanos e as mudanças do clima. O estudo “Mudança Climática: Estamos à  beira de um aquecimento global pronunciado?”, que foi publicado no mesmo ano na  revista Science, diz que no século XX o planeta estaria 0.8OC  mais quente devido à concentração de dióxido de carbono na atmosfera, sendo que naquele período o aquecimento ainda não era evidente. Os níveis de CO2 aumentavam, mas as temperaturas diminuíam.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/noaa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2068" title="noaa" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/noaa.jpg" alt="" width="450" height="335" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2067"></span>De acordo com a Época &#8220;O prenúncio do aquecimento  global foi baseado, primeiro, a partir de constatações de que as  emissões de carbono cresceriam 3% ao ano. Depois, que cerca de 50% do  carbono emitido fica aprisionado na atmosfera. Broecker calculou que a  concentração do gás subiria de 296 para 403 ppm entre 1900 a 2010. E  associou isso ao aumento de temperatura. Ele enxergou o aquecimento  quando o mundo esfriava, pois considerou a variação natural do clima que  ocorre de tempos em tempos. As estimativas estavam um pouco acima do  que realmente aconteceu. Alguns aspectos, como a atuação de outros gases  do efeito estufa e a concentração de calor nos mares, ainda não eram  compreendidos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a National Oceanic and  Atmospheric Administration (NOAA), órgão de metereologia dos Estados Unidos, em  2008 a concentração de carbono na atmosfera era de 385 ppm. Um estudo do  Global Carbon Project (GCP) mostra que o maior crescimento da  concentração foi de 1.93 ppm entre 2000 e 2006. Desde a Revolução  Industrial até 2007, o aumento foi de 37%. A temperatura global também  alcançou seu recorde na última década. O National Climatic Data Center,  do NOAA, aponta que entre os dez anos mais quentes da história, nove são  da década passada. Além disso, os quatro primeiros meses de 2010 foram  os mais quentes da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem desconfie de que o globo está  esquentando. No começo do ano, o IPCC (Painel Intergovernamental de  Especialistas sobre Mudanças Climáticas), da ONU, foi questionado sobre a  precisão de informações divulgadas no relatório de 2007. Mas as  evidências foram publicadas em estudos feitos ao longo desses 35 anos.  Há muito tempo o aquecimento global é tido como certeza pelos grandes  centros de pequisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente o NOAA divulgou uma pesquisa que frisa a crise do clima. A pesquisa leva em conta indicadores que  não entraram naquele relatório do IPCC. Ela afirma que 7 entre 11  indicadores estão se intensificando. São eles a temperatura do ar sobre a  terra, da superfície do mar, dos mares, o nível do mar, o calor do  oceano, a umidade e a temperatura da troposfera (camada da atmosfera  mais próxima à superfície da Terra). Em contraponto, o gelo do mar  Ártico, as geleiras, a neve no hemisfério norte e as temperaturas na  estratosfera estão diminuindo. O aquecimento global é inegável.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Época</p>
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		<title>A história do Cap and Trade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Annie Leonard]]></category>
		<category><![CDATA[cap and trade]]></category>

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		<description><![CDATA[Annie Leonard, a ambientalista americana, autora dos vídeos circulados pela internet A história das coisas e A história da água engarrafada, agora dá a sua opinião sobre a comercialização das emissões de carbono, também discutida durante a Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), em um novo vídeo:  A história do Cap and Trade.

Annie dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Annie Leonard, a ambientalista americana, autora dos vídeos circulados pela internet <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k" target="_blank">A história das coisas</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AM9G7RtXlFQ" target="_blank">A história da água engarrafada</a>, agora dá a sua opinião sobre a comercialização das emissões de carbono, também discutida durante a Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), em um novo vídeo:  A história do Cap and Trade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=2064"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2064"></span>Annie dá sequência a explicação do seu olhar crítico, agora sobre o Mercado de Carbono, a política de Cap and Trade e a crise climática e acredita que a idéia da comercialização das emissões dá liberdade a grandes poluidores, recompensa atitudes ineficazes e distrai a população na hora de pedir por medidas realmente eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a sua opinião?</p>
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		<title>Made in Forest &#8211; a 1ª rede social ambiental (e brasileira)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 13:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Made in forest]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo é viabilizar um mundo mais sustentável o  Made in Forest, 1ª rede social ambiental já conecta quase seis mil cadastros de instituições e cidadãos de 28 países do mundo. A melhor parte da história é que a iniciativa foi de dois Brasileiros: Martin Mauro e Fábio Biolcati, ambos ex-executivos da indústria farmacêutica.

A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o objetivo é viabilizar um mundo mais sustentável o  <strong><a href="http://www.madeinforest.com/?" target="_blank">Made in Forest</a></strong>, 1ª rede social ambiental<strong> </strong>já conecta quase seis mil cadastros de instituições e cidadãos de 28 países do mundo. A melhor parte da história é que a iniciativa foi de dois Brasileiros: Martin Mauro e Fábio Biolcati, ambos ex-executivos da indústria farmacêutica.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mif.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2060" title="mif" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mif.jpg" alt="" width="278" height="135" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2061"></span>A idéia surgiu durante as viagens de negócios que faziam, perceberam que as instituições que trabalham pela preservação ambiental ao redor do mundo não se conheciam e não eram conhecidas pelo público. Por isso, resolveram criar o site.</p>
<p>ONGs, empresas, universidades e pessoas envolvidas com causas ambientais podem se juntar aos cerca de 5.800 perfis de entidades espalhadas por 28 países de todos os continentes. Para isso, basta acessar o <strong><a href="http://www.madeinforest.com/?" target="_blank">site</a></strong><strong> </strong>e criar gratuitamente seu perfil em uma das sete categorias disponíveis no portal: eco-educação, eco-produtos, eco-serviços; eco-turismo; reciclagem e usuários da rede.</p>
<p>A rede também possui um perfil no Twitter, o @madeinforest.</p>
<img src="http://blog.ambientebrasil.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2061&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>O ponto de vista de Sérgio Serra para a COP16</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Cancún]]></category>
		<category><![CDATA[COP16]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Em dezembro deste ano acontecerá a 16º edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP16, que será realizada em Cancún. O objetivo é definir estratégias a serem praticadas pelos países para diminuir o aquecimento global.
A última conferência, realizada em Copenhague no ano passado, não obteve o resultado esperado. Por isso, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em dezembro deste ano acontecerá a 16º edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP16, que será realizada em Cancún. O objetivo é definir estratégias a serem praticadas pelos países para diminuir o aquecimento global.</p>
<p style="text-align: justify;">A última conferência, realizada em Copenhague no ano passado, não obteve o resultado esperado. Por isso, as expectativas para a próxima reunião não são muito positivas. Vindo na direção contrária aos críticos mundiais, está o Embaixador para a Mudança Climática do Brasil, Sérgio Serra. Em entrevista concedida ao jornalista norte-americano Stephen Messenger, ele apresenta as suas expectativas e declara que a última reunião não foi ruim, foi “um importante passo a frente”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sergioserra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2057" title="sergioserra" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sergioserra.jpg" alt="" width="420" height="236" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2056"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para o embaixador brasileiro, os resultados obtidos em Copenhague não foram melhores porque as expectativas eram grandes demais. A COP16 não tem tido muito espaço na mídia e esse é o principal fator considerado por Serra. Ele acredita que, com menos pressão por parte da mídia os países terão mais facilidade em definir as estratégias que deverão ser praticadas em longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo mantendo um pensamento positivo, Serra garante não depositar todas as suas esperanças na COP16. Um dos grandes motivos da falta de convicção é a participação americana, que ainda não tem agradado os outros países. Segundo Serra, os americanos ainda não estão prontos e provavelmente isso não mudará durante o pouco tempo que antecede a reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo sem a participação efetiva de alguns países ricos, as nações em desenvolvimento não deixaram de aproveitar ao máximo as oportunidades geradas pela conferência. Entre os benefícios mais aproveitados está o REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), que destina verba aos países subdesenvolvidos para que seja possível manter áreas de preservação, como a Amazônia, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">A esperança é de que a COP16 sirva para que os países que mais emitem gases de efeito estufa assumam suas responsabilidades. Isso inclui destinar verbas para o desenvolvimento de tecnologias verdese estrutura sustentável para países em desenvolvimento.</p>
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		<title>Sua conta de água pode virar uma árvore!</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 19:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[arvore]]></category>
		<category><![CDATA[fatura de água]]></category>
		<category><![CDATA[sabesp]]></category>

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		<description><![CDATA[Em ação desenvolvida pela Companhia de Saneamento de São Paulo (Sabesp) em parceria com a ONG SOS Mata Atlântica cada fatura de água transformada em débito automático significa uma árvore plantada em São Paulo. Trata-se da campanha Muda Automática, lançada pelo presidente da empresa, Gesner Oliveira. “É preciso ter muito claro que a educação ambiental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em ação desenvolvida pela Companhia de <a href="http://www.sabesp.com.br/">Saneamento de São Paulo (Sabesp)</a> em parceria com a <a href="http://www.sosmatatlantica.org.br/" target="_blank">ONG SOS Mata Atlântica</a> cada fatura de água transformada em débito automático significa uma árvore plantada em São Paulo. Trata-se da campanha Muda Automática, lançada pelo presidente da empresa, Gesner Oliveira. “É preciso ter muito claro que a educação ambiental é fundamental para multiplicar as ações da Sabesp. Isso significa mobilizar as pessoas em torno de um compromisso, integrá-las a programas como o de preservação de mananciais”, explicou o presidente da empresa estatal.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/arbol.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2054" title="arbol" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/arbol-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2053"></span>A perspectiva é passar dos atuais 15% para 22% o total de débito em contas, um aumento de sete pontos, o equivalente à média nacional. Isso significa mais de um milhão de árvores plantadas no Estado. Com a Muda Automática, a sociedade ajudará a recuperar a vegetação em áreas de mananciais. O cliente vai acompanhar o plantio e crescimento da muda pela internet a partir de coordenadas geográficas para o monitoramento via GPS (Sistema de Posicionamento Global). A meta é plantar 100 mil mudas em áreas de mananciais em dois anos.</p>
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		<title>Reflorestamento captura mais carbono do que monocultura de árvores</title>
		<link>http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=2047</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 20:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores Australianos, ao analisarem projetos de restauro florestal, descobriram que o reflorestamento de áreas desmatadas (em especial de florestas) captura carbono de maneira mais eficiente do que plantações industriais de monoculturas, ou ainda de grandes fazendas com apenas um tipo de espécie plantada.

A pesquisa, publicada na revista científica Ecological Management &#38; Restoration, acaba com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pesquisadores Australianos, ao analisarem projetos de restauro florestal, descobriram que o reflorestamento de áreas desmatadas (em especial de florestas) captura carbono de maneira mais eficiente do que plantações industriais de monoculturas, ou ainda de grandes fazendas com apenas um tipo de espécie plantada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pinus.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2048" title="pinus" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pinus-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><br />
<span id="more-2047"></span>A <a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2010-07/w-rpc073010.php" target="_blank">pesquisa</a>, publicada na revista científica Ecological Management &amp; Restoration, acaba com a crença de longa data de que plantações de monoculturas podem capturar mais carbono do que uma floresta replantada. Isso é uma grande novidade para os fãs da biodiversidade, porém, o reflorestamento também custa muito mais caro.</p>
<p style="text-align: justify;">
De acordo com o estudo, as áreas reflorestadas estocam em média de 106 toneladas de carbono por hectare, o que equivale a 41,5% a mais do que as 62 toneladas estocadas a cada hectare de área de monocultura de coníferas. As florestas replantadas também estocam cerca de 19% de carbono a mais do que espécies madeireiras misturadas plantadas, que em média estocam 86 toneladas por hectare.</p>
<p style="text-align: justify;">
Agora que os pesquisadores já conseguem demonstrar que o quão efetivo é o reflorestamento comparado às monoculturas, existe um novo problema: Achar uma forma de fazer com que o reflorestamento se torne mais barato e economicamente competitivo com as plantações.</p>
<p style="text-align: justify;">
Uma das formas poderia ser de fazer o reflorestamento mais atrativo para o Mercado de carbono. E também serão necessárias novas técnicas que garantam um habitat para a vida das florestas e que estoquem carbono a um custo comparável ao das monoculturas.</p>
<img src="http://blog.ambientebrasil.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2047&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Por que nós não estamos acreditando nos cientistas do clima?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 19:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo estudo publicado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos revelou grandes disparidades  na credibilidade científica relativa dos diferentes lados do debate sobre as mudanças climáticas.
A questão principal é, em quem você acredita? Na grande maioria de cientistas que pregam que as emissões de gases causadores do efeito estufa geradas por atividades antrópicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um <a href="http://www.pnas.org/content/107/27/12107" target="_blank">novo estudo publicado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos</a> revelou grandes disparidades  na credibilidade científica relativa dos diferentes lados do debate sobre as mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão principal é, em quem você acredita? Na grande maioria de cientistas que pregam que as emissões de gases causadores do efeito estufa geradas por atividades antrópicas estão claramente alterando o nosso clima, podendo causar muitos problemas? Ou você acredita na porcentagem  pequena de cientistas céticos que dizem que nenhum problema está ocorrendo com o nosso clima?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geleira.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2044" title="geleira" src="http://blog.ambientebrasil.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geleira-300x199.jpg" alt="" width="351" height="232" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2043"></span>Em muitos momentos das nossas vidas, nós dependemos de testemunhas e pontos de vistas de experts. Nós fazemos isso quanto estamos doentes e vamos ao médico, quando o nosso carro quebra, ao precisarmos de um representante no tribunal, por exemplo, entre outros. E nós as vezes pagamos muito para disfrutar dos anos de estudo e experiência desses profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A ciência do clima é um pouco diferente, pelo menos é o que parece. Uma grande (e crescente) proporção da sociedade parece estar ignorando a opinião de 97% dos climatologistas. E além de tudo, isso está confundindo muitos que trabalham com algo relacionado a ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Este novo estudo, conduzido pelo Professor Steve Schneider da Universidade de Stanford, traz uma revisão extensiva de literatura que estabelece identidades, pontos de vistas e autoridade respectiva de 1372 pesquisadores do clima, cujos trabalhos “constituem expertise ou credibilidade em pesquisas científicas técnicas ou de política relevante”. Um dos principais objetivos do trabalho, de acordo com seus autores, foi providenciar uma ferramenta, para ajudar aqueles por fora das ciências do clima a escolher melhor em que experts acreditar.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ampla análise da própria comunidade de cientistas do clima, a distribuição da credibilidade de pesquisadores que concordam e discordam com ela, e o nível de concordância entre os top experts da área, ainda estão para ser conduzidos a fim de dar uma base melhor para futuras discussões.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo, foram utilizados dados de 1371 cientistas do clima e suas publicações e citações mostram que: 97-98% dos pesquisadores do clima com publicações mais ativas na área apóiam os princípios pregados pelo IPCC.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia central parece que quanto mais um cientista tem seu trabalho citado em publicações relevantes sobre o clima, mais credibilidade eles devem ter para serem considerados um “expert” na área. Não há nada de muito inovador nisto, já que é assim que funciona em qualquer outra disciplina, mas é iluminador ver os resultados dispostos de maneira tão sucinta</p>
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		<title>Celebridades em campanha para restauração do Golfo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 18:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desastres]]></category>
		<category><![CDATA[Be the one]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[BP]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Matthews]]></category>
		<category><![CDATA[Golfo do México]]></category>
		<category><![CDATA[John Goodman]]></category>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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Mais uma iniciativa para ajudar a restaurar o  Golfo do México. A campanha Be the One está sendo apoiada por   celebridades como Blake  Lively, Sandra Bullock, Dave Matthews, Lenny Kravitz,  e John Goodman.
No vídeo acima (em inglês), os  cidadãos são convidadas a assinarem uma petição que cobrará do governo  dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=2040"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a></p>
<p>Mais uma iniciativa para ajudar a restaurar o  Golfo do México. A campanha Be the One está sendo apoiada por   celebridades como Blake  Lively, Sandra Bullock, Dave Matthews, Lenny Kravitz,  e John Goodman.</p>
<p><span id="more-2040"></span>No vídeo acima (em inglês), os  cidadãos são convidadas a assinarem uma petição que cobrará do governo  dos Estados Unidos um plano de ações para recuperar toda a região  atingida pelo derramamento de óleo.</p>
<p>A campanha foi iniciada pela organização de <a href="http://www.womenofthestorm.net/" target="_blank">Women of the Storm</a> , grupo formado em Nova Orleans após a  catástrofe do furacão Catrina, e já conseguiu o apoio de mais de 115 mil  assinaturas, o objetivo é chegar a 1 milhão.</p>
<p>Os brasileiros que gostaram da ideia podem dar suporte à causa através do <a href="http://www.facebook.com/pages/1restorethegulf/139109569434264?ref=ts" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p>﻿</p>
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