Sears Tower ganhará reforma para tornar-se sustentável

O prédio mais alto do ocidente ganhará em uma reforma no valor de 350 milhões de dólares que inclui turbinas eólicas e recursos para aprimorar a eficiência energética do edifício. O Sears tower, em Chicago, está a caminho de se tornar além do maior, o arranha céu mais verde nos Estados Unidos.

Será uma das mais ambiciosas renovações ambientais dos últimos tempos, apesar de não ser a maior, a qual pertence ao Merchandise Mart, também em Chicago. Mesmo assim será um projeto muito inspirador para uma construção como esta, que é considerada um ícone por todo o país. Além disso, o projeto pode também levar a sustentabilidade à um novo patamar da publicidade. Todas as construções que optam por aplicar o LEED ou outras ferramentas de certificação ambiental são louváveis, mas é do Sears Tower que estamos falando aqui.

De acordo com o New York Times a reforma irá muito além de algumas turbinas eólicas no topo do prédio para gerar uma publicidade pró iniciativa “verde”. As turbinas são apenas uma parte da transformação. O plano, que começa imediatamente, pretende reduzir 80% do uso de eletricidade do edifício em 5 anos, por meio de troca das janelas externas, reposição das luzes internas, e mudanças no sistema de aquecimento, resfriamento e também nos elevadores , e é claro a obtenção da sua própria fonte de energia renovável.

Além dos resultados em longo prazo, a reforma será por ela mesma extremamente benéfica ao meio ambiente. As áreas correspondentes a escritórios e lojas no prédio de 108 andares, ocupam um espaço de 418 mil metros quadrados além de possuir mais de 100 elevadores. Há espaço de sobra para o implante de tecnologias sustentáveis, segundo o jornal, o trabalho todo será em sua maioria compensado:

Prédios estão entre os maiores contribuintes mundiais quando se fala em emissões de gases do efeito estufa. Após a reforma, a economia de energia no Sears Tower, que passará a ser chamado de Willis Tower, será equivalente a 150.000 barris de petróleo por ano, e certamente recompensará pelo menos uma parte do custo do projeto.

 

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