Conta de luz poderá ter queda de até 3%

A conta de luz dos brasileiros vai sofrer uma pequena redução neste ano.

De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), as tarifas cobradas pelas distribuidoras podem ser reduzidas em até 3%, informa reportagem publicada na Folha desta quarta-feira.

Ontem, a agência definiu o novo valor para a chamada CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), encargo cobrado dos consumidores por todas as empresas de distribuição de energia no país.

Neste ano, a contribuição dos brasileiros com a CCC deve chegar a R$ 3,2 bilhões. No ano passado, esse montante foi de R$ 5,9 bilhões.

Leia mais na edição da Folha desta quarta-feira e veja quanto cada consumidor pagará pela CCC neste ano.

Fonte: UOL

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Barco movido a energia solar completa volta ao mundo

O barco Turanor PlanetSolar, abastecido por energia solar, concluiu sua volta ao mundo. Com isso, ele se tornou o primeiro da categoria a conseguir concluir essa tarefa.

O barco saiu de Mônaco, na França, em setembro de 2010. Após percorrer 60 mil quilômetros em 585 dias de navegação, o barco regressou ao mesmo ponto de partida. No total, a embarcação passou por 28 países.

O objetivo do projeto é demonstrar como a energia renovável e a tecnologia atual podem ser usadas em transportes sustentáveis. Segundo Simone Arizzi, diretor de Ciência e Tecnologia da DuPont, fornecedora de material fotovoltaico ao barco, essa é a prova de que a ciência pode ser usava para resolver grandes desafios.

O Turanor PlanetSolar tem 31 metros de largura, 15 metros de altura e é coberto por 537 metros quadrados de painéis fotovoltaicos que alimentam o motor elétrico para a captação de energia solar. O custo de produção do barco foi de 26 milhões de dólares.

Agora, a PlanetSolar, fabricante do barco, busca por um novo projeto para dar uso ao navio. Uma das formas é alugá-lo para usos científicos ou comerciais.

Fonte: INFO.abril

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Brasileiros podem debater Rio+20 em site lançado pela ONU

Os brasileiros que desejam contribuir com as discussões sobre desenvolvimento sustentável, tema da conferência Rio+20, que a Organização das Nações Unidas (ONU) realiza no Rio de Janeiro em junho, pode enviar textos, fotos ou vídeos para um site especial ( http://www.ofuturoquenosqueremos.org.br/).

A iniciativa,faz parte de uma campanha de conversa global lançada mundialmente pela ONU, com versões para o árabe, chinês, espanhol, inglês, francês e russo, línguas oficiais das Nações Unidas.

De acordo com o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio) e porta-voz adjunto da Rio+20, Giancarlo Summa, a criação do site pretende mobilizar os brasileiros para que manifestem seu pensamento sobre como seria o futuro num mundo mais sustentável, apresentando problemas e sugestões.O site estará no ar desde segunda-feira dia 14 de maio de 2012 e  vai receber as contribuições até o fim do ano.

Para convocar a população a contribuir, foi produzida uma campanha multimídia exclusiva para o público brasileiro, intitulada Eu Sou Nós. Com depoimentos de pessoas famosas e brasileiros comuns, as peças serão veiculadas em televisão, rádio, jornais, revistas e internet. Além disso, uma série de anúncios será exposta em lugares púbicos explicando como participar da mobilização.

Outra iniciativa, também lançada na segunda -feira dia 14 de maio de 2012 pela ONU no Rio de Janeiro é a Agenda Total (AT), uma plataforma de conversação na internet que vai reunir todas as agendas da Rio+20, incluindo os eventos oficiais da ONU e os paralelos, promovidos pela prefeitura e pelo governo do estado, além da programação da Cúpula dos Povos e da sociedade civil.

Leia mais em www.info.abril.com.br

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Governo define parâmetros de êxito da Rio+20

Como anfitrião, o governo brasileiro definiu as diretrizes para conseguir bons resultados na próxima cúpula mundial que se propõe avaliar e aprofundar o que foi feito desde a conferência que assumiu o primeiro compromisso mundial com o desenvolvimento sustentável. O rascunho do documento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda não foi definido por consenso, mas a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, se atreve a prever resultados positivos.

“Quem deixar de vir lamentará. Teremos aqui economias expressivas”, disse a ministra, ao se referir aos países que já confirmaram presença, entre eles “os emergentes que vêm com peso próprio” ao encontro, que acontecerá de 20 a 22 do próximo mês. A participação de muitos chefes de Estado e de governo já é considerado um primeiro passo para o êxito da conferência, porque revela “o grande interesse internacional pelo tema”, disse o secretário-executivo da Comissão Nacional para a Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo.

Giancarlo Summa, coordenador do Centro de Informação da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, informou que até agora oficializaram presença 135 governantes, entre presidentes, vice-presidentes e primeiros-ministros, como parte das 183 delegações de países confirmadas entre os 193 Estados-membros da ONU. Para a ministra o êxito seria “excepcional” se a conferência terminasse com “uma obrigação para todos” no cumprimento de compromissos de produção e consumo sustentáveis. Um tipo de consumo em que estejam estabelecidos “direitos e obrigações de todos”, destacou Izabella Teixeira no Encontro Sustentável 2012, organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.

Junto a Figueiredo, que também participou de um debate com jornalistas que cobrirão a Rio+20, a ministra apresentou outros resultados esperados, como acordar uma “plataforma empresarial que assuma um compromisso com a economia verde”. Izabella Teixeira disse que o setor privado teve “um papel muito tímido” 20 anos atrás na Cúpula da Terra, também conhecida como Eco 92. Por sua parte, Figueiredo estabeleceu uma lista de assuntos que o governo brasileiro “gostaria” de ver plasmados no documento final para que a reunião não seja rotulada pela imprensa como um fracasso.

O diplomata mencionou entre eles a necessidade de a conferência deixar “um legado” para o futuro, como fez a Eco 92, que teve um papel “fundamental” para que depois “gerações inteiras se preocupassem com a sustentabilidade”. Também disse esperar que se defina “o que queremos como economia verde” e que sejam estabelecidos “objetivos de desenvolvimento sustentável”. Sobre a polêmica ideia de uma nova agência ambiental das Nações Unidas, Figueiredo disse que Brasília defende o fortalecimento do já existente Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). “Deve-se fortalecer o Pnuma como pilar ambiental, pois, na situação em que está, não tem condições de desempenhar bem seu papel”, afirmou.

As organizações ambientalistas brasileiras criticam o que consideram falta de protagonismo do governo de Dilma Rousseff, bem como o nível geral de abstração do documento negociado até agora entre os membros da ONU. A secretária-executiva adjunta do Instituto Socioambiental, Adriana Ramos, declarou à IPS que, do ponto de vista das discussões formais, “é muito difícil considerar que a conferência será um êxito, porque não existem, de fato, propostas muito objetivas para gerar um compromisso no documento final”.

Considerando esse limite, espera concretamente que a Rio+20 “sirva para chamar a atenção da população para as dificuldades e as mudanças necessárias para garantir a sustentabilidade futura do planeta”, ressaltou Adriana. Para ela, faltam acordos que seriam “positivos”, como a modificação dos sistemas de avaliação de desenvolvimento que considerem as variáveis ambientais, ou compromissos para limitar a exploração de recursos naturais nos oceanos.

A ativista também considera que no setor energético falta a retomada dos compromissos estabelecidos na convenção climática para controlar as emissões contaminantes. Embora entenda que serão difíceis de cumprir, em particular pelo governo do Brasil, diante do entusiasmo generalizado pela descoberta de importantes reservas de petróleo perto da costa e no subsolo do Oceano Atlântico. Adriana não concorda com a posição de fortalecer o Pnuma como órgão de governança ambiental e opta pela criação de uma nova estrutura dentro das Nações Unidas “para garantir o cumprimento dos acordos ambientais, necessitamos uma agência que tenha de fato capacidade de sanção”, ressaltou.

Por sua vez, Nilo Dávila, do Greenpeace, disse que o sucesso do documento final dependerá de refletir não só o que se deve fazer, mas também “o caminho” para sua concretização. Nesse contexto, falou à IPS sobre as necessidades pontuais, como preservação dos oceanos e das florestas, regulamentação do consumo e extinção dos combustíveis fósseis. Dávila afirmou que a Rio+20 deve voltar a pactuar compromissos estabelecidos na Eco 92 que não são cumpridos, como a Agenda 21 ou a convenção do clima e da biodiversidade, além de estabelecer novas metas a partir dos atuais conhecimentos e avanços tecnológicos.

“A Rio+20 pode ser o início desse caminho. O que não podemos é perder uma nova oportunidade”, concluiu Dávila. No encontro do Rio de Janeiro os líderes mundiais e representantes da sociedade civil buscarão tomar decisões sobre como reduzir a pobreza e a desigualdade, e assegurar, também, a proteção ambiental em um planeta cada vez mais habitado.

As discussões contribuirão para definir a agenda de sustentabilidade para os próximos 20 anos, bem como identificar metas e soluções para enfrentar desafios globais urgentes, entre eles a falta de acesso a energia e água potável, os oceanos esgotados, a insegurança alimentar, as desigualdades crescentes e as cidades em rápida expansão. Também, segundo o Centro de Informação da ONU, se tentará definir formas para impulsionar a sustentabilidade corporativa, a geração de empregos verdes, avançar no papel da ciência e na inovação, ou gerar financiamento para melhorar os mecanismos da cooperação internacional.

Fonte: Envolverde.com.br

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Empire State terá iluminação econômica com lâmpadas LED

O Empire State, em Manhattan, substituirá as lâmpadas tradicionais usadas no prédio pela tecnologia LED, que além de economizar energia incrementará a iluminação do arranha-céu.

A companhia proprietária do edifício, Malikin Holdings, decidiu substituir as 400 lâmpadas que atualmente iluminam os andares superiores do Empire State por 1.200 novos dispositivos que incluirão um total de 68 mil pequenas lâmpadas LED, informou nesta terça-feira o jornal ”The New York Times”.

Como cada um desses dispositivos pode ser controlado por meio de computadores. A nova tecnologia produzirá efeitos de luz como arco-íris, ondas e iluminação cruzada.

”Vamos nos divertir de verdade com nossa capacidade de dirigir as novas luzes”, declarou o presidente da Malkin Holdings, Anthony Malkin, que acrescentou que sua empresa quer imitar Hong Kong, país conhecido pela espetacular iluminação de seus edifícios.

Com a nova tecnologia, o Empire State poderá ser iluminado com milhões de cores diferentes. Atualmente, são usadas apenas 10 cores e são necessários sete trabalhadores para alterá-las.

O arranha-céu, de estilo Art Deco e inaugurado em 1º de maio de 1931, é reconhecido no horizonte de Manhattan por sua tradição de iluminar com diferentes cores seus andares superiores para homenagear diferentes causas, que vão desde um feito esportivo até a independência de um país.

Fora o atrativo visual, as lâmpadas LED significarão uma economia de 75% a cada ano, pois cada novo dispositivo dura entre três e seis vezes mais que as atuais lâmpadas.

O jornal afirmou que o anúncio oficial da mudança de iluminação será realizado esta semana e que a instalação do novo modelo começará em quinze dias e será finalizado em outubro.

Fonte: EXAME.com

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Sol cada vez mais forte

Em apenas dois anos, a ideia de uma economia verde, com seus vínculos com o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, passou de tema interessante a um dos dois assuntos principais da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Muitas pessoas podem se perguntar se economia verde é apenas uma expressão agradável ou um caminho genuinamente novo para um século 21 sustentável, com baixas emissões de carbono e utilização eficiente dos recursos naturais. Será o abandono real dos modelos de desenvolvimento do passado que seus defensores proclamam ou mais um caso de novas roupas ambientais do imperador?

A resposta talvez possa ser encontrada em algumas extraordinárias mudanças em curso no setor de energia em todo o mundo. Muitas pessoas ainda zombam da ideia de que a energia solar possa ser algo além de um nicho de mercado para entusiastas ou um dispendioso elefante branco, exaltado excessivamente por ambientalistas ingênuos. Em 2002, um fundo de private equity estimou que as instalações de painéis solares fotovoltaicos poderiam ter capacidade de 1,5 gigawatts em 2010. Na verdade, 17,5 gigawatts estavam ins talados em 2010, 130% mais do que em 2009. E as estimativas são que as instalações de novos painéis aumentaram ainda mais em 2010, elevando a capacidade global para cerca de 50 gigawatts — o equivalente a cerca de 15 reatores nucleares.

Tudo isso está ocorrendo não apenas em economias desenvolvidas, como Alemanha, Espanha e Estados Unidos, mas também em países como Bangladesh, Brasil, China, Índia, México e Marrocos. Segundo uma estimativa da consultoria IMS Market Research, mais de 30 países integrarão essa emergente revolução solar até 2015.

Nada disso surgiu por acaso. Alguns países mudaram logo para adotar a dimensão de energia de uma economia verde e introduziram as políticas públicas e os incentivos necessários. Uma capacidade industrial considerável foi acrescentada, reduzindo à metade os custos nos últimos dois anos. Aliás, os preços dos painéis solares devem novamente ter caído pela metade em 2011. Os painéis estão rapidamente se tornando uma alternativa atraente. Uma usina de energia nuclear pode levar de dez a 15 anos para ser construída; e uma usina de eletricidade a carvão, em torno de cinco anos. As usinas solares com capacidade de 5 a 10 megawatts hoje precisam de apenas três meses para passar do estágio de planejamento ao da construção. Com o advento de painéis inteligentes e preços determinados livremente pelo mercado, os painéis solares parecem bem posicionados para fornecer soluções rápidas e com amplas possibilidades de expansão.

A Agência Internacional de Energia calcula que, para haver acesso universal à eletricidade em 2030, serão necessários investimentos adicionais da ordem de 33 bilhões de dólares anuais no setor de energia. Parece muito dinheiro, em especial depois da crise econômica e financeira que continua atingindo muitas partes do mundo. Mas o investimento novo apenas em painéis solares ficou em torno de 89 bilhões de dólares em 2010. Investimentos multibilionários também foram feitos em novas fazendas eólicas, usinas geotérmicas e numa série de outras tecnologias de energia renovável.

Os rebentos de uma economia verde estão surgindo por todo o setor de energia, impelidos por preocupações com mudanças climáticas, poluição do ar e segurança energética — bem como pelo desejo de gerar novos tipos de setores competitivos que criem empregos. Eles também podem ser vistos no crescimento das indústrias de reciclagem na Coreia do Sul ou na maneira como a Indonésia está considerando as florestas em seu planejamento social e econômico. O desafio da Rio+20 é chegar a um leque de políticas para o futuro que possa ser mobilizado, em parte ou no todo, para acelerar tudo isso.

Na última sessão do Fórum Global Ministerial Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em Nairóbi, no Quênia, demos uma contribuição que é um marco para esse debate, com o lançamento do relatório “Uma transição para uma economia verde”. O documento analisa como um investimento global de 2% do PIB mundial na economia verde poderia desencadear crescimento econômico e resultados sociais positivos, mantendo a pegada de carbono da humanidade dentro de limites sustentáveis. Em particular, as escolhas catalisadoras para dez setores — de agricultura, pesca e florestas a transporte e construção civil — são tão importantes para os países em desenvolvimento quanto para as nações desenvolvidas. E são tão importantes para as economias estatais como para as economias de mercado.

Sempre haverá os que sorriem ceticamente diante da simples menção da expressão “economia verde”, desconsiderando essas mudanças de longo alcance. Já é hora de colocar os números na mesa e mostrar como os avanços na energia solar estão apenas começando a indicar que eles estão errados. Os ventos estão — felizmente — soprando a favor da sustentabilidade. Quanto antes todos acordarem para esse fato, melhor para nós.

Fonte: Planeta Sustentável.

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Rio+20

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, serárealizado de 13 a 22 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. É conhecida como Rio +20, pois marca o vigésimo aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), e deve ajudar a definir a agenda de desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.
Petição do Brasil para sediar a Rio +20 foi aprovado na 6 ª Sessão da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2009.
O objetivo da conferência é de renovar o compromisso político para o desenvolvimento sustentável, através da avaliação dos progressos e as lacunas na implementação das decisões tomadas nas cimeiras realizadas sobre o assunto, e através da discussão dequestões novas e emergentes.
A Conferência terá dois temas principais:

A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza,
E o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.

Rio +20 consiste em três etapas. Nos primeiros dias, entre junho de 13 e 15, a Terceira Reunião da Comissão Preparatória foi agendada - nele, os representantes do governose reunirão para negociar os documentos a serem adotados durante a Conferência.Posteriormente, os eventos com a sociedade civil estão agendadas para 16 de junho - 19. O Segmento de Alto Nível da Conferência está prevista para junho 20-22;participação de vários Chefes de Estado e de Governo dos países membros das Nações Unidas é esperado.

Preparativos da Conferência (PrepCom)
Assembléia Geral da ONU Resolução 64/236 determinou a realização da conferência, o seu propósito e temas, e estabeleceu um cronograma de Comissão Preparatória (“PrepCom”) reuniões. A Comissão tem vindo a realizar sessões anuais desde 2010, bem como “sessão de reuniões inter-”, importantes na condução de negociações para a frente.
Além dos “PrepCom”, muitos países têm mantido “reuniões informais”, para aumentar as oportunidades para a discussão de questões Rio +20. O processo preparatório é realizado pelo subsecretário geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais, e futuro secretário-geral da Conferência, o embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência também tem dois Coordenadores Executivos: Sra. Elizabeth Thompson, ex-ministro de Energia e Meio Ambiente de Barbados, eo Sr. Brice Lalonde, ex-ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Rio +20 Conselho de Administração, que se reúne regularmente em Nova York para decidir sobre questões relativas à organização do evento. O Conselho de Administração é composto por representantes dos cinco grupos regionais das Nações Unidas. É co-presidido pelo Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e John Ashe Embaixador, de Antígua e Barbuda. Como anfitrião da conferência, o Brasil também tem assento no Conselho de Administração.
Estados-Membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até 1 º de novembro para apresentar propostas para o Secretariado da Conferência, por escrito. Com base nessas contribuições, a Secretaria preparará um projecto de zero para Rio +20, que será negociada em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012 ..

Maiores informações no site www.rio20.gov.br

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São Paulo tem etanol mais barato do país; combustível só é vantajoso em SP e MT

O etanol voltou a ser vantajoso no Estado de São Paulo, que tem o álcool mais barato do Brasil, com média de R$ 1,837 o litro. Já a gasolina ficou em R$ 2,629 o litro, de acordo com dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), com base nos preços praticados na última semana.

De acordo com a ANP, além de São Paulo, só compensa abastecer com etanol em mais um Estado brasileiro: Mato Grosso, onde o litro do etanol custava, na segunda semana de maio, R$ 1,951, e o da gasolina, R$ 2,940.

m esses valores, observa-se que a proporção etanol/gasolina ficou em 69,87% em São Paulo, apresentando maior vantagem para os usuários de derivado da cana-de-açúcar. Da mesma forma, a relação em Mato Grosso ficou em 66,36%, fazendo com que o abastecimento com etanol também seja mais econômico em relação à gasolina no estado.

Para o uso do etanol ser vantajoso, é preciso que o litro custe menos que 70% do preço do litro da gasolina. Se a proporção ultrapassar essa porcentagem, abastecer com gasolina torna-se mais apropriado financeiramente.

Brasil

De maneira geral, das 27 unidades federativas analisadas pela agência, o preço médio do etanol subiu em 14 Estados na semana encerrada no último em 12 de maio.

Na média nacional, o litro do etanol caiu para R$ 1,965. A gasolina também subiu em 14 Estados e ficou em R$ 2,735, na média. A proporção do preço do etanol com relação ao da gasolina, na média nacional, foi de 71,85% na última semana.

Calcule se vale  apena álcool ou gasolina na tabela da página da UOL ( http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/05/14/etanol-fica-mais-barato-em-sp-e-combustivel-volta-a-ser-vantajoso-no-estado.jhtm)

Fonte: UOL

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Cientistas constroem cidade fantasma para testar tecnologia

O estado do Novo México, por algum motivo, é sempre escolhido para ser palco de experimentos científicos extraordinários. Foi na região de Los Alamos, por exemplo, que os americanos desenvolveram na década de 40 o chamado Projeto Manhatan, cujo objetivo era o de construir bombas atômicas.

Agora, em pleno século 21,o estado foi eleito mais uma vez pela comunidade científica como o local ideal para testes de tecnologias emergentes. É na região da cidade de Hobbs, localizada no condado de Lea, que será construído um centro de pesquisas científicas e tecnológicas gigante. Mais que um prédio, o centro será erguido com tamanho e dimensões reais de uma cidade.

O CITE (Center for Innovation, Testing & Evaluation) irá simular a vida em uma cidade americana de médio porte, de 35 mil habitantes. Ninguém vai viver nas suas instalações, o CITE será uma espécie de cidade fantasma, usada única e exclusivamente como ambiente de testes.

Mesmo assim, para deixar a cidade fantasma com aspectos ainda mais reais, ela será dividida em centro urbano, subúrbio e zona rural. Além disso, será construído um aeroporto, escola, prédio da prefeitura e até uma Igreja. Em relação à infraestrutura, esta será composta por elementos novos e velhos para se aproximar aos desafios reais.

O objetivo do CITE é observar como será a implantação e o funcionamento de novas tecnologias em um centro urbano. O fato de não ser habitado contribui ainda mais para que o que há de mais novo e moderno em termos de tecnologias emergentes sejam aplicados em um ambiente real, sem que coloque em risco a vida dos seus habitantes.

De acordo com o CEO da Pegasus Global Holdings, empresa por trás do projeto do CITE, a ideia de construir um centro de pesquisa com forma e dimensões de uma cidade veio justamente da crescente necessidade de levar o que é desenvolvido dentro dos laboratórios para ambientes mais próximos da realidade. “Só assim é possível verificar os custos e limitações técnicas de determinadas tecnologias”, explicou o CEO em comunicado à imprensa.

A princípio, o CITE irá contemplar testes em áreas como sistema de transportes inteligentes, energias renováveis, redes elétricas inteligentes, telecomunicação, desenvolvimento de novos recursos e também segurança. Mas a intenção é ampliar cada vez mais o leque do que será aplicado na cidade. Os projetos serão frutos de pesquisas realizadas por órgãos governamentais, universidades e também pelo setor privado.

Segundo a Pegasus, a construção do CITE está prevista para começar em Junho de 2012. Ainda não existe, porém, estimativa de quando o projeto será concluído para começar.

Fonte: EXAME.com

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Asas das borboletas podem coletar energia solar

As asas das borboletas não são apenas bonitas: elas também são coletoras de energia solar sofisticadas, que contribuem para manter as borboletas aquecidas. Além disso, os pesquisadores afirmam que a estrutura em forma de escamas pode fornecer pistas valiosas para o desenvolvimento de tecnologias solares superiores.

“A capacidade de manipular e coletar a luz é importante para a performance de dispositivos de energia solar”, afirmou Tongxiang Fan, cientista de materiais da Universidade de Shanghai Jiao Tong, na China, que está liderando a iniciativa. Ele e seus colegas relataram as descobertas na semana retrasada, no encontro anual da Sociedade Americana de Química, em San Diego.

Os cientistas usaram um microscópio eletrônico para estudar a estrutura das asas de duas espécies de borboletas pretas. Eles escolheram as asas pretas porque elas absorvem o máximo de energia solar.

Eles descobriram que as asas são compostas de escamas compridas e retangulares, que estão sobrepostas de maneira semelhante a telhas em um telhado. As escamas das duas espécies também possuíam sulcos pronunciados, com pequenos orifícios dos dois lados conduzindo até a camada seguinte.

Essa estrutura direciona a luz para a próxima camada, o que contribui para a captura de uma grande quantidade de calor. Os pesquisadores também criaram um modelo para usar a energia solar da mesma forma que as asas das borboletas.

“O protótipo é muito, muito eficiente”, afirmou Fan. Ele e sua equipe estão trabalhando agora na criação de um produto para comercialização que usa as asas como fonte de inspiração. “Este é apenas o primeiro passo”, afirmou Fan.

Fonte: Info.abril

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